“Tente imaginar o mundo daqui a vinte ou trinta anos. Será que alguém espera que os próximos vinte anos sejam menos tumultuados que os últimos vinte? Diante das mudanças esperadas em tecnologia, biologia, medicina, valores sociais, demografia, no meio ambiente e nas relações internacionais, com que tipo de mundo a humanidade poderá se deparar? Ninguém pode afirmar ao certo mas uma coisa é razoavelmente certa: contínuos desafios irão convocar a nossa capacidade colectiva para lidar com eles“.
Peter Senge, A Dança das Mudanças, p. 13
Este livro segue-se a “A Quinta disciplina”. Interessante pelo enfoque nos “Desafios em manter o crescimento e o sucesso em organizações que aprendem”. Gosto da expressão «organizações aprendentes…» como das «qualificantes»…
Peter Senge aponta dez desafios da mudança profunda.
Mais logo, hei-de transcrevê-los, em grupos.





peço desculpa de me apropriar da ideia e de a ter transcrito no meu canto da escola.
Mas não resisti, pela pertinência que contém no âmbito da formação, de qualquer nível de formação, nem pela impertinência quando colocada por docentes.
Afinal, conversamos…
MC, sem nenhum problema e, antes pelo contrário, achando muito interessante o comentário do jogo entre a pertinência e a impertinência.
E se o papel dos docentes passasse por aí, pela mediação entre pertinência e impertinência? Pela postura in-conformista, no que esta tem de questionadora?
seria bem bom…