“Imagina que existe um banco, que todas as manhãs adiciona à tua conta 86.400$.
Que farias?
… Imagino que retirarias todos os dias a quantidade que não tinhas gasto, não?
Pois bem: todos nós temos esse banco: … o seu nome é tempo.
Todas a manhãs, esse banco adiciona à tua conta pessoal 86.400 segundos.
Cada noite esse banco retira da tua conta e dá como perdida qualquer quantidade desse saldo que não transformaste em algo proveitoso.
Este banco não arrasta saldos de um dia para o outro, não permite acumulações.
Todos os dias abre-te uma nova conta.
Cada noite elimina os saldos do dia anterior.
Se não utilizas o teu saldo diário só tu tens a perder, não tens uma segunda hipótese de utilizares o que sobra.
Por isso, um bom conselho é que deves utilizar o teu tempo de forma a obteres o melhor em saúde, felicidade e êxito.
O relógio segue a sua marcha… Utiliza o máximo do teu dia.”
Foi nesta altura que me lembrei de «Carpe Diem!»
E, em sequência:
Carminum I, 11 («Carpe diem»)
No pretendas saber, pues no está permitido,
el fin que a mí y a ti, Leucónoe,
nos tienen asignados los dioses,
ni consultes los números Babilónicos.
Mejor será aceptar lo que venga,
ya sean muchos los inviernos
que Júpiter te conceda,
o sea éste el último, el que ahora hace
que el mar Tirreno rompa
contra los opuestos cantiles.
No seas loca, filtra tus vinos
y adapta al breve espacio
de tu vida una esperanza larga.
Mientras hablamos, huye el tiempo envidioso.
Vive el día de hoy. Captúralo.
No fíes del incierto mañana.
http://www.ciudadseva.com/textos/poesia/horacio.htm
de Shakespeare
Carpe Diem
O mistress mine, where are you roaming?
O stay and hear! your true-love’s coming
That can sing both high and low;
Trip no further, pretty sweeting,
Journey’s end in lovers’ meeting-
- Every wise man’s son doth know.
What is love? ’tis not hereafter;
Present mirth hath present laughter;
What’s to come is still unsure:
In delay there lies no plenty,-
- Then come kiss me,
Sweet and twenty,
Youth’s a stuff will not endure.
http://www.poemhunter.com/p/m/poem.asp?poet=3069&poem=32789
e de Robin Williams na personagem do professor, Mr. John Keating
KEATING: “They’re not that different from you, are they? Same haircuts. Full of hormones, just like you. Invincible, just like you feel. The world is their oyster. They believe they’re destined for great things, just like many of you. Their eyes are full of hope, just like you. Did they wait until it was too late to make from their lives even one iota of what they were capable? Because you see gentlmen, these boys are now fertilizing daffodils. But if you listen real close, you can hear them whisper their legacy to you. Go on, lean in.”
The boys lean in and Keating hovers over Cameron’s shoulder.
KEATING (whispering in a gruff voice): “Carpe.”
Cameron looks over his shoulder with an aggravated expression on his face.
KEATING: “Hear it?” (whispering again) “Carpe. Carpe Diem.
Deixo-os aqui.
E reconheço o tom entre o hedonista e o dramático da expressão.
Cada dia como exemplo do limite - e do que não se sabe se se chega a ter por inteiro…





Nâo me parece que esteja a desperdiçar os segundos que por aqui passo, LN. Bem pelo contrário.
Ainda bem, MJMatos
Grata pelo post no Meta - hesitei em colocar… sei lá, dúvidas de principiante!
Maravilha…aceite os meus humildes parabéns
Aceites, sorridentemente…