Nem sempre é possível assinalar o que é assinalável.
Com atraso, fica a referência a Samuel Barclay Beckett, autor de uma obra na qual a consciência da solidão humana permanece como modelar. Nascido na Irlanda, a 13 de Abril de 1906, recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1969
“Tentar, falhar de novo, falhar melhor” é um lema adequado.
Dele, recomendaria Dias felizes, Primeiro Amor, Todos os que caem e Fim de Partida.
Avesso à popularidade, Beckett reagiria, no mínimo, com frieza a este post ou às comemorações do seu centenário. Claramente, aos sites e links…





