para quem se interessa… e a todos interessa
9 11 2006Muitos temas poderiam alojar-se sob este título.
Particularmente, os relacionados com a Violência. Seja ela da conjugalidade, doméstica, contra os idosos, as mulheres, as crianças.
Trouxe um link da vizinhança, relativamente a abuso sexual infantil.
E é do domínio comum que a violência contra as crianças continua a ser muitissimo preocupante.
O Estudo do Secretário-Geral das Nações sobre a Violência contra as Crianças - divulgado o mês passado - recomenda que todas as formas de violência sejam proibidas e punidas.
Os números revelam que 275 milhões de crianças são anualmente testemunhas de violência doméstica, 218 milhões de crianças trabalhavam em 2004 (mais de metade em tarefas perigosas), quase dois milhões estavam envolvidas na prostituição e pornografia, 1.2 milhões foram vítimas de tráfico e 53 milhões foram assassinadas só no ano de 2002.
As estatísticas revelam, ainda, que o risco de violência física é maior contra os rapazes, mas o perigo de abusos sexuais, prostituição forçada e negligência é superior nas meninas.
Dados da Organização Mundial de Saúde, cruzados neste relatório com outras fontes, revelam que a vulnerabilidade não está indexada apenas ao sexo. A probabilidade de morte por homicídio é duas vezes maior nas crianças pobres e as portadores de deficiência também sofrem mais maus-tratos do que as saudáveis.
Na linha da frente, na protecção dos direitos das crianças, parece-me que será suposto encontrar os profissionais de saúde, da educação e a sociedade, em geral.






Embora o tema não esteja, neste momento, na moda e na realidade alguns temas têm o seu período de moda, infelizmente…..este é um tema que “tem pano para mangas”, pois não é rara a interligação com outros temas como a negligência, os maus tratos, a prostituição, a falta de afecto, enfim, um sem número de problemas que afectam estas crianças. Parabéns a quem não se esquece destas crianças!
Gostei muito do blog!
Obrigada pelo comentário.
O que dita as modas pode não ser mesmo de acordoc om critério da importância ou da pertinência… e pode até haver coisas que nunca estejam realmente na moda, por serem delicadas ou desconfortáveis. O que não as torna menos relevantes para «isto» de existir e ser pessoa.