As actividades humanas são responsáveis pelo aumento da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global, que tem como consequências as alterações climáticas constatadas no planeta, afectando o ambiente e a saúde pública.
O comissário europeu para o Ambiente apelou ontem, em Washington, à comunidade internacional que inicie urgentemente negociações de um novo tratado contra as alterações climáticas.
Os (500) delegados do Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas, a semana passada, previram que o planeta vai aquecer entre 1,8 e quatro graus até ao final do século e o nível dos mares subirá até 58 centímetros, fazendo multiplicar secas e vagas de calor.
O Protocolo de Quioto representou o primeiro passo concreto no sentido da redução da emissão de gases com efeito de estufa (GEE). Todavia, não basta.






Nunca se vai assinar nada, nunca se vai fazer nada a tempo, nunca se vai corrigir. Hoje à escala global como antes à escala local só paramos quando batermos no fundo. E nessa altura, como aconteceu na ilha de Páscoa, pode ser tarde de mais.
C’est la vie, a vida a sério, não aquela que começa na concepção mas a que vem do fundo dos tempos e que agora segue a sua lógica egoísta, de força bruta.
Fico só com pena se desaparecer a nossa racionalidade, a nossa poesia. É tão improvável que venha outra a seguir…
E agora? respondo, o quê?
Às vezes, tenho tanta pena que tenhas ou venhas a ter razão…!
Ainda assim, a nossa racionalidade, a nossa poesia, só desaparecerão se e quando o Homo Sapiens Sapiens se extinguir…