
… mesmo quando torres e símbolos são assumidamente réplicas, (ao caso, da Torre Eiffel) qualquer semelhança com contextos é pura coincidência.
Particularmente numa metrópole onde a tradição secular, o formal respeitoso e a contemporaniedade tecnológica se encontram lado a lado.
Com cerca de 27 milhões de habitantes (o país terá 127), em Tokyo dá-se de caras com um verdadeiro “melting pot” de culturas, hábitos e estilos de vida.
Santuarios xintoístas, templos budistas, lojas e galerias, os arranha-céus de Shinjuku, o «electric» district de Akihabara, o que se vê e o muito que não se apercebe… a vénia de saudação e o antigo modo conjugam-se com o efémero das cerejeiras em flor…





Raro é o ser humano que não tenta imitar o outro.
Uns dizem é a fusão das culturas, outros é o respeito pela comunhão de identidades e eu digo:
A liberdade mais concreta é ser-se aquilo que se é… assumindo-se inteiramente conhecendo-se… e caminhando lado ao lado com outros mas afirmando sempre “aquela” nota daquilo que é a sua origem.
Nossa!!!
Não gosto de imitações, já me disseram que quando se imita algo é que este algo é realmente bom. Para mim a originalidade e criatividade me chamam mais a atenção do que uma simples cópia daquilo que já existe, e na minha opinião não ficou bonito.
Carolina Augusta
Irish Blood, English Heart (Morrissey)
“Irish blood, English heart, This I’m made of
There is no one on earth I’m afraid of
And no regime can buy or sell me
I’ve been dreaming of a time when
To be English is not to be baneful
To be standing by the flag not feeling shameful, Racist or partial
Irish blood, English heart, This I’m made of
There is no one on earth I’m afraid of
And I will die with both of my hands untied
I’ve been dreaming of a time when
The English are sick to death of Labour, And Tories
And spit upon the name Oliver Cromwell
And denounce this royal line that still salute him,
And will salute him forever.”
E isto tb é Europa…
[...] é uma pergunta quase clássica por aqui… e apareceu em algumas [...]