
Há muito que entendo ser específico e fim da enfermagem a procura do bem estar das pessoas.
Ao longo do tempo, fui pensando bem estar e conforto, em todas as etapas da vida e em todas as situações, sendo certo que isso representa dimensão singular para cada um. E se adapta às necessidades em cuidados que cada um apresenta num dado momento (indo, portanto, do esticar de um lençol a uma reanimação, do ensino na prevenção ou ao acompanhamento no processo de morrer).
E depois, leio Kathy Kolcaba, e acho um espanto.
Comfort is a concept that has a strong association with nursing. Nurses traditionally provide comfort to patients and their families through interventions that can be called comfort measures. The intentional comforting actions of nurses strengthen patients and their families (who can be found in their own homes, in hospitals, agencies, communities, states, and nations). When patients and families are strengthened by actions of health care personnel (nurses!), they can better engage in health seeking behaviors. The positive relationships between these deliberate nursing actions and comfort is entailed in the first part of Kolcaba’s mid-range Theory of Comfort.
Enhanced comfort, is an immediate desirable outcome of nursing care, according to Comfort Theory. Additionally, it is theoretically and positively correlated with desired health seeking behaviors (HSBs). The concept was first introduced by Scholtfeldt (1975). HSBs can be internal (healing, immune function, number of T cells, etc.), external (health related activities, functional outcomes, etc.), or a peaceful death. The relationships between comfort and health seeking behaviors are entailed in the second part of Kolcaba’s comfort theory
Conforto como processo e resultado, numa visão holística.
Que tal?!





tenho pena de não conseguir ler o desenho, mas, sobre a IDEIA, sempre digo que o bem-estar das pessoas tem de ser um princípio a exigir da sociedade humanista; o conforto será uma espécie de mais-valia, algo que decorre daquele princípio
A teoria faz-nos sentido e a autora é muito simpática, como se pode comprovar quando em Outubro pp esteve no Porto. Esperamos que volte no próximo ano.
Algumas das suas escalas estão já traduzidas e validadas para português.
Vale a pena conhecer a obra.
Maria, por isso gosto de juntar bem estar e conforto. E, sim, julgo que ajuiza qualidade de vida.

MV, se voltar, avisa