Muita gente já viu e re-viu este filme - e fala-se de Paul Potts…
Se ainda não viu, veja.
Se viu, reveja. E oiça, sobretudo…
Sabe sempre bem ver o engano de um juízo pela aparência, o inesperado, a surpresa.
De como um tímido, com ar insignificante, pode deixar boquiaberto…
Delicia-me o defraudar sublime da baixa expectativa, o ar de reconhecimento meio estupefacto e o gáudio de quem assiste… e a nossa humana alegria pelo talento.
British Got Talent, da audição à final e ao prémio…





Obrigado. Valeu a pena perder estes 15 minutos.
E então não foi «perder» - ou, a ser, perdi mais, que dos três, revi o primeiro umas quantas vezes…
Achei que tinha ganho
…ou não fosses tu uma incorrigível optimista
já tinha visto, e adorei, ainda por cima numa altura em que se perdeu uma grande voz ( luciano Pavarotti). Angelical achei a Connie uma menina de 6 anos a cantar ‘Somewhere Over The Rainbow” do feiticeiro de OZ.
JNA, in-corrigivel, que nâo se pode corrigir? reincidente? (risos).
ok, aceito. In-corrigível e militante.
Gostei da história, Luís
Um homem comum, vendedor de telemóveis, com um sonho e um grande talento. Desconhecido em Junho, a dar espectáculos em Sydney em Agosto! E muita gente a falar dele. Passou de «nobody» a «somebody». 
Ouvi a Connie e sim, talentosa, numa voz muito de menina. Ouviremos quando fôr grande?