Vê-se - eu vejo - os blogues como recursos, como ferramentas, como pontes. E a sua utilização na Educação no geral, como em muitos se reporta, ou da educação em Enfermagem, que já foi matéria de post aqui. Dos blogues como recursos. Apontaram-se (sete) motivos para um professor criar um blogue.
Uma tese de Mestrado, a ler: weblogs - can they acelerate expertise?
Nota de um estudo de investigação sobre o fenómeno dos blogues em Portugal (Joana Batista, 2004).
Seria interessante repetir hoje, o estudo, na época bastante comentado, aqui, aqui e aqui.
Outro trabalho, de João Canavilhas, interroga a relação dos blogues com a política, em Portugal.






Deixar assentar o pó também faz parte da caminhada.
Verdade, verdade é que o «fenómeno» dos blogues não é tao transversal como parece nem tão rápido como o rato das pradarias.
Já fiz várias experiências pedagógicas (simplesmente técnicas educativas) para ver que ganhos obtinha com a animação esperada e muito embora o trabalho (com Isabel Huet) esteja interrompido porque veio nova gente ao mundo, a minha percepção é que só o blogue como super recurso não dá. É uma peça do puzzle e só alguns artistas é que se sentem bem a lidar com a peça. A última experiência de laboratório, bastante completa e tecnicamente quase perfeita, mostrou que o contexto não está preparado. Voltaremos a isto um dia destes, mas o facto de haver Lua, Júpiter, Plutão, não faz a conquista espacial.
Concordo particularmente com a última afirmação
E não há recursos ou ferramentas que possam constituir(-se) panaceia. Ademais, o blogue é apenas uma ferramenta. Entre outras, numa caixa cheia delas.
Por isso, blogues, plataformas (Moodle, pois sim), wikis, o que vier á rede pode ser peixe, se bem que não para todos os fins. E deixemos o pó assentar….