Does IQ reflect temporal acuity?
Your IQ can be reliably predicted by simple reaction time tasks - perhaps even more reliably than with much more complex cognitive tasks. This surprising psychometric fact has led to the belief in human “processing speed.” In the same way that a computer with a faster microprocessor might carry out more computations, with potentially less demand on memory, the idea is that brains with better neuronal efficiency also manifest both higher IQ and proportionately faster reaction times even in simple tasks.
To me, this story always seemed “too good to be true” - or perhaps merely “too simple to be true” - and a recent paper confirms this intuition (big hat tip to Kevin McGrew). The new paper, by Helmbold, Troche and Rammsayer, indicates that “temporal acuity” may be the reason that such simple reaction time tasks correspond with higher level cognition: the temporal resolution of neuronal processing, rather than its absolute speed, may be the factor that matters.
Do mesmo autor,
10 Important Differences between Brains and Computers





A questão do QI nunca me preocupou, desde que percebi que tinha jeito para ser posto à prova nos testes a que a IBM nos submetia de seis em seis meses. Portanto, este «ter jeito para» persegue alguns de nós desde os bancos da escola. O segredo está em não confundir capacidade de memória, tempo de circulação do sinal no cérebro, a tal “neuronal efficiency” a que se refere o autor, com aquela bacoca boca aberta do: «Como é que eu sou tão inteligenteeeeeeeeee!».
Sobre as 10 diferenças, basta-nos ficar na primeira: Analógico e não Digital.
Todos os grandes (primitivos) estudiosos da máquina apontaram para o analógico.
Lá regressaremos.
Também não me parece que seja possível fazer uma máquina pensante baseada no digital. As novas tendências da inteligência artificial também me parecem que vão para aí: redes neuronais e coisas do género. O problema é que a base continua a ser o digital. Como serão construídos os computadores analógicos?
“Fluid Concepts and Creative Analogies: Computer Models of the Fundamental Mechanisms of Thought”
by Douglas R. Hofstadter
Se passar pelo site do livro tem acesso a páginas (leitura) que dão algumas pistas
Ena, Alexandre e JNA, essa sequência ficou desafiadora…
E alguém me explica, na essência, e de modo simples, a diferença entre o analógico e o digital?? e da sua repercurssão em nós? risos…