
“Ensinar não é uma função vital, porque não tem o fim em si mesma; a função vital é aprender.”
Aristóteles
(e há quem pense que centrar na aprendizagem é uma ideia da actualidade….)

“Ensinar não é uma função vital, porque não tem o fim em si mesma; a função vital é aprender.”
Aristóteles
(e há quem pense que centrar na aprendizagem é uma ideia da actualidade….)
« Preparados para a diversidade?! … de efemérides e silêncios »
”Onde há vontade não falta caminho.”(J.R.R.Tolkien)
“Nada de desgosto nem de desânimo; se acabas de fracassar, recomeça.”(Marco Aurélio)
LN é sigla de Lucília Nunes.
Vinda do Conversamos?!...
conversamos.blogspot.com
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indo mais ‘atrás’, até podemos dizer que vital é QUERER
Essa é uma ideia muito discutível. O ensino é fundamental. Não vamos pensar que as crianças vão descobrir sózinhas todo o conhecimento que a humanidade levou milhares de anos a construir. O ensino, não tendo um fim em si mesmo, não deixa de ser vital. A ideia que passa de que tudo se aprende, relativizando o papel do ensino é uma ideia falaciosa. Assim como os valores também se ensinam, não se descobrem como leva a creer a panóplia de documentos da reorganização curricular ou a própria LBSE… por esta razão, entre muitas outras coisas, a educação caminha a passos largos para o abismo… pensando que tudo tem o mesmo valor, relativizando conteúdos, relativizando o conhecimento…
A função vital é aprender, sim, mas essa aprendizagem está intimamente ligada ao ensino quando não se trata de saber por experiência adquirido.
Gostei do blog, voltarei
A ensinar se aprende e a aprender se ensina.
Bons professores óptimos alunos
Sorriso, Daisy… e, sim, vital é a faculdade do espírito de Querer. Nada como a Vontade.

Fátima André, quase todas as ideias são discutíveis, sim.
O que (julgo) Aristóteles pretende é que o vital é aprender - e pensando em mim, como professora, eu digo que ensino mas nem sempre os estudantes aprendem. E mudo de estratégia, por exemplo, para faciitar a passagem das mensagens.
Não estou na linha do relativismo, nem de desvalorizar o ensino (logo eu, hein!?) mas concordo com o mestre grego que o ensino não é o fim em si mesmo. É um meio para… Se o fim do ensino fôr promover que os estudantes aprendam?
Djamb, bem vindo/a.
O ensino quer que os estudantes aprendam, me parece. E mesmo o saber de experiência feito precisa da ancoragem explicadora ou fundamentadora “teórica”… não?!
(pois, não sou empirista mesmo… risos!)
Maria da Luz, aprendo imenso quando ensino. E acredito que os estudantes também. E que, tão ou mais relevante, tem muitas vezes em que nos divertimos com isso.
LN, é bem verdade. Se bem que o ensino não seja uma função vital, segundo Aristoteles, possui 2 grandes objectivos vitais para a sociedade e condição humana: a passagem de conhecimento (a aprendizem por parte de alguém) e a imortalização de acontecimentos.
O professor abre a porta e o aluno entra. o professor mais que um compendio de conhecimento deve acima de tudo ser um desiquilibrador, criando no aluno duvidas para que este cresça.