
Está quase a chegar ao fim o dia cronológico que dedicaram à Mãe - acentuado como um dia Especial.
As crianças preparam os presentes e não se trata, realmente, do que cada presente é. Mas do que traz consigo.
Mais do que ser feito nas horas de um lazer centrado, às escondidas da pessoa a Quem se destina, está entretecido de um sentido de ser filho. Traz consigo indizíveis, porque há coisas que nenhumas palavras conseguem dizer.
Recebi, entre os presentes manufacturados, dois blocos diferentes, de capas desenhadas com grafias e imagens diferentes - e por mais Moleskines que passem pelas minhas mãos, nenhum se assemelhará aos que foram feitos a pensar que eu os usaria, «para escrever as coisas que pensas, o que quiseres…».
Todos os presentes trazem consigo muitas coisas. Mas os deles trazem-nos e às memórias deles e da vida que se divide em antes deles e depois deles. E, claramente, o amor por eles redimensiona a Vida.
Feliz dia todos os dias às Mães, aos Filhos e aos Pais. E assim teremos reunida a humanidade, ou o melhor que a humanitude tem. Do incondicional numa existência finita e precária.




