
“Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro [...]
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.”
Lya Luft
(imagem aqui)
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O «que afinal se conseguiu fazer» sossega-me… Afinal, digo eu, uma picadinha de reflexão, de vez em quando, será quanto baste – o resto do tempo, deixemo-lo para apreciar imagens tão giras como a do post!
Parar e analisar o que/quem sou … Frase companheira de aventuras!
Uns dias com resposta saborosa e enérgica, outros dias, mais ‘nublados’, o eco da questao torna-se alento para saborear as pedras do caminho, e acreditar que um dia essas mesmas pedras ajudar-me-ão a construir um castelo
Diria que a tranquilidade e harmonia com o ‘Eu’ que usufruimos quando o minimo que a gente faz é, a cada momento, o melhor que conseguimos fazer, permite que o tempo do universo se encarregue de nos mostrar o caminho, saboreando cada percurso com intensidade interior.
BOM fim de semana.
Bjs, Xis