Trazido para aqui II: Desenvolvimento orientado por competências

12 06 2008

Competencies as abstractions of work-relevant human behaviour have emerged as a promising concept for making human skills, knowledge and abilities manageable and addressable in a wide range of application areas. From a management point of view, they provide a more adequate approximation of human performance factors than the notion of ”knowledge” in traditional knowledge management approaches as they can represent a set of skills, knowledge, and abilities that belongs together and as competencies go beyond mere “knowing” towards work-relevant action. For the traditional training (and human resource development) community, competencies allow for operationalizing learning goals and outcomes and thus can serve as a control instrument. And competence management approach aim at connecting the individual and the organizational perspective via the competency abstraction.

Competency-driven approaches are facing fundamental challenges:

  • A well-defined common understanding of each competency needs to be developed and enforced across various departments or even organizations (for organization-independent competency frameworks).
  • On the technical level, various systems and services involved in HR, training, and knowledge management need to be semantically coherent so that competency-driven approaches can live up to their holistic expectations.
  • The crucial trade-off in competency modelling needs to be solved: the more accurate, realistic and fine-grained considered competencies are, the more complex management and controlling tasks become.

As a reference model, we developed the Professional Learning Ontology, formalizing competencies as a bridge between human resource development, competence and knowledge management as well as technology-enhanced learning.

Furthermore, we have developed a reference process for competency-oriented human resource development.





Trazido para aqui: a complexidade da aprendizagem profissional

6 06 2008

Em Professional Learning

Traditional formal training methods are being confronted with their limitations in these dynamic environments. A paradigm shift towards Learning on demand has to be made. But this requires an interweaving of learning processes and working processes. With deepening the integration of these two, it becomes obvious that learning is a cross-cutting concern of several corporate processes, among which the most important are:

  • E-learning (as the approach to pedagogically-founded, technology-supported individual learning)
  • Human Resources Competence Management (as the alignment of individual learning with corporate strategies)
  • Knowledge Management (as the organizational perspective on learning of employees)
    Business Process Management (with business process being the frame and primary context of all learning-related activities in companies)

What makes the integration of these processes even more complex, is that the different disciplines do not only produce more or less isolated systems, but they also have different underlying conceptualizations of learning and knowledge. To overcome these conceptual differences is the starting point of our integrative research, which is based on years of experience in the respective fields.

Bem visto…

Voltaremos lá, para Competency-Oriented Human Resource Development…





preparados para a diversidade?!…

26 05 2007


… mesmo quando torres e símbolos são assumidamente réplicas, (ao caso, da Torre Eiffel) qualquer semelhança com contextos é pura coincidência.

Particularmente numa metrópole onde a tradição secular, o formal respeitoso e a contemporaniedade tecnológica se encontram lado a lado.
Com cerca de 27 milhões de habitantes (o país terá 127), em Tokyo dá-se de caras com um verdadeiro “melting pot” de culturas, hábitos e estilos de vida.

Santuarios xintoístas, templos budistas, lojas e galerias, os arranha-céus de Shinjuku, o «electric» district de Akihabara, o que se vê e o muito que não se apercebe… a vénia de saudação e o antigo modo conjugam-se com o efémero das cerejeiras em flor…





preparados para a diversidade?!

3 05 2007


preparados para a diversidade?! tem mais do que uma pergunta.
É indagação que pretende ser existencial.

Um indivíduo estava a colocar flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês a fazer o mesmo com um prato de arroz na lápide ao lado.
Vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
Ao que o chinês responde:
- Sim, e geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!!!
“Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. SE as pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente.”

Não julgues - compreende, pode ser instrucção inicial para a humanitude.





colabore…

5 04 2007



Recebi de mail, achei que partilhava aqui e a autora consentiu.

inquérito online de um trabalho que se enquadra no âmbito da sociologia das profissões, e tem por objectivo mais vasto perceber como se constroem as profissões e que influências produzem na sociedade actual.

Pergunta de partida principal
C
omo se inscrevem as competências autónomas da Enfermagem na prática quotidiana dos enfermeiros?
e subquestões
Que obstáculos encontram os enfermeiros ao seu desempenho profissional autónomo?
Como se constrói a identidade profissional dos enfermeiros?
Qual a representação da Enfermagem para os enfermeiros?
Neste estudo - de Estela Lemos- a variável dependente são as competências autónomas dos enfermeiros.
As independentes , porque determinam o desenvolvimento de competências autónomas, contemplam os domínios relativos ao contexto de organizacional, ao perfil identitário, da representação da Enfermagem, das expectativas , da satisfação profissional e da formação.

A técnica principal é o inquérito - este, disponível on line.
Se é enfermeiro, dê um saltinho até lá, e colabore.





juntando «ências»: inteligência e competência

13 02 2007

O tema “competência” começou a ser pesquisado na década de 70 e entrou no meu vocábulo «consciente» pela mão de Guy Le Boterf (o incial «De la competénce»). Depois, nos idos de 80, ouvi falar de Patrícia Benner e do modelo de aquisição e desenvolvimento de competências.
A ideia de competência foi tendo muitas e sucessivas interpretações, inúmeras abordagens e diversos contributos vindos de diferentes áreas. De Bolonha ao Tuning, das competências dos perfis profissionais aos resultados de aprendizagem por competências, é vê-las florescer… e alargam-se nos contextos da organização do trabalho.

O perfil trabalhador do século XXI, de acordo com a UNESCO - que se baseia no descrito em
Mussak (2004) - assenta em oito dimensões:
(i) Flexibilidade
(ii) Criatividade
(iii) Informação
(iv) Comunicação
(v) Responsabilidade
(vi) Empreendodorismo
(vii) Sociabilização
(viii) Tecnologia.

Parece existir uma referência clara a um conceito de competência humana focalizado nas capacidades individuais e na necessidade de interacção com os contextos.
Entre outros contornos, uma certa capacidade de agregar valor ao trabalho através da ousadia, da criatividade e inovação, ou a capacidade de compreender e respeitar as diferenças culturais e de percepção dos factos da vida são decisivos.

Entender a competência humana de forma alargada pode bem vir a tornar-se um imperativo.
Uma pessoa que tem competências é aquela que tem maior vantagem competitiva, sendo a que tem capacidade para fazer escolhas e distinções, conseguindo resultados “diferenciados”.

Greenspan e colaboradores propõem um modelo conceptual da competência humana (Greenspan & Driscoll, 1997), estruturado em 3 níveis, indo de um mais global (competência pessoal) até um mais molecular ou elementar (inteligência social e competência social).
O ‘espectro da competência humana’ é explicado a partir dos conceitos de inteligência e de competência pessoal que aparecem como estruturantes para a capacidade de realizar os objectivos valorizados pelo indivíduo através da resolução de tarefas ou desafios específicos.

O conceito de competência pessoal tem um significado amplo, incorporando todos os skills que contribuem para realizar objectivos ou para resolver desafios, enquanto o termo inteligência tem um significado mais próximo do conjunto de skills envolvidos no processo de pensar e compreender (Greenspan & Driscoll, 1997).
Assim, a inteligência constitui um pré-requisito para se ser bem sucedido em qualquer tipo de tarefa, apesar de coexistir com outros aspectos da competência que contribuem para a realização das tarefas com sucesso.

Curiosamente, ocorre-me a teoria das «inteligências múltiplas» de Gardner, que considerava 7 tipos: linguística (aptidão verbal), lógico-matemática, espacial, musical, corporal-cinestésica, interpessoal (aptidão para compreender e responder adequadamente aos outros) e intrapessoal (aptidão para se compreender a si próprio).

O conceito de inteligência remete então para a complexidade do processo de resolução de problemas que a pessoa enfrenta no seu dia-a-dia.
Neste ponto, inteligência e competência aproximam-se e interligam-se e confundem-se no processo contínuo de desenvolvimento de experiência quando a pessoa opera num determinado âmbito, ou seja, constituem experiência em desenvolvimento (Sternberg & Grigorenko, 2003).





preparados para a diversidade?…

12 10 2006



Primeiro, a propósito de «Tou tak»,
depois, dos grafemas e ideogramas,
a interrogação sobre a nossa (a minha) preparação para a diversidade,
cruzou pelo ankh e, hoje, o olho-de-hórus,

O Olho de Hórus representa “a união do olho e da crista de falcão associado a Hórus”.
Segundo a lenda, na sua vingança Seth arrancou o olho esquerdo de Horus que foi substituído por este amuleto. Depois da recuperação, Hórus organizou novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho de Horus era em ouro, cromado em cores azul e verde e com pedras preciosas. Normalmente é o olho direito que é representado, ainda que possa aparecer algumas vezes o esquerdo.

Alguns autores afirmam que esta representação se deve à teoria segundo a qual o olho direito representa o sol e o esquerdo a lua, ambos olhos do céu. O sol é mais poderoso que a lua e portanto a imagem do olho direito terá mais poder que a do esquerdo.

O Olho Direito de Horus representa a informação concreta, factual - lida com as palavras, as letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Aborda o universo de um modo masculino.
O Olho Esquerdo de Horus representa a informação estética abstrata - lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Aborda o universo de um modo feminino.

Juntos, abordam o universo de modo global…