recursos

15 06 2008

Etica de los cuidados

a nova revista da Fundação Index

El incremento en la producción científica, su enorme desarrollo y la planificación ordenada de proyectos globales de gestión de la información, están generando nuevas necesidades. Una de estas necesidades se denomina “especialización”. Nuestra divulgación científica ha roto la barrera de la revista de enfermería general que publica de todo y sobre todo. Distintos grupos de investigación y sociedades científicas han visto la necesidad de crear sus propias publicaciones científicas

El proyecto CANTÁRIDA de la Fundación Index agrupa estas iniciativas Comenzó con Evidentia (una revista con vocación clínica), y luego fueron otras muchas revistas las que se sumaron a un fondo a texto completo que actualmente conforma la mayor hemeroteca digital a texto completo del ECI. Cuenta con revistas especializadas en salud mental (Rev Presencia), en historia y pensamiento (Rev Temperamentvm), en salud comunitaria (Rev Enferm Comunitaria), en investigación cualitativa (Archivos de la Memoria), etc. Su origen está en la revista Index de Enfermería, una publicación especializada en investigación cualitativa y documental, que incorpora secciones de historia y metodología entre otras.

La Revista Ética de los Cuidados es una nueva revista que se incorpora a este fondo. Responde a una necesidad sentida y su nacimiento no es una casualidad, sino el resultado de una profunda reflexión sobre su idoneidad, en la que han participado editores de CIBERE, la Fundación Index y el Grupo de Ética Profesional Enfermera. Todo ello, junto a los resultados de un informe bibliométrico y bibliográfico que se puede consultar en este mismo número, ha llevado a poner en marcha este proyecto editorial.

Como la Hemeroteca CANTÁRIDA, la Revista Ética de los Cuidados, es un proyecto cooperativo que no compite sino que busca reforzar al conjunto de revistas de este fondo en aras a ordenar y racionalizar la producción científica del ECI en favor de una mayor especialización y diversidad La Revista Ética de los Cuidados está llamada a ser un referente en la investigación sobre ética que consolide la importancia de esta área, la investigación, la discusión y las recomendaciones de expertos del conjunto de países del espacio iberoamericano.





recursos

25 05 2008

Um recurso muitissimo interessante, que chegou ao meu conhecimento:

Jornalismo 2.0 Como sobreviver e prosperar. Um guia de cultura digital na era da informação.

Feito para jornalistas, tem muita informação a começar do básico, de ferramentas, de audio e podcasting, de reportagens e vídeos, numa utilização ampliada do computador.

Mas não nos deixemos iludir pelo título. Basicamente, o texto (em português também) é um Guia para a Literacia digital…

p. 10 - Um mar tranquilo não faz um bom marinheiro

Este é um livro sobre pessoas, e não sobre tecnologia. Com certeza, há muita tecnologia nas páginas a seguir, mas na essência o que vamos encontrar aqui são pessoas tentando desenvolver suas habilidades dentro de um cenário novo e imprevisível. E são elas que importam, não o software mais recente ou o Web site. Se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor, o resto é apenas detalhe.

Como jornalistas, precisamos mudar nossas práticas para nos adaptarmos, mas não nossos valores. Somos como os marinheiros do provérbio inglês que escolhi para título desta introdução: nem o desejo de retornar a mares tranqüilos pode acalmar a água à nossa volta.
Seguindo ainda a metáfora da navegação: é hora de navegar conforme o vento. É hora de reorientar nosso navio e deixar que o vento que sopra nesse novo mar trabalhe a nosso favor, e não contra nós.
Vamos usar as melhores práticas desenvolvidas por outros jornalistas para sinalizar o caminho. Vamos tomar como ponto de partida o trabalho criativo e inovador desenvolvido pelos jornais, estações de rádio e televisão e web sites dos Estados Unidos. Podemos aprender bastante com todas essas experiências.
Como Benjamim Franklin já dizia, “quando você pára de promover mudanças, você está
acabado”.

(obrigada, CC)





recursos… de bioquímica

12 04 2008

É uma iniciativa interessante, difusora, disseminadora.

De uma unidade curricular do CLE. Bioquimica.

Efectivamente, constitui um recurso. O que diria o MJM - do Bioquimica (s)em rede - sobre o assunto??





leituras

19 01 2008

Forgiving the Unforgivable,On Violence, Power, and the Possibility of Justice.
MA in Philosophy and Cultural Analysis

VIRGIL THOMSON’S PHILOSOPHY OF MUSIC
A Thesis submitted to the Department of Philosophy

Aprender la condición humana. Ensayo sobre Pedagogia de la ternura.





Sisifo, nº 4

18 01 2008




nº 1 on-Line

27 12 2007

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Lançado nº 1 da WebNurse Magazine.

Certa de que é importante existirem revistas eletrónicas que divulguem trabalhos de investigação, felicito a Comissão Científica. E agradeço a oportunidade de escrever sobre uma concepção eclética da investigação em enfermagem.

Trata-se, naturalmente, da minha concepção, com a dupla convicção de que existe espaço para todas as metodologias e para todas as tendências epistemológicas. Tem cabimento articular com diversas concepções e teorias de enfermagem bem como com as diversas correntes metodológicas, ganhos e características de diferentes tipos de estudo.

Muito território por explorar. Onde todos - os que produzimos, colaboramos, consumimos, disseminamos resultados - somos chamados a ter um papel, que nunca é secundário.

Bom trabalho, à equipa da WebNurse Magazine.





recursos… de blogues

3 12 2007

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Vê-se - eu vejo - os blogues como recursos, como ferramentas, como pontes. E a sua utilização na Educação no geral, como em muitos se reporta, ou da educação em Enfermagem, que já foi matéria de post aqui. Dos blogues como recursos. Apontaram-se (sete) motivos para um professor criar um blogue.

Uma tese de Mestrado, a ler: weblogs - can they acelerate expertise?

Nota de um estudo de investigação sobre o fenómeno dos blogues em Portugal (Joana Batista, 2004).

Seria interessante repetir hoje, o estudo, na época bastante comentado, aqui, aqui e aqui.

Outro trabalho, de João Canavilhas, interroga a relação dos blogues com a política, em Portugal.





utilidade

26 11 2007

SAGE Journals on Line - Acesso livre até 30 de Novembro.






recursos na net…

19 11 2007

“A criação da revista on-line “WebNurse Magazine” surgiu com o intuito de divulgar trabalhos científicos e promover a formação na área da Enfermagem, tendo sido criada uma Associação de carácter cultural sem fins lucrativos.
Actualmente, muitos são os trabalhos realizados de carácter científico em Enfermagem, cujos autores são enfermeiros ou estudantes de enfermagem, que acabam por cair no “esquecimento” e não ter continuidade nem expressividade na melhoria dos cuidados prestados. Este facto resulta, quer da dificuldade de publicação quer da dificuldade de acesso a esses mesmos trabalhos.

Neste sentido, pretendemos criar um espaço de divulgação de fácil acesso, que paralelamente incentivasse Enfermeiros, alunos de Enfermagem, e outros profissionais/alunos da área da saúde, a publicar artigos científicos, artigos de revisão de literatura, ou artigos de opinião/reflexão.”

A apresentação do número 1 será dia 26 de Novembro, na sessão de abertura das Jornadas WebNurse Magazine, subordinadas à temática ‘abordagem do doente crítico’.





recursos: investigação-acção

18 11 2007




recursos

16 11 2007

Tese de Mestrado - Investigar e Aprender

O principal objectivo deste estudo é analisar se, durante o estágio pedagógico, a realização de um projecto de investigação-acção contribui para promover o desenvolvimento profissional dos formandos. As questões de investigação respeitam a três dimensões distintas mas relacionadas entre si: Aprendizagem da Matemática, Prática lectiva e Ser professor.
….

Na verdade, como referem Lampert e Ball (1998), os cursos de formação inicial são muito criticados por não conferirem, aos futuros professores, a preparação adequada para enfrentar a prática profissional. São frequentes as queixas de que é apenas no exercício da profissão que se aprende efectivamente a ensinar. Consequentemente, segundo as autoras, existe nos Estados Unidos uma forte preocupação com o que deve um futuro professor aprender para saber ensinar e são diversas as soluções defendidas pelos vários actores educativos. Nada faz crer que em Portugal a realidade seja muito diferente. Por exemplo, Ponte, Matos e Abrantes (199 8) referem que a investigação que existe sugere a existência de muitos problemas por resolver. Como garantir uma boa formação na componente científica? Como conseguir uma boa articulação entre a formação académica e a iniciação à prática profissional? Como acompanhar os novos professores nos seus primeiros anos de prática profissional? (p. 329)

Na sua análise desta questão Lampert e Ball (199 8) defendem que mais importante do que identificar o que devem aprender os futuros professores para saberem ensinar, é o como devem eles aprender. Perguntam: “Existem formas de ajudarmos deliberadamente os futuros professores a desenvolver a capacidade de adquirir conhecimento através da prática?” (p. 36). Numa perspectiva da formação virada para a temática do desenvolvimento profissional, estas autoras colocam a tónica da questão na criação de oportunidades que propiciem aos futuros professores uma postura investigativa em relação à sua própria prática, deslocando a problemática para o papel dos programas de formação nesta perspectiva.

 





dar conta de…

3 10 2007

… um blog dirigido à Saúde Mental Escolar.

“A educação falha se não toma cm consideração todas as interligações da criança com o ambiente, se está, distanciada da sua vida real, das condições subjectivas, da história precedente do desenvolvimento de cada aluno, das suas capacidades e interesses.
A etapa da infância e adolescência assume extrema importância e vulnerabilidade, estes jovens vão se encontrar num processo de formação de hábitos, crenças e competências, que irão permitir desenvolver o sujeito como pessoa e cidadão. Se bem que aos seis anos o desenvolvimento mental e social da criança já seja adequado para enfrentar a experiência escolar, a entrada na escola representa sempre um trauma afectivo. A criança que nunca frequentou a creche entra num mundo desconhecido, onde vigoram regras e relações nunca antes experimentadas. De centro da atenção familiar, ela torna-se num anónimo entre vários. Agora deve contar com os outros.”

continuar a ler…





recursos on line: Sisifo

26 09 2007

Sisifo, revista da unidade de I&D
de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa

Fernando Albuquerque Costa | Tecnologias Educativas: análise das dissertações de mestrado realizadas em Portugal

Ana Amélia Carvalho | Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS

Guilhermina Lobato Miranda | Limites e possibilidades das TIC na educação

Lúcia Amante | As TIC na Escola e no Jardim de Infância: motivos e factores para a sua integração

Ana Maria Veiga Simão, Elisabete Rodrigues e Belmiro Cabrito | O projecto Educação Tecnológica Precoce: uma oportunidade para implementar práticas de inovação curricular

Helena Peralta e Fernando Albuquerque Costa | Competência e confiança dos professores no uso das TIC. Síntese de um estudo internacional

Cristina Costa | O Currículo numa comunidade de prática

Carla Morais e João Paiva| Simulação digital e actividades experimentais em Físico-Químicas. Estudo piloto sobre o impacto do recurso Ponto de fusão e ponto de ebulição no 7.º ano de escolaridade
– D(["mb","\u003c/a\>\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" color\u003d\"navy\" face\u003d\"Arial\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:navy;font-weight:bold\"\> \u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" color\u003d\"#993300\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;color:#993300;font-weight:bold\"\>Conferências:\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;font-weight:bold\"\>José Luis Rodríguez Illera\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003cfont size\u003d\"2\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt\"\>\n| \u003ca href\u003d\"http://sisifo.fpce.ul.pt/?r\u003d11&p\u003d117\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>Como as\ncomunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa\nconcepção de educação\u003c/a\> \u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" color\u003d\"navy\" face\u003d\"Arial\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:navy;font-weight:bold\"\> \u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" color\u003d\"#993300\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;color:#993300;font-weight:bold\"\>Outros Artigos:\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt;font-weight:bold\"\>Telmo Caria\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003cfont size\u003d\"2\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt\"\> | \u003ca href\u003d\"http://sisifo.fpce.ul.pt/?r\u003d11&p\u003d125\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>A Cultura\nProfissional do professor de ensino básico em Portugal: uma linha de\ninvestigação em desenvolvimento\u003c/a\>\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cfont size\u003d\"2\" face\u003d\"Trebuchet MS\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10.0pt\"\>______________________________\u003cWBR\>______________________________\u003cWBR\>__________________________\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n\n\u003cp style\u003d\"text-autospace:none\"\>\u003cb\>\u003cfont size\u003d\"2\" color\u003d\"red\" face\u003d\"Georgia\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:11.0pt;font-family:Georgia;color:red;font-weight:bold\"\>",1] ); //–>

Conferências:

José Luis Rodríguez Illera | Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação





Com dedicatória…

9 09 2007


… à gente interessada em ou gente da saúde mental.

Atlas Nurses Mental Health 2007

Atlas: Nurses in Mental Health 2007 is the latest addition to the Atlas series of publications of the Department of Mental Health and Substance Abuse of the World Health Organization (WHO).
Project Atlas is aimed at the collection, compilation and dissemination of relevant global information on mental health resources at national level.
Although Mental Health Atlas 2005 contains some basic information on mental health nurses, much more comprehensive information was needed in order to help low and middle income countries evaluate and improve the substantial role of nurses in mental health care. The present report attempts to fi ll this gap.
WHO has worked very closely with the International Council of Nurses (ICN) in collecting the information and preparing this new Atlas.





dar conta de…

8 08 2007

A tomada de decisão do enfermeiro no cenário administractivo
Patrícia Maria Marcon (tese de Mestrado, Universidade Federal do Paraná)
Curitiba, 2006

No referencial teórico, uma síntese interessante dos modelos de tomada de decisão.





Paterson & Zderad

30 07 2007


Paterson e Zderad
Humanistic Nursing Theory

“The meaning of nursing as a living human act is in the act itself….Nursing is a response to the human situation….one human being needs a kind of help and another gives it.” (Paterson & Zderad, 1988, p. 11)

To me, a nurse is a being, becoming through intersubjectively calling and responding in her suffering, joyous, struggling, chaotic humanness, always trying beyond the possible while never completely free from ignoble personal human wants. And, through their [sic] presence it is possible for other persons to be all they can be in crisis situations of their worlds…In humanistically recalling and reflecting a nurse will understand and respond empathetically and sympathetically to both one’s [sic] own humanness and the other’s. (P & Z, p. 56)

Once while reflecting on the nature of nursing against a background of notions about intersubjectivity drawn from experience and literature and testing them against my own real life experiences of nursing, I suddenly saw that NURSING ITSELF IS A PARTICULAR FORM OF HUMAN DIALOGUE. This insight occurred to me with clarity, conviction, and all the force of a brand new idea. It was so obvious, so distinct, so simple, so clearly a central intuition that could illuminate the phenomenon of nursing from within. I experienced the idea as fresh and excitingly full of promise. (P & Z, p. 22)

he psychiatric and mental health setting was the background that provided the fertile grounds for Josephine G. Paterson and Loretta T. Zderad to first develop and then refine their “Humanistic Nursing” Theory. Their theory developed over a score of years during the 1950’s through the 1970’s at which time both instructors were teaching nursing students all the medical information necessary to provide a good solid background in scientific principles. They both recognized that while the scientific principles taught were good and sound, they were only a part of what being a nurse was all about. There was so much more to nursing not explainable in scientific terms. This part of nursing was valuable and of great worth in assisting their clients to optimum health and as a result of this it also made the nurse greater than (s)he was previous to the encounter.

Paterson and Zderad did not actively start out to develop “Humanistic Nursing Theory” but rather tried to find a method to explain and define the “hows,” “whats,” and “whys” that nurses provide. They felt there was a whole other world in which nurses accomplish what they do beyond the scientific principles that they taught their students. There was another aspect of accomplishment not explainable by science but rather was descriptive in nature. This was not a work that came easy. Creation of their theory took place over much of their professional lives and followed a rather convoluted and lengthy route. Their ideas were examined, reexamined, and refined. Their theory was polished and pondered over many years. “Humanistic Nursing Theory” is now utilized as a framework to guide the practice arena by many nurses since its development.

Humanistic Nursing Theory is still and will be a work in progress by others beyond Paterson & Zderad. Further development and refinement of this theory is the wish of Dr. Paterson and Dr. Zderad (personal communication with Nancy O’Conner, 2002). To this end in order to keep alive and continue with the work Paterson & Zderad started, Nancy O’Conner wrote Paterson and Zderad: Humanistic Nursing Theory (1993) in the series Notes on Nursing Theories by Sage Publications.

Another Humanistic Nursing activist is Dr. Susan Kleinman, who has written many articles, publications and maintains a website (http://www.humanistic-nursing.com) on this theory. She is listed as the standard-bearer of Humanistic Nursing Theory as indicated on the website. Check out Humanistic Nursing: The Phenomenological Theory of Paterson and Zderad (1986) published by National League for Nursing (NLN) in Case Studies in Nursing Theory.

D’aqui

Para Josephine Paterson e Loretta Zderad
enfermagem é entendida como um diálogo vivo, por meio do qual se compreendem e se descrevem as situações de enfermagem. Para que um diálogo vivo esteja presente, há necessidade da(o) enfermeira(o) possuir conhecimentos sobre Filosofia e Ciências Humanas e procurar autoconhecimento por meio de cursos, leituras e das artes. Para fundamentar a teoria da prática humanística, utilizaram o pensamento de alguns filósofos, entre os quais, Martin Buber.

(foto)





Senhoras e senhores… Kathy Kolcaba

23 07 2007


Há muito que entendo ser específico e fim da enfermagem a procura do bem estar das pessoas.
Ao longo do tempo, fui pensando bem estar e conforto, em todas as etapas da vida e em todas as situações, sendo certo que isso representa dimensão singular para cada um. E se adapta às necessidades em cuidados que cada um apresenta num dado momento (indo, portanto, do esticar de um lençol a uma reanimação, do ensino na prevenção ou ao acompanhamento no processo de morrer).

E depois, leio Kathy Kolcaba, e acho um espanto.

The Comfort Line

Comfort is a concept that has a strong association with nursing. Nurses traditionally provide comfort to patients and their families through interventions that can be called comfort measures. The intentional comforting actions of nurses strengthen patients and their families (who can be found in their own homes, in hospitals, agencies, communities, states, and nations). When patients and families are strengthened by actions of health care personnel (nurses!), they can better engage in health seeking behaviors. The positive relationships between these deliberate nursing actions and comfort is entailed in the first part of Kolcaba’s mid-range Theory of Comfort.

Enhanced comfort, is an immediate desirable outcome of nursing care, according to Comfort Theory. Additionally, it is theoretically and positively correlated with desired health seeking behaviors (HSBs). The concept was first introduced by Scholtfeldt (1975). HSBs can be internal (healing, immune function, number of T cells, etc.), external (health related activities, functional outcomes, etc.), or a peaceful death. The relationships between comfort and health seeking behaviors are entailed in the second part of Kolcaba’s comfort theory

Conforto como processo e resultado, numa visão holística.
Que tal?!

conforto: uma revisão de literatura





Estudos

11 04 2007

Participacion comunitaria, capacidades y bien estar, in El Puerto, Yacatán. Una evaluacion calitativa.
Tese em Ecologia Humana, Setembro 2006.
Relevo que o Marco Teórico parte de Sen e de Nussbaum,
das capacidades identificadas como centrais ao desenvolvimento do ser humano
(Martha Nussbaum afirmaria «florescimento do ser humano»).





dar conta de…

3 01 2007

Mais informações aqui





dar conta de…

18 11 2006

Ética & Investigação nas Ciências da Vida
X Seminário CONSELHO NACIONAL DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS DA VIDA

24 e 25 Novembro, Porto