Portefolios

7 06 2009

Are learning portefolios worth the effort?

BMJ | 9 august 2008 | Volume 337

Although the portfolio concept may seem deceptively simple, it is only too easy for the desired integrated, comprehensive picture to drown in a disorganised mess of useless information. Fortunately, the literature shows that three simple conditions can prevent this.

Mentoring is the single most decisive success factor. Without an audience, every portfolio is arguably a waste of time. (…) Evidence shows that portfolios improve the planning and monitoring of continuing medical education by combining external assessment and self assessment with mentoring.

Secondly, the portfolio must be smart and lean. (…) The concept of combining formative professional development alongside summative assessment is new. Clear guidelines on the purpose, contents, and organisation of the portfolio are essential.

Careful implementation is crucial. A strong resistance to the portfolio can be unleashed when learners are forced to stick to a rigidly prescribed format. Conversely, when learners are allowed to create a portfolio that reflects their personal interests and concerns, they will have a sense of ownership and be motivated to develop its content.

We need to overcome existing tensions in portfolio design and seek a strong evidence base to optimise their use. With proper mentoring, restricted but relevant content, and well balanced guidelines reflective of its purpose, a portfolio undoubtedly makes an important contribution to the effective assessment, both formative and summative, of performance in the workplace.

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recursos

25 05 2008

Um recurso muitissimo interessante, que chegou ao meu conhecimento:

Jornalismo 2.0 Como sobreviver e prosperar. Um guia de cultura digital na era da informação.

Feito para jornalistas, tem muita informação a começar do básico, de ferramentas, de audio e podcasting, de reportagens e vídeos, numa utilização ampliada do computador.

Mas não nos deixemos iludir pelo título. Basicamente, o texto (em português também) é um Guia para a Literacia digital…

p. 10 – Um mar tranquilo não faz um bom marinheiro

Este é um livro sobre pessoas, e não sobre tecnologia. Com certeza, há muita tecnologia nas páginas a seguir, mas na essência o que vamos encontrar aqui são pessoas tentando desenvolver suas habilidades dentro de um cenário novo e imprevisível. E são elas que importam, não o software mais recente ou o Web site. Se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor, o resto é apenas detalhe.

Como jornalistas, precisamos mudar nossas práticas para nos adaptarmos, mas não nossos valores. Somos como os marinheiros do provérbio inglês que escolhi para título desta introdução: nem o desejo de retornar a mares tranqüilos pode acalmar a água à nossa volta.
Seguindo ainda a metáfora da navegação: é hora de navegar conforme o vento. É hora de reorientar nosso navio e deixar que o vento que sopra nesse novo mar trabalhe a nosso favor, e não contra nós.
Vamos usar as melhores práticas desenvolvidas por outros jornalistas para sinalizar o caminho. Vamos tomar como ponto de partida o trabalho criativo e inovador desenvolvido pelos jornais, estações de rádio e televisão e web sites dos Estados Unidos. Podemos aprender bastante com todas essas experiências.
Como Benjamim Franklin já dizia, “quando você pára de promover mudanças, você está
acabado”.

(obrigada, CC)