(quase) a fechar 2007…

30 12 2007

Escolha a que mais lhe agradar…

e que os últimos dia de 2007 sejam floridos e perfumados.

galeria de imagens

Lorissa, Aparently nothing 





Pensamento do dia

17 09 2007


A melhor maneira de nos prepararmos para o futuro é concentrar toda a imaginação e entusiasmo na execução perfeita do trabalho de hoje.

Dale Carnegie





6 05 2007

No dia da Mãe, uma singela flor,
pensando em torno do milagre da vida e da força do amor filial, que em si mesmo redimensiona a vida.





estrelícia

26 02 2007


Chamam-lhe Flor do Paraíso, Estrelícia, ou, a minha preferida, Flor-de-Ibis. É mais do que uma mera imagem, esta flor. Ícone de uma metáfora.

Por falar nisso, Peirce dispensou pouca atenção ao tema das metáforas. Contudo, ainda que escassas , as suas referências ao assunto trouxeram à tona uma questão da iconicidade que pode enriquecer pesquisas e debates acerca da função cognitiva das metáforas.
Ícone é um signo do qual se exige apenas uma qualidade representativa característica: a de operar, por semelhança (resemblance, likeness), como signo de um objecto real ou possível, sem, seguindo a terminologia de Peirce, com este manter conexão dinâmica. “Semelhança” para Peirce presume a existência ou possibilidade de existência, de propriedades comuns entre signo e objeto; e é por esse compartilhamento próprio de atributos que a mente é afectada, incitada ao acto de interpretação. Ícone puro é sempre uma expressão de qualidade de semelhança, despida de informação factual, positiva.

Voltando atrás, uma Flor-de-Íbis é, para mim, muito mais do um ícone… próximo do cruzamento entre a função cognitiva e expressiva das metáforas. De flor-ave.
De nome botânico Strelitzia reginae, a “ave-do-paraíso”, de flores belas e exóticas, protegidas por uma bráctea em forma de barca. Associa a durabilidade ao colorido, o que é, em si mesmo, algo igualmente raro…





violetas…

25 02 2007

Violetas… prometidas para hoje, a quem afirmou preferi-las aos amores-perfeitos.

Flores transmitem(-me), além da beleza e do perfume, ideias de fragilidade e de precaridade.
O belo pouco duradoiro, mas, talvez por isso mesmo, mais tocante, quando a ideia de «que bonita!» se junta com a «que pena, dura tão pouco!»; junto-lhe a de «que bom que existe, ainda que por momentos!». As flores (como outras coisas) não valem pelo quanto mas per si.





de hoje

21 02 2007

caminhos de teses são partilhados, afirmo e reitero.

desenhar um projecto, delinear ideias, configurar as possibilidades também traz junto os momentos de espera e os sorrisos das etapas galgadas.

Flores, aos que hoje se alegram no franquear das portas…