Praha, na Boémia Central, nas margens do Vltava, antes da sua confluência com o Elba.
Pontuo-a entre as mais belas cidades da Europa, ainda surpreendida pelo imponente castelo (Hradcany), a Charle’s Bridge, o Bairro Judeu…
Na Praça da Cidade Velha (Starometska Namesti) encontrei uma das coisas que procurava – o relógio astronómico. E até lá chegar, muitas outras que me fizeram parar ou olhar de novo. O encantamento nem é pelos pontos turísticos, per si. Percorrer as ruas é encontrar, em cada esquina, detalhes e pontos de interesse.
Seguir as recomendações leva a cafés – o Louvre ou o Slavi, à escadaria (de subida quase mortal) da Catedral de S. Vito, a uns clubes de jazz… e uns sítios pegam-se a outros, o que é notável.
Estava longe de imaginar Praga assim…. e agora, encaixa lindamente a ideia de “mãe das cidades” (Praga mater urbium, “Praha matka měst”), “cidade das ce m cúpulas” ou “a cidade de ouro”.
































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