sob encantamento

23 11 2009

 

 

 

 

 

 

Praha, na Boémia Central, nas margens do Vltava, antes da sua confluência com o Elba.

Pontuo-a entre as mais belas cidades da Europa, ainda surpreendida pelo imponente castelo (Hradcany), a Charle’s Bridge, o Bairro Judeu…

 

 

 

 

 

 

Na Praça da Cidade Velha (Starometska Namesti) encontrei uma das coisas que procurava – o relógio astronómico.  E até lá chegar, muitas outras que me fizeram parar ou olhar de novo. O encantamento nem é pelos pontos turísticos, per si. Percorrer as ruas é encontrar, em cada esquina, detalhes e pontos de interesse.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguir as recomendações leva a cafés  – o Louvre ou o Slavi, à escadaria (de subida quase mortal) da Catedral de S. Vito, a uns clubes de jazz… e uns sítios pegam-se a outros, o que é notável.

Estava longe de imaginar Praga assim…. e agora, encaixa lindamente a ideia de “mãe das cidades” (Praga mater urbium, “Praha matka měst”), “cidade das ce m cúpulas” ou “a cidade de ouro”.





adivinha…

27 10 2009

Há ruas assim, em que passear por elas pode ser um encontro inesperado… em Portugal, note-se.

Qual é a cidade???

 

 

 

 





Redondezas… a sul

23 02 2009

(foto: AF, cripta arqueológica Alcácer do Sal)

Vinte e seis séculos de história cruzam-se na Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal.

O subterrâneo escavado no solo e no antigo Convento de Aracaeli oferece uma verdadeira viagem no tempo, numa atmosfera única, onde vestígios da Idade do Ferro convivem no mesmo espaço com estruturas romanas, islâmicas e medievais com intervalos intemporais entre si de mais de 2500 anos.

E nós aqui tão perto





travessias pelo tempo

23 11 2008

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Falar dos gregos ou da cultura da Grécia Antiga é evocar a base da nossa cultura ocidental – influenciaram a linguagem, a política, a educação, a filosofia, a ciência, a tecnologia, a arte.

Conceitos como cidadania e democracia são gregos, ou pelo menos de desenvolvimento pela mão dos gregos. Como afirmou Heidegger, «a filosofia fala grego». O ideal desportivo, das Olimpíadas, é aceso no facho de fogo grego. A ideia da resistência – na batalha de Maratona ou nas Termópilas – associou-se à defesa da liberdade. E se mais exemplos fossem necessários, a geometria de Euclides, o teorema de Tales, o princípio de Arquimedes, os estudos de Hipócrates, as tragédias de Sófocles, a oratória de Demóstenes.

O Partenon, dedicado a Athena Nike, pode assumir-se como exemplo de uma influência que atravessou, para já, vinte e seis séculos. Péricles indicou como supervisor das obras a serem iniciadas na Acrópole em 447 a.C. o escultor Fídias, o arquiteto Ictinus e o construtor Calicrates. Era de Fídias a famosa estátua de Atenas Partenos, esculpida em marfim e ouro.

De majestosa simplicidade, o Partenon não tem artifícios ornamentais.  Há quem aponte fundamentos políticos, religiosos e estéticos na sua construção. Há quem o considere um monumento à razão ou à glória de um povo. Foi templo grego, igreja cristã, mesquita turca. Sobre a colina, visível sobre a muralha protectora, o Partenon permanece – e não ter sido escolhido para a nova lista das sete maravilhas do mundo, não faz com que deixe de ser uma das maravilhas da minha lista pessoal.





encontros com a história e o futuro

9 10 2008

Plovdiv terá, dizem, mais de 6.000 anos de história. Ao longo dos anos,  muitos monumentos foram sendo acrescentados ao património. A foto é do Teatro Romano, mandado construir pelo imperador Marco Aurélio, no sec II, ainda hoje  utilizado para diversos espectáculos de teatro, canto e dança.

É mais antiga que Atenas, Roma ou Constantinopla. Contemporânea de Tróia, teve muitos e diversos nomes – foi Kendros, Eumolpia (trácia), Philippopolis, Pulpuveda, Trimontium (romana), Pulden, Populdin e Felibe (turca).

O nome «Plovdiv» data de século XV e dura até hoje. Nas margens do rio Maritza, é o ponto onde convergem as rotas da Ásia Menor, para Europa e do Centro da Ásia para Grécia. É espantosa a vista dos Rodopes e da planície trácia.

Em Plovdiv decorre a 7th Conferência da FINE, European Federation of Nurse Educators.





adivinha-se…

29 06 2008

Um tipo específico de adivinha:

Qual o forte, na fotografia? Não chega. o nó?





memórias de Kamakura

12 04 2008

De Kamakura, mão de DK

Kamakura, por LN.

O que tem Kamakura de especial, estarão a pensar.

É uma cidade fundada em 1192, com muitos templos, entre os quais o de Kotokuin, que tem o Daibutsu, um Grande Buda, da foto. Uma estátua sentada, que dizem ter entre 13,5 e 15m de altura (varia com as fontes) e pesar 121 toneladas. É a segunda maior estátua de Buda, no Japão. É de pedra e dizem que tem olhos de ouro – estão fechados – tendo sido polida em bronze, no século XIII (datada de 1252). Representa Amitabha (Amida Nyorai) uma das figuras salvadoras no Budismo japonês, preocupando-se com a vida-por-vir. Amida é também um dos cinco Tathagata da Sabedoria.

Estava dentro do templo, até que uma tsunami destruíu o edificio em 1498 – a estátua ficou, desde então, no mesmo local mas no exterior.

O interior da estátua é oco e pode subir-se, por uma escadaria, até ao nível do ombro. Outro detalhe singular é o da posição das mãos.

Ver a estátua, impressiona. Não apenas pelo tamanho, diria, nem somente pelo clima de reverência do local. São visíveis (porque preservados) os traços do governo dos shogun – o clan Minamoto governou a partir de Kamakura -, apesar de tal acontecido entre os séculos XII e XIV. Ter sido um shogunato continua a ser narrado. E resistir ao tempo e às tempestades não é de somenos. Num pedestal no alto de uma colina, rodeada por um jardim, com um incensário adiante.

Japanese Budhist Statuary

Kamakura Period

Land of the Shogun





a ver se adivinha

6 04 2008

Trata-se de um regresso… a este tipo específico de «adivinhas».

Qual é o forte, na fotografia?





de passagem…

23 01 2008

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Mais de uma década depois, voltar a Brugge, a Veneza do Norte, é reencontrar quase tudo na mesma. E voltar ao largo dos 4 cavaleiros do Apocalipse.

Aqui, os cavalos não teêm as tradicionais cores – branco, vermelho, preto, amarelo.
Continuam a representar a Guerra, a Fome, a Morte, a Peste.





a ver se (se) adivinha

9 09 2007

Com o (in)sucesso que teve a última adivinha, a ver se esta é mais adivinhável…


qual a cidade da planície na paisagem,
em que uma das portas assim se apresenta?





adivinha(r) da (nossa) terra…

3 09 2007

no retomar de outras, em modo adivinha

Sobre que rio português passa esta ponte?
Ou então, que ponte é esta?
Ou, variando, onde estamos se tivermos os pés sobre esta ponte?





ver se adivinha…

21 07 2006


na sequência de outras,
mais uma adivinha:
……

Em que cidade
nos encontramos,
para assim vermos
esta estátua?…

Nota: agradecimento especial ao fotógrafo!





vamos a ver se adivinha….

31 07 2005


na sequência de outras, mais uma adivinha….

Esta imagem é…
Em Portugal, belíssimo rectângulo de contrastes – o detalhe da muralha do castelo é em… ?!
(lamento, mas não coloco do castelo por ser, por demais, conhecido….)





a ver se adivinha…

16 07 2005

A ideia do «vamos a ver se adivinha…» nem é nova.

Esta imagem é…
Em Portugal, belíssimo rectângulo de contrastes – a muralha, igreja e castelo são em… ?!





vamos a ver se adivinha…

26 06 2005


estandarte de rua Posted by Hello

Dentro do rectângulo nacional (pois, “vá para fora cá dentro”) encontram-se espaços com características especiais. Este estandarte (e outros semelhantes) adejam ao longo de um passeio num parque em… ?
ou chamado?….
… será que alguém adivinha?!





uma ajuda…

26 06 2005


mural de samurais Posted by Hello

Ao «vamos a ver se adivinha», junta-se outra pista… do mesmo local.





sigam o link

16 01 2005

Seguir um link faz-me sempre lembrar o «Matrix» (follow the white rabbit).

Mas este, vale a pena, numa saltada a Moscovo, a ver as estações do Metro…

http://www.beeflowers.com/Metro/ParkKultury/mainpage.htm

http://www.beeflowers.com/Metro/-Startfiles-/index.htm

e então?!