dos significados: as cores

O template está fixado, por ora.

Se as cores têm significado (escuso-me agora, mas a cromoterapia é uma área interessante!) , o castanho junta a vitalidade revigorante do vermelho e o equilíbrio relaxante do verde. Côr da terra, raízes e troncos, da solidez. Vigor e fortaleza de espírito, ligada a projectos e a serenidade.

A imagem do ilhéu de árvores, no meio da água, quer juntar um colectivo que se reúne enquanto se separa… e junta-se pelos interesses, pela partilha, pela conversa.
O verde reflecte participação, adaptabilidade e generosidade. Dizem os entendidos que amplia a compreensão e é a cor mais harmoniosa e calmante de todas.
A água, do azul e do espectro frio, associa-se à paz e à confiança, favorecendo as actividades intelectuais e a reflexão.

Assim, porque procurar sentidos faz sentido, se reuniram os elementos gráficos e se renovam, na mudança, os desejos de conversa.

quando as coisas são complexas…


Memorial de Chang Kai-Check, Taipei Posted by Hello

Retomo o tema das competências…
Não apenas porque me interessam e porque ando em volta delas mas, fundamentalmente, porque me parecem possibilitar uma viragem (muito) pertinente na estrutura curricular.

No relatório do Projecto Tuning, fase 2, lê-se:

Competences tend to convey meaning in reference to what a person is capable or competent of, the degree of preparation, sufficiency and/or responsibility for certain tasks.
In the Tuning Project, the concept of competences tries to follow an integrated approach, looking at capacities via a dynamic combination of attributes that together permit a competent performance or as a part of a final product of an educational process
(p. 68)

Analisar as competências, identificar os elementos/indicadores a partir dos resultados, definir os níveis de especificação… será que um processo tão analítico não corre o risco de empobrecer a fecundidade de uma «coisa» complexa? e se sim, como se reduzem os riscos? como se pode manter e proteger a natureza matricial, de dinâmica combinatória?

cenários

De vez em quando, é bom mudar os cenários – mais que rearrumar os espaços, trata-se de experimentar outras formas. De inquirir dos juízos de belo e confortável, na onda de renovação ou de mudança que se vai fazendo, nas actividades quotidianas.
O «Conversamos?!» é, naturalmente, afectado pela vontade de fresco e pelo redesenhar de cenários. Afinal, o template original já tinha algum tempo!

virtudes capitais do professor – # 4: acreditar nas capacidade dos estudantes


três rosas num pé Posted by Hello

Depois de
1 – respeito singular
2 – entusiasmo
3 – curiosidade e inquietude

4 – Acreditar nas capacidades dos estudantes

Tanto aparece na proposta da “capacidade de acreditar nos alunos mais fracos” (V.V.) como em “acreditar nas capacidades dos alunos em melhorarem o seu rendimento académico, por muito insuficiente que este possa ser” (PJ).

Acreditar é crer em algo. Por exemplo, por força da vontade.
A vontade é o ponto central a partir do qual uma acção significativa pode ocorrer. Por isso há quem a defina como uma combinação da atenção com o esforço (de superação de inibições, da preguiça ou da distração).
Mas querer não é um acto em si mesmo – antes orienta a consciência de maneira que a acção desejada possa revelar-se por si própria.
Diria que uma das responsabilidades primordiais do professor é encorajar os estudantes a aumentar a sua capacidade de acreditar em si e de (se) realizarem. Poderia estar aqui uma das raízes do empreendorismo!

Acreditar, neste caso, é confiar, e a confiança frequentemente justifica-se a si mesma – aliás, basta pensar na gestão das expectativas e no «efeito Pigmaleão».
Acreditar nas capacidades dos estudantes implica estar atento às oportunidades, tomar medidas alternativas, a fim de enfrentar desafios ou superar obstáculos.
Incentivar e promover mesmo em momentos de maiores dificuldades ou de aparente insucesso.
Também requer procura criativa de formas de chegar aos estudantes e, até, mostrar confiança na própria capacidade de realizar uma tarefa difícil ou enfrentar m difícil desafio. Pode ser uma forma de exemplaridade importante…

Conversamos?!