Trends 2010: uma década de mudança no Ensino Superior Europeu

Trends 2010: a decade of change in European Higher Education

INTRODUCTION: THE SCOPE OF THE REPORT
1. The aim of the Trends 2010 report is two-fold. Firstly, to situate and analyse – from the viewpoint of higher education institutions – the implementation of the Bologna Process in the context of the much broader set of changes that have affected higher education in Europe in the past decade. Secondly, to propose an agenda for the future of both the Bologna Process and the EHEA.

2. The report is based on a unique longitudinal analysis of responses to two survey questionnaires to higher education institutions (821 responses) and national rectors’ conferences (27 responses), which have been compared to Trends III (2005) and Trends V (2007) results. The quantitative data were supplemented with qualitative data collected through 28 site visits in 16 countries, two focus group discussions and five semi-structured interview

… Para umas horas de leitura… agradecida ao Que Universidade?

Pensamento do dia

You have your way. I have my way. As for the right way, the correct way, and the only way, it does not exist.

Nietzsche

Tu tens o teu caminho.  Eu tenho o meu caminho. Quanto ao caminho certo, o caminho correcto, e o único caminho, é coisa que não existe.

Na agenda de 31 de Março

Dia 31 de Março

10-11.15h, FCSH

Frederico Pedreira “Estrangeiros na língua materna”

A apresentação parte do conceito de gaguejante criativo, de Deleuze, acerca do artista que coloca a linguagem em permanente estado de desequilíbrio, tornando-se estrangeiro na sua língua materna. Esta ideia será articulada com a deslocação da Identidade e com o questionamento da nossa relação cognitiva com as palavras, através de uma desintegração propositada da linguagem. Aqui se insere o estudo de Brett Bourbon sobre como lidamos com o não-sentido e o que daí extraímos. Alguns discursos a analisar serão os de Joyce, Beckett, Cassavetes, José Cardoso Pires (em De Profundis, Valsa Lenta) e Nuno Bragança.

Rede de Filosofia e Literatura

HP 2010 – vamos apagar as luzes

A Hora do Planeta é a maior iniciativa de luta mundial contra as alterações climáticas, promovida pela WWF, a organização global de conservação.

Teve início em 2007, na cidade australiana de Sidney. A intenção foi, na altura, alertar de forma simbólica – apagando as luzes por uma hora – a população australiana para a necessidade de protegermos o Planeta contra os efeitos das alterações climáticas. Dois milhões de pessoas desligaram as luzes.

Em 2009, mais de 1.2 mil milhões de pessoas aderiram à Hora do Planeta em  88 países, 4000 cidades, 11 das quais portuguesas. Este ano, espera-se que a participação na Hora do Planeta seja ainda maior e que milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo em Portugal, possam aderir a esta iniciativa.

No sábado, 27 de Março de 2010, entre as 20H30 e as 21H30, cidadãos e empresas em todo o mundo apagarão as luzes durante uma hora, a Hora do Planeta, para mostrar como unidos podemos fazer a diferença na luta contra alterações climáticas.

Pelo segundo ano consecutivo, Portugal adere à Hora do Planeta. Já foram confirmadas oficialmente as cidades de Lisboa, Faro, Loulé, Águeda, Aveiro e Vila Nova de Famalicão. Monumentos nacionais (como: Cristo-Rei, Castelo de São Jorge, Museu da Electricidade e Padrão das Descobertas em Lisboa; Arco e Muralhas da Cidade de Faro; Biblioteca Manuel Alegre, em Águeda; ou o Mosteiro do Landim, em Vila Nova de Famalicão) engrossam a lista de mais de 70 monumentos que em todo o mundo irão ficar às escuras em nome desta mensagem poderosa da WWF e da Hora do Planeta: ajudar a manter o nosso Planeta Vivo!

Já sabe, sábado, às 20h30, apague as luzes.

Lendo Murakami

“Contemplei distraidamente os seus dedos que percorriam o traçado aos quadrados da saia. Havia qualquer coisa de misterioso naquele gesto, era como se das pontas dos seus dedos brotassem fios invisíveis capazes de tecer um tempo novo. Fechei os olhos e, na escuridão, vi formarem-se redemoinhos, uns atrás dos outros, que apareciam e desapareciam silenciosamente. Ao longe, Nat King Cole cantava  «South of the Border». A canção referia-se ao México, é bom de ver, mas na época eu não tinha maneira de o saber. As palavras «sul da fronteira» possuíam aos meus ouvidos uma estranha ressonância, com o seu quê de enigmático. Cada vez que as ouvia, perguntava a mim mesmo o que podia haver de maravilhoso, a sul da fronteira.”

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