FQS: The Ethical Significance of (Mathematically) Engaging with Students and Teachers while Collecting Qualitative Data

The Ethical Significance of (Mathematically) Engaging with Students and Teachers while Collecting Qualitative Data

Jean-Francois Maheux, Wolff-Michael Roth

Abstract

Qualitative research in education is organized and conducted around knowing something specific about teaching and learning: it is conducted in the search of knowledge. This attitude, LÉVINAS explains, poses an ethical challenge because it reduces the otherness of the other to sameness and negates our fundamental relation of responsibility for the other: “knowledge is still and always solitude.” Although scholars articulate the significance of such ethics for teaching and learning, it is yet to be conceptualized in the perspective of conducting classroom research. In this paper, we provide an exemplifying analysis of a classroom research episode (form our content area of mathematics) to renew the concept of observing through which going into the classroom and collecting data is realized in/as ethical responsibility for the students and the teachers.

URN: http://nbn-resolving.de/urn:nbn:de:0114-fqs1203115

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tópicos para reduzir a invisibilidade do suicídio

1. Suicídios e tentativas podem ser compreendidos como fenómenos distintos. As maiores taxas de suicídios encontram-se entre os homens, e as de tentativas, entre as mulheres (OMS, 2002). O suicídio é um fenómeno em ascensão no mundo inteiro – em 2000, a taxa de mortalidade por suicídio no mundo foi de 14,5 em cada 100 mil pessoas, sendo a quarta maior causa de morte em pessoas com idade entre 15 e 44 anos.

2. Os fatores de risco diferem entre grupos da população. Os fatores de risco mais frequentemente estudados são: história de tentativas anteriores; transtornos mentais (depressão, esquizofrenia e transtorno bipolar); isolamento social; dependência de álcool, de drogas, consumo ou dependência de medicamentos psicoativos; história de suicídios e tentativas de suicídio na família.

3. A tentativa de suicídio é o fator de risco mais previsível para o suicídio. Estudos demonstram que cerca de 30 a 40% dos que tentam o suicídio e não recebem atendimento, repetem a tentativa no período de um ano. As pessoas que fazem tentativas de suicídio estão num processo de crise e necessitam de uma atenção imediata para tentar interromper este processo.

4. « nos últimos 30 anos de dados disponíveis, entre 1980 e 2009, morreram 56.213 pessoas por suicídio provável em Portugal», sendo que na última década se verificou uma tendência para o aumento do suicídio provável em Portugal.». Segundo os últimos dados disponíveis sobre o suicídio, relativos a 2009, a cada quatro horas suicidou-se uma pessoa, o que significa que em meio ano houve mais mortes por suicídio do que por acidentes de viação no ano inteiro. (fonte)

5. “Apesar das taxas de suicídio em Portugal só ocasionalmente atingirem os dois dígitos nos últimos 50 anos (exs: 1967; 1984; 2002; 2003; 2004; 2007; 2008), o que desperta no nosso país alguma perplexidade é a marcada e persistente assimetria entre o Norte e o Sul, tão claramente evidenciada pelo sociólogo Eduardo de Freitas na década de 80. Ao Norte, taxas baixas, ao Sul, taxas elevadas, discrepância muito peculiar mesmo a nível internacional, para um país pequeno como Portugal.Por exemplo, a diferença entre o Baixo Alentejo e o Minho pode ser de 10 vezes mais. A linha que divide este “dualismo do desespero” é o paralelo que passa por Santarém, “fronteira” preferível ao rio Tejo de modo a incluir a Grande Lisboa.” (fonte)

6. “O perfil do suicida em Portugal tem-se mantido ao longo dos anos: homem, com mais de 50 anos, a viver na Grande Lisboa, Alentejo ou Algarve, separado, divorciado ou viúvo, desempregado ou reformado, com escassos rendimentos, com baixos níveis de instrução, socialmente isolado, sem práticas religiosas, deprimido e alcoólico (com história de passado psiquiátrico), em comorbilidade com perturbação da personalidade, psicopatologia por vezes associada a doença crónica dolorosa ou incapacitante, com múltiplos problemas afectivos, com ideação de morte ou suicida prévias, incluindo tentativas de suicídio, que põe termo à vida por método violento como o enforcamento, arma de fogo, pesticidas, precipitação, afogamento, trucidação por comboio, na Primavera ou no Verão.” (fonte)

Sociedade Portuguesa de Suicidiologia

Consulta de Prevenção do Suicídio

Prevenção do suicidio: manual para profissionais em atenção primária (OMS, 2000)