Pensamento do dia

tricoteuse

A cada dia que vivo, mais me convenço

de que o desperdício da vida está no amor que não damos,

nas forças que não usamos,

na prudência egoísta que nada arrisca

e que, esquivando-nos do sofrimento,

perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

Drumond

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do 5º Encontro Nacional das USF

Sob o tema “Saúde – capital do Futuro”, o Encontro ocorreu de 7 a 9 de Maio e foi, por estes dias, iniciada a disponibilização dos vídeos das sessões.

“Uma sociedade que se quer desenvolvida, equitativa e produtiva é uma sociedade fundada numa população saudável, solidária, aberta, que consulta a inteligência coletiva para fazer as melhores escolhas e que acredita que pode e consegue fazer o que é necessário no sentido de otimizar a vida de todos.

Iremos à essência das USF como organizações positivas, campo de uma cultura organizacional de coragem, esperança, otimismo, criatividade, autonomia, responsabilidade, cooperação e cidadania, que ativam o que de melhor existe em cada pessoa e a excelência e o desenvolvimento organizacional.

Selecionámos temas cuja discussão possa contribuir para uma grande reflexão que interesse os profissionais de saúde mas também os cidadãos em geral e possa apontar opções viáveis para o desenvolvimento rumo à Saúde.”

Vídeos das sessões:

Trabalho nas USF: a saúde dos profissionais

Lei e deontologia na USF

 

 

Memorial Day

Na última segunda-feira de Maio, nos EUA assinala-se o Memorial Day. “Obama spoke on a sun-splashed morning at the amphitheater of Arlington National Cemetery after he placed a wreath at the Tomb of the Unknowns.”

Do discurso do Presidente, recorto:

Beyond these quiet hills, across that special bridge, is a city of monuments dedicated to visionary leaders and singular moments in the life of our Republic. But it is here, on this hallowed ground, where we choose to build a monument to a constant thread in the American character — the truth that our nation endures because it has always been home to men and women who are willing to give their all, and lay down their very lives, to preserve and protect this land that we love.

That character — that selflessness — beats in the hearts of the very first patriots who died for a democracy they had never known and would never see. It lived on in the men and women who fought to hold our union together, and in those who fought to defend it abroad — from the beaches of Europe to the mountains and jungles of Asia. This year, as we mark the 60th anniversary of the end of fighting in Korea, we offer a special salute to all those who served and gave their lives in the Korean War. And over the last decade, we’ve seen the character of our country again — in the nearly 7,000 Americans who have made the ultimate sacrifice on battlefields and city streets half a world away.

[…]

And so, as I said last week, America stands at a crossroads. But even as we turn the page on a decade of conflict, even as we look forward, let us never forget, as we gather here today, that our nation is still at war.

 It should be self-evident. And in generations past, it was. And during World War II, millions of Americans contributed to the war effort — soldiers like my own grandfather; women like my grandmother, who worked the assembly lines. During the Vietnam War, just about everybody knew somebody — a brother, a son, a friend — who served in harm’s way.

Today, it’s different. Perhaps it’s a tribute to our remarkable all-volunteer force, made up of men and women who step forward to serve and do so with extraordinary skill and valor. Perhaps it’s a testament to our advanced technologies, which allow smaller numbers of troops to wield greater and greater power. But regardless of the reason, this truth cannot be ignored that today most Americans are not directly touched by war.

As a consequence, not all Americans may always see or fully grasp the depth of sacrifice, the profound costs that are made in our name — right now, as we speak, every day.”

 

arlington 03

Da passagem pelo Cemitério de Arlington, lembro-me que evoquei o (antigo) «Jardins de Pedra», filme de Francis Ford Coppola. O lugar é solene, impressionante, triste. A memória dos «fallen», evocada no discurso, apela, mais do que à memória, ao tributo. O que pode bem ser um alerta – especialmente quando se considera “our nation is stil in war”…

Pesquisa de provérbios

Um recurso interessante – em Centro Virtual Cervantes

CVCPor exemplo: busca de «quem não tem cão caça com gato»

Idioma: Português

Enunciado: Quem não tem cão caça com gato

Traducción literal: El que no tiene perro caza con gato

Marcador de uso: Muy usado

Fuentes: Machado1996 p. 507; Pinto2000 p. 41; Souza p. 86

Observaciones: En el colección de refranes de Delicado publicada en 1651 ya aparece el refrán “À míngua de pão boas são as tortas” (p. 246), equivalencia formal del refrán español A falta de pan, buenas son tortas. También lo recogen Francisco Rolland en su repertorio de 1780 (Rolland, 1780: 129) y Maria Carrusca en el volumen III de su colección (Carrusca, vol. III, p. 132), pero está en desuso actualmente.

SINÓNIMOS

Enunciado: À falta de capão, cebola e pão (Carrusca vol. III, p. 142; Machado1996 p. 26)

Traducción literal: A falta de capón, cebolla y pan

Enunciado: Quando não há lombo linguiça como (Carrusca vol. III, pp. 84 y 123; Machado1996 p. 460)

Traducción literal: Cuando no hay lomo longaniza como

Enunciado: Quem não pode andar a cavalo anda a pé

Traducción literal: El que no puede ir a caballo va a pie.

Enunciado: À falta de pão, até migalhas vão

Traducción literal: A falta de pan, hasta migajas van

Enunciado: À míngua de pão boas são as tortas (Delicado1923 p. 246; Rolland p. 129; Carrusca vol. III, p. 132)

Traducción literal: A falta de pan buenas son las tortas

Enunciado: Onde faltam cavalos, trotam os asnos (Souza p. 86)

Traducción literal: Donde faltan caballos trotan los burros

Uma lista consideravel de Paremias (provérbios) AQUI

The pursuit of responsible use of medicines, WHO

OMS MAIO2013AQUI

WHO, 2012

recommendations

 

WHO advocates 12 key interventions to promote more rational use:

  • Establishment of a multidisciplinary national body to coordinate policies on medicine use
  • Use of clinical guidelines
  • Development and use of national essential medicines list
  • Establishment of drug and therapeutics committees in districts and hospitals
  • Inclusion of problem-based pharmacotherapy training in undergraduate curricula
  • Continuing in-service medical education as a licensure requirement
  • Supervision, audit and feedback
  • Use of independent information on medicines
  • Public education about medicines
  • Avoidance of perverse financial incentives
  • Use of appropriate and enforced regulation
  • Sufficient government expenditure to ensure availability of medicines and staff.