Leituras [de férias]

triplo 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica, com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela uma história, onde o suspense se combina com factos históricos.

 Ken Follett é um contador de histórias, com a habilidade de transformar factos históricos em adaptações fictícias interessantes. E seguimos a história, impressionante, de Nathaniel Dickstein e dos outros espiões que o espiam.  Como de costume, emerge a habilidade do escritor em enriquecer as personagens e envolver-nos. Nas histórias – de espionagem, das famílias, de amor em circunstâncias improváveis. É, fundamentalmente, um romance histórico de espionagem.
Esta publicação, deste ano, traduz uma obra de 1979, a segunda de Follet, depois de Eye of the Needle. Por isso, é e não é o «novo thriller» do autor…

[5] Coisas & Loisas | batentes e aldrabas

Royal_air_Maroc_av_iberdade viseu - portugal tumblr_mlao3iPkVj1qefrmxo1_500 Aldrabas e batentes têm ambos a função de bater numa porta, como que a anunciar a visita. Ambas têm uma função decorativa e, também, simbólica (muitas constituem proteção contra os espíritos maléficos, ligadas ao poder benfazejo da mão). O que as distingue é que o batente executa a função de bater na porta e a aldraba serve também como trinco ou ferrolho, podendo ser rodada e abrir a porta. blogue incontornável:  Aldrabas, batentes e fechaduras links:

«truz, truz» portas e aldrabas também contam histórias

A Aldraba

Aldrabas e batentes

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entretens… ou onde estão os doodles do google

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Abrir o Google

clickar em «sinto-me com sorte»

(I feel lucky)

sem nenhuma palavra de pesquisa

 

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e aparecem os «doodles» de todos os googles desde 1998 (no primeiro screenshot) e até 2013. Screenshot_4

Pode escolher-se ver por país e ano  (veja-se Portugal)

e os que assinalam efemérides globais (veja-se 2013, global)

Um entretem para as memórias dos «google days»…

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