Leituras: a menina que roubava livros

“Tive vontade de dizer muitas coisas à roubadora de livros, sobre a beleza e a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo e subestimo a raça humana — que raras vezes simplesmente a estimo. Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. Nenhuma dessas coisas, porém, saiu da minha boca. Tudo o que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e dizer a única verdade que realmente sei. Eu disse à menina que roubava livros e a digo-lhe a si agora. ULTIMA NOTA DA SUA NARRADORA. Os seres humanos me assombram.”  A menina que roubava livros,  Markus Zuzak

Se ainda não leu, faça-o. É impressionante o modo como, em jeito de romance infantil e seguindo Liesel entre 1939 e 1943, a Morte (que narra) nos convida à reflexão sobre a vida, do que somos capazes e como um ser humano pode mudar a vida de muitos outros para o bem ou para o mal.

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