“A Oeste nada de novo”

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No Delito de Opinião há uma série de posts «Grandes Romances». Anteontem, ” A Oeste Nada de novo”, de Erich Maria Remarque – que aqui já assinalámos, no dia do seu aniversário.

A Oeste Nada de Novo, com a sua brutal descrição do ambiente de guerra sem floreados românticos, não poupa pormenores que outros autores pudicamente esconderiam em obediência aos duvidosos parâmetros do “bom gosto”. São homens de carne e osso que percorrem estas páginas. Homens que comem, bebem, fumam, cospem, praguejam, vomitam, suam, sangram, matam e morrem. Homens que nas trincheiras disputam restos de pão com os ratos. Homens que viram camaradas cujos olhos foram arrancados por baionetas inimigas. Homens desvalidos como crianças que durante os combates se colam por vezes à terra como se recebessem um abraço da mãe distante.”

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“Quando saltaste para aqui eras meu inimigo e tive medo de ti, mas és só um homem como eu e matei-te. Perdoa-me […]
Porque é que eles nos fazem isto?
Só queríamos viver, tu e eu. Porque é que eles tinham de nos enviar para lutar um contra o outro?
Se deitasses fora a espingarda e esse uniforme, podias ser meu irmão…”

ou

«Foi uma ordem que fez nossos inimigos estas formas silenciosas; outra ordem poderia, agora, torná-los nossos amigos.» (p. 138)

 

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