Libertação de Auschwitz-Birkenau

Auschwitz
Com a chegada do exército da União Soviética, a 27 de janeiro de 1945, libertaram-se  sete mil prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz. Estima-se que de 1,1 milhões de pessoas foram mortas entre 1940 e 1945, no complexo perto de Cracóvia, no Sul da Polónia.
Nestas comemorações do 70.º aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, as atenções estarão focadas nos cerca de 300 sobreviventes que passarão pelos portões do antigo complexo de extermínio nazi.
“O 70.º aniversário não será igual aos anteriores grandes aniversários. Temos de dizer de forma clara: é o último grande aniversário que podemos comemorar com a presença de um grande grupo de sobreviventes. As suas vozes tornaram-se no mais importante aviso contra a capacidade humana para a extrema humilhação, desprezo e genocídio”, afirmou Piotr M.A. Cywinski, diretor do Memorial Auschwitz.
A grande maioria dos sobreviventes de Auschwitz-Birkenau tem mais de 90 anos.
Na terça-feira, quando se assinala o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, um dos momentos mais emotivos será quando os sobreviventes passarem pelo denominado ‘Portão da Morte’ (o portão de entrada do complexo), depositarem flores e acenderem velas em frente ao muro do bloco 11 do campo de concentração, conhecido como o Muro da Morte, em memória das vítimas.

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RIP Artemios Ventouris Roussos, aka, Demis Roussos

Em sua memória – Demis Roussos (Aphrodite’s Child) – Rain And Tears 1968 (Single, Album: End of the World)

Era o cantor de Forever and ever, o companheiro de banda de Vangelis nos Aphrodite’s Child e uma das vozes (e rostos) mais populares do rock europeu da década de 1970. Demis Roussos, nome artístico de Artemios Ventouris Roussos, grego nascido no Egipto, morreu esta segunda-feira, aos 68 anos, em Atenas. Requiescat in pace.

Lisboa: estações do Metro, lugares de descoberta

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Talvez seja um dos passeios mais interessantes pela cidade, para quem não se importar de andar em subterrâneo e, especialmente, se nem estiver bom tempo;

os Metropolitanos são uma forma óbvia de poupar tempo, para quem cruza a cidade, mas, mais do que isso, as estações são um modo assaz curioso de disseminar cultura, arte, informação.

As estações de metropolitano, em Lisboa, são muito apelativas, artísticas, preparadas para serem vistas, diria.

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