“A Construção de Conhecimento sobre Políticas Públicas de Educação em Portugal.”

Screenshot_3

Luis Miguel Carvalho. Julho 2014
“Este e-book apresenta um estudo original sobre a investigação realizada em contexto de elaboração de teses de doutoramento, em Educação/Ciências da Educação e em universidades portuguesas, sobre políticas públicas de educação. Basicamente, aqui se descreve e examina o modo como as políticas vêm sendo abordadas nessa modalidade de concretização da pesquisa educacional, de modo a evidenciar e discutir a emergência, em Portugal e na referida área científica, entre 2000 e 2012, de um espaço de conhecimento analítico, de carácter não disciplinar, sobre políticas públicas de educação.  (…) Importa acrescentar que este pequeno estudo faz parte de um outro, de maior fôlego e em curso, orientado para a caracterização e análise da formação de um conhecimento especializado em política educativa em Educação em Portugal, desde 2000. O projecto assenta na constituição e no exame de dois corpos documentais distintos: as teses de doutoramento em Educação/Ciências da Educação, aqui examinadas; os artigos publicados em revistas especializadas da área da Educação/Ciências da Educação editadas em língua portuguesa, até ao momento apenas coleccionados. O estudo descritivo e interpretativo que aqui se apresenta é suportado pela análise de teses apresentadas a defesa pública, entre 2000 e 2012, em universidades portuguesas. A constituição do acervo resultou do cruzamento de informação disponível em três tipos de arquivos: (a) Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal; (b) Biblioteca Nacional; (c) repositórios de Universidades públicas e privadas portuguesas” (p.14-15)
“Independentemente das diferenças que marcam as diversas aproximações aqui referidas, parece evidente uma procura de modos de análise que se centram na compreensão dos documentos, não apenas como espaços de inscrição de valores, princípios, prescrições, mas também como lugares de problematização do real e de legitimação e de deslegitimação dos modos de (o) pensar e de nele/sobre ele agir. Trata-se de um desafio ao qual parece tanto mais necessário responder quanto, como refere Correia (2010: 456), nas últimas décadas “o campo político se ocupou menos na definição de normas práticas para a acção e mais na imposição de ordens cognitivas para pensar a acção”.(p.77)

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s