Votos para 2016

2016

Um ano a chegar ao fim possibilita, a quem quer, fazer votos para o ano seguinte. E viver o último dia do ano, a tal página 365 de um livro de 365 páginas.

Há quem goste de tomar decisões- “new year resolutions”… -; a bem do rigor, não sou crente em resoluções de Ano Novo. Para já, vou tentar deixar de escrever 2015, na data do dia, a partir de 1 de janeiro!

Até me parece mais interessante decidir o que não levo para o ano seguinte e gozar o dia feriado, que só por isso o ano já começa bem!

Ademais, 2016 será o ano internacional das leguminosas, (um desafio, para quem não as aprecia por aí além…), o Ano Internacional para o Entendimento Global e a Assembleia da República declarou 2016 como o ano nacional de combate ao desperdício alimentar.

Já são muitas metas para um ano só!

Assim sendo, endereço votos que vivam bem os dias, com entusiasmo e convição; que não se poupem a esforços para se realizarem e desenvolverem, que apreciem as coisas boas da vida e sejam capazes de transformar as más e menos boas em suportáveis…

E um Feliz Ano Novo!

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Gosto por bancos…

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Não é a primeira vez que confesso gostar de bancos…

E encontram-se bancos interessantes em muitos sítios do mundo. Inclusivé já encontrei bancos com mosaicos personalizados, bancos feitos de pedra, de metal, de madeira, de corda. Bancos  em jardins,  em beiras de estrada, em praças, em ruelas.

Bancos de várias cores mas sempre com estilo que convida e  representa um parar e sentar-se.

Neste caso, bancos com pinturas típicas de BD, no Parque Central da Amadora.

Raridade: biombo Namban

Biombo Namban

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BIOMBO japonês de seis folhas, datado da primeira metade do século XIX, e assinado Tsuda Dou-sen, aprendiz de Kano Doushou, da Escola Kano. A maioria dos biombos Namban não possui assinatura nem selos. A presença de ambos neste biombo faz dele uma raridade. A sua gramática decorativa é conhecida no Japão por Namban-jin Ko-eki zu, que se traduz por “cenas de comércio com figuras Namban”.

A dominar o centro do biombo, uma interessante e vivida cena festiva, onde se podem ver ocidentais e japoneses a dançar juntos, ao som de shamisen e de outros instrumentos.

Além de ser raro, é belíssimo…