“Gender Equality in Power and Decision-Making”, 2016

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O Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE) publicou o estudo « Igualdade de Género no Poder e Tomada de Decisão»,  foi levado a cabo entre 2003 e 2014, pretendendo monitorizar o progresso dos Estados-membros da União Europeia em termos de Igualdade de Género, no que concerne ao poder e à tomada de decisão.

Este estudo evidencia o que sabemos: que as mulheres ainda enfrentam desafios injustos nas suas vidas, como acontece nos processos de tomada de decisão em que estão sub-representadas em várias posições de liderança a nível político e económico, em vários países da União Europeia. Nos bancos centrais, ministérios das finanças e  salas de reuniões em toda a Europa apenas 1 em cada 25 lugares de topo é ocupado por uma mulher.

O estudo tem uma estrutura, dados, análises, de elevada clareza e fácil leitura.

Documento «Gender Equality in Power and Decision-Making: Review of the Implementation of the Beijing Platform for Action in the EU Member States»

Some Member States have expressed strong commitments and adopted policies to promote women in political decision-making, including positive action (legislative or voluntary quotas) for public institutions and governing bodies. Member States that implemented binding and voluntary quotas had, on average, 29% of women in their national parliaments in 2014, an increase of 10 percentage points since 2003.
In the economic sphere, progress in women’s representation has been most pronounced on corporate boards. Since 2003 the proportion of women on the highest decision-making bodies in the largest publicly listed companies has gradually increased, from 9% in 2003 to 20% in 2014, in particular among Member States where binding legislation is in effect. Over the last decade the representation of women has also slightly improved in workers’ and employers’ organisations at both European and national levels. However, in the financial sector, in particular at EU level, the rate of change has been very slow. Men dominate the governance of central banks and take up the majority of positions as presidents of boards. The reluctance to appoint women candidates to board positions is often rooted in gender-biased recruitment and promotion procedures, a male-dominated business culture and the lack of transparency in board appointment processes. These elements all contribute to the problem known as the ‘glass ceiling’ (p.7, executive summary)

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