“As greves de 1943 vividas pelas operárias de Almada”

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No presente artigo pretende-se explorar o tema da resistência operária, no feminino e em contexto urbano, numa zona reconhecida histórica e socialmente como de grande concentração de operariado. Assim, e reconhecendo a existência de tais atributos à cidade de Almada, pelo menos desde os finais do século XIX, incidir-se-á a apresentação de dados sobre esta região da margem sul do Tejo. No que diz respeito ao período cronológico em análise, delimitaram-se as décadas de 30 e 40, o que se prende, por um lado, com as próprias conjunturas nacionais, pois o Portugal operário e resistente dos anos em questão não será o mesmo dos anos 50/60 e de todo o período do pós-guerra; e por outro, porque a nível local, como refere Jorge Rodrigues: “Os anos 40 representaram, no concelho de Almada, uma charneira entre dois mundos completamente diferentes: o mundo da industrialização incipiente e o novo mundo da terciarização generalizada.” (Rodrigues, 1999:8).”

!No final, uma coisa é certa: nunca as mulheres operárias tinham tido, durante o Estado Novo, honras de primeira página na imprensa. Seja pela crítica ou pelo incentivo, desta vez, ao contrário de muitas outras, as suas
acções não foram relegadas para o esquecimento da História. Talvez também, porque pela primeira vez o regime as viu agir de forma tão inesperada.”

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