The Handmaid’s Tale [2017]

Tal como no livro de Margaret Atwood, a história é contada pela perspectiva de Offred, alternando cenas do presente com do passado. Uma facção católica tomou o poder nos Estados Unidos, com o intuito de restaurar a paz, proteger o ambiente, a moral e os bons costumes; transformou o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento. As mulheres férteis servem para o seu “destino biológico”, gerar filhos para homens poderosos, vestem como na era puritana do século XVII, com uma touca que as impede de ver (e serem vistas), são proibidas de ler e as atividades que podem desenvolver são restritas.

Offred é uma “handmaid”, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Vistas como privilegiadas, abençoadas com fertilidade, maltratadas até se submetem.

«We intend to make the world better. Not better for everyone. Better means worse for someone»

A história começa com a atribuição de Offred à esposa Serena Joy (Yvonne Strahovski) e ao Comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes), um oficial de alto escalão do regime. O ritmo é lento e muito envolvente. Curioso como a transformação do livro ficou tão bem sucedida…

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The Handmaid’s Tale pode bem ser candidata a uma das melhores e mais provocadoras séries de 2017, -uma distopia que foi acontecendo aos poucos, aos olhos do mundo.

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