Bansky

A mais recente obra de Banksy é uma homenagem aos profissionais de saúde na luta contra o coronavírus

 

Esta é a segunda vez que Banksy ‘aparece’ no período de confinamento, agora para homenagear os profissionais que trabalham nos hospitais contra a atual pandemia @BANKSY INSTRAGRAM

Para a homenagem, Banksy socorre-se de uma criança, que troca os habituais heróis — “Batman” e o “Homem-Aranha” estão no caixote do lixo — por uma enfermeira, de capa e em pose voadora. A obra chama-se “Game Changer”, uma dupla referência: à criança que trocou de brinquedo e aos profissionais que “mudam o jogo” no combate à doença. Foi desenhada na parede de um corredor do hospital de Southampton, cidade no sul de Inglaterra, e publicada pelo artista no Instagram, que por lá deixou apenas o título da obra. Para os profissionais do hospital, acrescentou uma nota. “Obrigado por tudo o que estão a fazer. Espero que isto ilumine um pouco este lugar, ainda que seja apenas preto e branco.” ‘Isto’, como Banksy lhe chama, aconteceu na quarta-feira, dia 6 de maio.

 

A primeira obra que Bansky mostrou durante o confinamento foi desenhada nas paredes da sua casa de banho INSTAGRAM/BANKSY

 

 

Philip Lück e 3D

Philip Lück, também conhecido como @philiplueck é um artista alemão que trabalha com modelagem 3d e motion, criando diversas obras abstratas com um toque de realismo. Em algumas delas brinca com o significado de palavras como o Lucky Strike e Pense fora da caixa, já em outros, os objetos recebem uma nova função.

Michael Cheval, arte do absurdo?

Evolution

Imagine II

Love Hunter II

Michael Cherval

The Absurdist art of Michael Cheval is thought-provoking and a joy to examine, but it can also leave viewers with more questions than answers, such as “what is the meaning behind this?”

Cheval says one of the greatest joys he experiences in creating art is starting a “game” with the viewer, where they must solve the riddle of the painting’s hidden meaning. The titles serve as clues, but the rest is left up to the viewer to decipher.

“I turn everything upside down and let people see the common things in a new light from a different angle,” Cheval says. “It’s regular, usual things—it’s about love and hate, about dreams, about magic.”

 

3d sketch, David Moreno

Spanish sculptor David Moreno (previously) continues to blur the lines between two and three dimensions with his architectural artworks. Created using hundreds of steel rods and lengths of piano wire, Moreno’s sculptures take the shape of buildings, and his more recent works have ventured indoors, highlighting interior details like doorways and staircases. In 2017, the artist also created a large, immersive installation in the United Arab Emirates titled “Connecting Doors.”  Moreno shares his work on Instagram and Behance.

fonte aqui

“José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno” na FCG

 

Autor profícuo, diversificado, Almada Negreiros  (1893-1970) desdobrou-se por diversos ofícios. Toda a arte, nas suas várias formas, seria, para Almada, uma parte do «espetáculo» que o artista teria por missão apresentar perante o público, fazendo de cada obra, gesto ou atitude um meio de dar a ver uma ideia total de modernidade. Um profundo sentido do «VER» e do »Representar» emergem na sua obra, muito visível nesta exposição.

Gostei de ver os estudos inéditos e de obras conhecidas, a pintura e o desenho, o cinema e a narrativa gráfica. Em alguns momentos, percebemos a familiaridade com a obra, que  encontramos por Lisboa, em fachadas, paineis e edifícios, e aqui nos surge numa perspetiva mais global. Agregada. Estão lá os famosos retratos de Fernando Pessoa e o Manifesto Anti-Dantas, naturalmente, mas o que mais surpreende é a diversidade e a riqueza da sua produção ao longo de seis décadas. Do cartaz do filme A Canção de Lisboa aos painéis das gares de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos, do mapa mundi ao Arlequim,  mais de quatrocentos trabalhos distribuídos por dois pisos organizados em oito núcleos temáticos. Pintura, desenho, cerâmica, vitrais, painéis, cinema, novelas gráficas, teatro e até dança.

«Os meus olhos não são meus, são os olhos do nosso século».

“Thanksgiving special”, pratos criativos por Hannah Rothstein

Em novembro de 2014 e de 2015, Hannah Rothstein apresentou uma série de fotografias  intituladas  Thanksgiving Special,  a partir de artistas famosos, ao estilo de Magritte, Pollock, Georges Seurat, Vincent van Gogh, Miró, etc… Ver   Rothstein’s website

Vejamos: René Magritte

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Vincent Van Gogh

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Pablo Picasso

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Jackson Pollock

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George Seurat

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Andy Warthol

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Rothko

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Joan Miro

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Gustav Klimt

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Georgia O’Keeffe

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Salvador Dali

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Keith Haring

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Piet Mondrian

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