Gosto por bancos…

IMG_4549 IMG_4550 IMG_4551 IMG_4556

Não é a primeira vez que confesso gostar de bancos…

E encontram-se bancos interessantes em muitos sítios do mundo. Inclusivé já encontrei bancos com mosaicos personalizados, bancos feitos de pedra, de metal, de madeira, de corda. Bancos  em jardins,  em beiras de estrada, em praças, em ruelas.

Bancos de várias cores mas sempre com estilo que convida e  representa um parar e sentar-se.

Neste caso, bancos com pinturas típicas de BD, no Parque Central da Amadora.

# 1080 | Pensamento do dia

reading bench_Paris

“Qual foi o génio que inventou o banco público? No nosso mundo cada vez mais controlado, dirigido e digitalizado, o banco público de madeira é um oásis de liberdade no meio da cidade. No banco pode ler, dormitar, comer a sua sanduíche, meditar e reflectir sobre a vaidade dos desejos humanos. (…) O banco oferece convívio, privacidade e conforto. Tudo isto sem custos nenhuns”

Tom Hodgkinson e Dan Kieran, O Livro dos Prazeres Inúteis, Quetzal (p.39)

sítios de sentar

IMGP4889Poderia dizer que gosto de bancos.

E dei conta que se encontram bancos interessantes em muitos sítios do mundo. Inclusivé já encontrei bancos com mosaicos personalizados, bancos feitos de pedra, de metal, de madeira, de corda.

Bancos  em jardins,  em beiras de estrada, em praças, em ruelas.

Bancos de várias cores mas sempre com estilo que convida e  representa um parar e sentar-se.

 

(Dëshmorët e Kombit Boulevard, Tirana)

 

IMGP4870

[06] Lugares do Mundo, Silver Spring

Ao longo da rua,  um simples banco de madeira torna-se” memorial”, por ser doado ou dedicado a alguém…

Há os que assinalam ter a obra de arte sido encomendada por firmas ou empresas e os que, de modo singelo, são dedicados, «com amor» a alguém, pai, por exemplo.

Curioso que muita gente não repara na pequena chapa metálica que identifica o banco e o trabalho de mosaico….

(Along the street, a simple wooden bench becomes a memorial, because was donated or dedicated to someone …

There are those who point out have the artwork was commissioned by firms or companies and that, so simple, is dedicated “with love” to someone, father, for example.

Curious that many people do not notice the small metal plate that identifies the mosaic work ….

(Downtown, Silver Spring)

»» livros e leituras: "Governar a Universidade Portuguesa"


Banco de jardim Posted by Hello

“Na minha perspectiva há sete factores que incorporam objectivos e valores que devem condicionar e enformar as decisões relativas à governação, aos órgãos do governo e aos sistemas de decisão das universidades europeias neste princípio de século. São eles:
1. A abertura ao exterior
2. O reforço das lideranças
3. A accountability
4. A autonomia
5. A participação
6. O combate às corporações instaladas; e, finalmente,
7. A necessidade de questionar as hierarquias estabelecidas.”

Prefácio de Marçal Grilo
a Governar a Universidade Portuguesa
de Júlio Pedrosa e João Filipe Queiró.
Lisboa: FCG, 2005.

Do ponto de vista institucional, como bem assinala o “Relatório Bricall”, o debate deve colocar-se em termos práticos e instrumentais: as mudanças de estrutura são um recurso de que as organizações dispõem para melhor realizar a sua missão e enfrentar novos desafios.

Muito rapidamente, os principais problemas identificados são os seguintes:
1. O comportamento inconsistente do Estado na concepção e posterior acompanhamento da spolíticas de ensino terciário, com ausência de planeamento e regulação, e com investimento e financiamento erráticos, predominando a ausências de perspectivas de prazo;
2. A fragilidade dos mecanismos de garantia da qualidade no ensino superior e o modo como são usados. (…)
3. A ausência de planeamento no desenvolvimento da rede de oferta de ensino terciário. (…)
4. A distinção imperfeita entre subsistemas de ensino terciário, que não cobrem o leque de funções que hoje cabem a esse nível de ensino e que entre si “competem” em vez de se complementarem(…)
5. Modelos inadequados de governação das instituições (…)
6. Impacto do estatuto da carreira docente universitária na governação, pelas competências que estabelece para os Conselhos Científicos (…)
7. A ausência de sedes que promovam o envolvimento de grupos de interessados exteriores à Universidade na sua governação (…)”

Acrescento que os próprios autores afirmam:
O magno problema da modificação das formas de governo universitário tem, assim, que ser analisado no contexto da questão de saber o que está mal e porque é que está mal. E a verdade manda que se diga que muito do que está mal se deve a erros que não são das universidades, nem no seu conjunto nem individualmente consideradas“. (p. 17)

Sem me pronunciar sobre este perfil de problemas, diria que é todo externo à própria Universidade. Ou colocado fora dela. O que é curioso, num subcapítulo designado: “Os principais problemas em Portugal”.
Apetece pensar em «locus de controle externo»… conversamos?!