Invoco a 1ª Lei de Newton :)

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Um corpo tende a ficar parado ou em movimento rectilíneo uniforme, até que uma força aja sobre ele.

Lex I

“Corpus omne perseverare in statu suo quiescendi vel movendi uniformiter in directum, nisi quatenus a viribus impressis cogitur statum illum mutare”
Cada corpo persevera no seu estado de repouso ou de movimento uniforme em linha, a menos que seja compelido a mudar aquele estado por forças nele imprimidas

Princípio da inércia ou Primeira Lei de Newton.

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Magnifico exemplar aqui ou aqui

Curiosidades: G. K. Chesterton

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«Quando certa vez perguntaram a Chesterton “que livro gostaria de ter consigo se fosse um náufrago numa ilha deserta”, respondeu com “um manual de construção de barcos”.»

Mas também terá dito: “Isso depende das circunstâncias. Se eu fosse um político que quisesse impressionar os eleitores, escolheria Platão ou Aristóteles. Mas o verdadeiro teste seria com pessoas com quem não tivéssemos de nos exibir, amigos ou constituintes. Nesse caso, estou certo de que toda a gente levaria o Guia Prático de construção de barcos de Thomas para que pudessem fugir da ilha o mais rápidamente possível. E se fossemos autorizados a ter um segundo livro seria a melhor história de detetives ao nosso alcance. Se só pudesse levar um livro para uma ilha deserta e não tivesse pressa em de lá sair, sem a menor hesitação eu colocaria o Pickwick Papers na minha mochila.

G. K. Chesterton escolheu um manual prático para se evadir realmente da ilha deserta. Deixa à nossa imaginação um pensador acima do peso, de mangas arregaçadas, a construir o seu meio de fuga.

 

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G.K. Chesterton and several other literary figures were once asked what book they would prefer to have with them if they were stranded on a desert island.
“The complete works of Shakespeare,” said one writer without hesitation.
“I choose the Bible,” said another.
“How about you?” they asked Chesterton.
“I would choose Thomas’ Guide to Practical Shipbuilding,” replied Chesterton.
Source- Joke Barn

Here, apparently, is the original source of the above anecdote. Cyril Clemens (a relation of Samuel Clemens, i.e., Mark Twain) wrote a book on Chesterton called Chesterton as Seen by His Contemporaries (1939), in the course of which he interviewed Chesterton himself as well (shortly before GKC’s death), in addition to his contemporaries. From that book (p. 131 in my edition):
_________
I then asked the author what would be his choice if he had to go on a desert island and could take but one book along.
“It would depend upon the circumstances,” he replied. “If I were a politician who wanted to impress his constituents, I would take Plato or Aristotle. But the real test would be with people who had no chance to show off before their friends or their constituents. In that case I feel certain that everyone would take Thomas’ ‘Guide to Practical Shipbuilding’ so that they could get away from the island as quickly as possible. And then if they should be allowed to take a second book it would be the most exciting detective story within reach. But if I could take only one book to a desert isle and was not in a particular hurry to get off, I would without the slightest hesitation put ‘Pickwick Papers’ in my handbag.”

 

» 13. Breviário

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Pensar, per si, não altera as coisas nem os valores.

É a faculdade de julgar que faz a diferença, dividindo os particulares sob regras e juntando senso comum e imaginação.

Julgamos e distinguimos o certo do errado não pelo geral, mas atentando ao particular que se torna, para nós, um exemplo.

Diria que a nossa cartografia pessoal de exemplos expressa os juízos que realizamos.

Breviário


O que mais gostei na imagem foi a diferença de e  numa figura igual às outras… De certa forma, parecido com o traço individual de cada um no meio dos Outros.

E pode ter graça, em cada dia, procurar ouvir a sua própria voz, seguir numa passada sua… graça essa que é a de seguir por si num percurso finito, singular e, necessariamente, irrepetível ou irreproduzível….

Faça qualquer coisa singular hoje… aliás, em cada hoje dos dias que virão.

10. Breviário

 

“Eu queria trazer-te uns versos muito lindos colhidos no mais íntimo de mim” diz Quintana.

Curioso que ele veja assim o seu íntimo, capaz de ser solo de versos muito lindos.

Pois que há outros,

solos de palavras amargas e parágrafos fracturantes,

pântanos de medos e angústias,

dos quais só brotariam as belas e venenosas  Gloriosas.

Mas sim, há outros,

solos de terra fértil e suave aragem,

que apenas por se apresentarem adoçam a vida e a existência.

Fico-me do lado de Quintana, portanto.