exquisit, i.e., requintadamente

Andava a passear neste blog e encontrei uns selos magníficos. Não, não são selos de correio. São selos de cera. Na foto acima (que trouxe do blog), o de Napoleão III.

This amazing work of art is a French Was Seal from the Napoleon III era, circa early 1800’s.  It is called a wax seal “etui”, French for “case”.  The stamp itself is beautiful, but the wonderful surprise when one opens the end of the seal, are 14 double sided stamps that are interchangeable with the head of the seal!

E daqui trouxe o de cabo com anjo…
Impressive antique French silvered bronze figural wax seal. Superb casted solid bronze figure, finely detailed. Representing Saint Michael the Archangel defeating the Devil, depicted as a serpent dragon

Atena | Αθηνά, Athēnā

Athena

Atena | Αθηνά, transl. Athēnā ou Aθηναία, Athēnaia | também conhecida como Palas Atena (Παλλάς Αθηνά) é, na mitologia grega, a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia em batalha, das artes, da justiça e da habilidade.Uma das principais divindades do panteão grego e um dos doze deuses olímpicos, protetora de Atenas e de toda a Ática, de  heróis e outras figuras míticas, uma das deusas mais representadas na arte grega.

Nesta estátua, Atena tem um aspecto belo e nobre, austero e ostenta os atributos de uma guerreira: usa um elmo, tem uma lança e uma aegis,  o escudo mágico que Zeus utilizou contra os titãs, com uma serpente, Nike, a personificação da vitória.

Notebooks em filmes

Algumas personagens célebres usam diários ou cadernos de anotações. Em alguns filmes aparecem Moleskines, diários e notebooks.

il_340x270.384479434_7rcfIndiana Jones

$T2eC16hHJGEFFm6Kuo1eBR9FwSWQL!~~60_59 Indiana Jones

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the last crusade Indiana Jones the last crusade

the-ghost-writer-moleskineThe Ghost Writer

strange_than_fictionStranger than Fiction

the-notebook The Notebook

T._M._Riddle's_DiaryT.M.Riddle’s Diary, Harry Potterstrange_than_fictionStrange than fiction

john carterJohn Carper

 

[9] Coisas & Loisas | máquinas de escrever

IMG_0888IMG_0845IMG_0910Engraçado que ver estas máquinas (na Feira de Santa Clara, vulgo Feira da Ladra) me recordou as questões da segurança e há por aí gente a comprar máquinas de escrever para proteger a informação nacional…(Kremlin volta às máquinas de escrever, julho 2013)

Da minha parte, ainda tenho a primeira e a terceira máquina de escrever que comprei… não teêm é ligação ao blog…

[8] Coisas & Loisas | flea market: malas

IMGP5312 IMGP5313       “de mala aviada” é uma expressão corrente, eventualmente menos que “de malas à porta”… aliás, um âxito antigo falava em “mala de cartão”.

Confesso, porém, que estas malas só as vejo (vi) na Feira da Ladra (o tal «flea market» de Lisboa) e não tenho memórias de as ter visto nas passadeiras de bagagens dos aeroportos.

Eventualmente, porque o dono (ou dona) de tal preciosidade não se arriscaria a separar-se dela 🙂

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[7] Coisas & Loisas | relógios

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desde sempre, tivemos a aspiração de medir o tempo… relógios de cabeceria, despertadores, cumprem outra função, igualmente relevante: acordar-nos.

porque o tempo escorre, os alertas do passar do tempo assumem uma importância particular – excepto (ou talvez nem por isso) em férias…

[5] Coisas & Loisas | batentes e aldrabas

Royal_air_Maroc_av_iberdade viseu - portugal tumblr_mlao3iPkVj1qefrmxo1_500 Aldrabas e batentes têm ambos a função de bater numa porta, como que a anunciar a visita. Ambas têm uma função decorativa e, também, simbólica (muitas constituem proteção contra os espíritos maléficos, ligadas ao poder benfazejo da mão). O que as distingue é que o batente executa a função de bater na porta e a aldraba serve também como trinco ou ferrolho, podendo ser rodada e abrir a porta. blogue incontornável:  Aldrabas, batentes e fechaduras links:

«truz, truz» portas e aldrabas também contam histórias

A Aldraba

Aldrabas e batentes

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[4] Coisas & Loisas | balanças

IMGP5299 Dantes, as balanças eram mecânicas… usavam-se pratos e pesos .  OIMGP5264 processo de pesagem era feito por comparação. De um lado, colocava-se um peso-padrão, e, do outro, a mercadoria. Quando a balança entrava em equilíbrio, era sinal de que a massa dos dois pratos eram iguais e calculava-se o preço. E o ponteirinho que indicava o ponto de equilíbrio entre as duas massas era chamado de o fiel da balança.

A balança com fiel começou a ser substituída na década de 30, com a chegada dos modelos semiautomáticos, que funcionavam com um prato apenas e um ponteiro que indicava a massa em quilos em uma escala.

A expressão “fiel da balança”, porém, continua sendo usada até hoje. Por indicar o equilíbrio entre dois lados, refere-se a um mediador confiável ou pessoas com o poder de influenciar de forma decisiva.
Encontramos balanças de muitas formas e feitios, umas mais robustas e toscas, outras delicadas e elegantes para objeto de decoração (vidé as da primeira foto…)

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[3] Coisas & Loisas | candeeiros de chaminé

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Os candeeiros de chaminé de vidro foram muito usados até meados do século passado e, em abono da verdade, até aos anos 80 e 90, em meios rurais onde não tinha chegado a eletricidade.

Estes candeeiros compõem-se de “pé”, “cabeça” e “chaminé”  embora tenham formatos diferentes, havendo mesmo os que não têm pé, começando logo no depósito no qual existe uma argola por onde se pega. O vidro é normalmente transparente o que facilita ver o abastecimento que possui e o tamanho da torcida.
Tanto o pé como a chaminé são de vidro e há variadíssimos motivos decorativos no pé, que inclui o depósito.

As chaminés são praticamente iguais, com pequenas diferenças na parte superior. E é preciso cuidado a encaixá-la entre os metais…  O borrão que formava a torcida tinha de ser frequentemente cortado para que desse melhor luz e era tarefa diária limpar a chaminé que se tisnava com facilidade, principalmente se a torcida não estava limpa.IMGP5269

Aliás, uma boa forma de ficar com a chaminé chamuscada era a torcida estar esfiapada ou a queimar mal… Para os acender, retira-se a chaminé e encosta-se um fósforo aceso à torcida. Para apagar, levanta-se a chaminé e com um sopro, apaga-se. Ou nem se mexe na chaminé e apaga-se por cima 🙂

Sou de uma geração que nasceu à luz dos candeeiros de petróleo…  À luz do petróleo se jantava e se contavam histórias de família.

À luz do petróleo aprendi a ler e a escrever.
Ainda hoje me lembro do cheiro a petróleo e do cheiro que fica após soprar pela chaminé…
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