Education and Training Monitor 2017

Building on the most up-to-date quantitative and qualitative evidence available and assessing recent and ongoing policy measures, the 28 country reports of the Education and Training Monitor discuss the drivers of inequalities in education and measures to promote inclusion, building on recent evidence from PISA, early school leaving and participation in early education and care.

The country reports also explore investment in education and training and national policies to modernise school education, higher education, vocational education and adult learning.

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Os dados devem ser vistos com atenção. Relevo três gráficos da Infografia

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Temos 34,6% de diplomados no Ensino Superior no grupo do 30 aos 34 anos — média Europeia 39,1%

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Temos uma taxa de 14% de abandono escolar precoce, entre os 18 e os 24 anos – a média europeia é de 10,7%.

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Temos uma taxa de 73,8% de emprego dos recém-licenciados (entre 20 e 34 anos) – média europeia de 78,2%.

 

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“Relatório sobre a avaliação do acesso ao Ensino Superior”

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O Relatório avança finalmente com um conjunto de questões que permitirão sustentar estratégias e justificar decisões que melhorem os mecanismos associados ao acesso ao ensino superior.
As questões abordadas no Relatório podem ser sintetizadas:
 Criação de uma via de acesso ao ensino superior para os diplomados com cursos secundários profissionalizantes. Estes cursos (profissionais e de aprendizagem) atingiram uma expressão significativa no panorama do ensino secundário e não foram, entretanto, definidos mecanismos ajustados que promovam o respetivo acesso ao ensino superior. Sugere-se a criação de um percurso natural e coerente, de matriz profissionalizante, associando estes cursos à oferta das escolas politécnicas.
 Melhoria do acesso ao ensino superior para os diplomados com cursos secundários artísticos especializados. À semelhança dos cursos profissionais, não existe um percurso coerente para o acesso ao ensino superior, sendo estes diplomados obrigados a submeterem-se a determinadas avaliações frequentemente alheadas dos itinerários escolares frequentados. Sugere-se a criação de uma via especifica de acesso ao ensino superior.
 Organização do acesso aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (ensino superior) através de um Concurso Nacional, garantindo-se um quadro de preferências e prioridades regionais e habilitacionais;
Ajustamento do conteúdo das provas para avaliação das capacidades para a frequência do ensino superior para maiores de 23 anos, autonomizando-as dos referenciais do ensino secundário e ajustando-as aos perfis exigidos para a frequência do ensino superior (níveis de conhecimento, aptidões cognitivas, experiências profissionais consolidadas e progressivas, intervenção cidadã, etc.), evitando que a prova seja uma repetição dos exames finais do ensino secundário;
 Lançamento de uma campanha de mobilização para atrair novos públicos para o ensino superior, diversificando as linhas de formação oferecidas, os modelos de organização da formação, os calendários, as parcerias, encontrando soluções flexíveis para responder positivamente a necessidades reais ou latentes;
Normalização das classificações dos exames finais do ensino secundário, superando a variabilidade inter-anual que é normalmente provocada por alterações nos respetivos níveis de exigência. Este processo levaria à calibração das classificações, assegurando-se que, em cada ano, a média globalmente fixada fosse respeitada;
Regulação das diferenciações excessivas das classificações internas do ensino secundário, reduzindo os desvios (positivos e negativos) introduzidos por desalinhamentos exagerados nas notas internas e garantindo um maior grau de equidade nas candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso.
(negritos são meus)
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a partir da página  67
Tema A – Criação de um Concurso Especial de acesso ao ensino superior para os diplomados dos cursos profissionalizantes (cursos profissionais e cursos de aprendizagem)
Tema B – Criação um Concurso Especial de acesso aos cursos das áreas artísticas do ensino superior para os diplomados dos cursos artísticos especializados.
Tema C – Supressão dos exames nacionais como condição para a certificação dos diplomados dos cursos artísticos especializados e profissionais para candidatura ao ensino superior.
Tema D – Criação de um Concurso Nacional (ou uma componente do atual Concurso Nacional de Acesso) para acesso aos cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP) do ensino superior politécnico público.
Tema E – Alteração dos conteúdos das provas para apuramento de capacidades para candidatos maiores de 23 anos
Tema F – Criação no sistema de ensino superior de opções de formação específicas para acolher novos públicos (maiores de 23 anos, reingressos, formações complementares, etc.)
Tema G – Normalização das classificações dos exames finais do ensino secundário
Tema H – Regulação das diferenciações excessivas das classificações internas do ensino secundário.

Academic Ranking of World Universities – 2016 (e 2015)

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A Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 (Academic Ranking of World Universities, ARWU) foi divulgada hoje pelo Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade de Jiao Tong de Xangai.

EM 2015

Olhando os países, no mapa do mundo, estamos a falar de uma distribuição de 500 universidades por 42 países. Os primeiros 20 lugares são de Universidades nos Estados Unidos (16 ), Reino Unido (3) e Suiça (1).

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“A Universidade de Harvard continua a ser número um no mundo pelo 13º ano, e as outras universades de 10 melhores são: a Stanford, o MIT, a Berkeley, a Cambridge, a Princeton, o Caltech, a Columbia, a Chicago e a Oxford.

Na Europa Continental, o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich) (20ª) na Suíça ocupa o primeiro lugar, e a Universidade de Copenhague (35ª) na Dinamarca ultrapassa a Universidade Pierre e Marie Curie (36ª) da França como a 2ª melhor universidade nesta região.

A Universidade de Tóquio (21ª) e a Universidade de Quioto (26ª) mantêm as suas posições de liderança na Ásia. A Universidade de Melbourne (44ª) encabeça outras universidades na Oceânia.

A Universidade de Warwick (92ª) no Reino Unido entra na lista das 100 melhores universidades pela primeira vez.

No total há 11 universidades que se introduzem na lista das 500 melhores universidades em 2015, entre os quais a Universidade de Tecnologia da Queenslândia da Austrália e a Universidade de Tecnologia de Sharif do Irão fazem suas primeiras aparições.

O Centro de Universidades de Classe Mundial também lança a Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 por Grandes Áreas Temáticas (ARWU-FIELD) e a por Áreas Temáticas (ARWU-SUBJECT). As 200 melhores universidades em cinco grandes áreas temáticas e em cinco áreas temáticas selecionadas são enumeradas, onde as 5 melhores universidades são:

Vendo o ranking completo, das 500 universidades, por países com Universidades no ranking, estão:

Estados Unidos, 146

Alemanha, 39,

Reino Unido, com 37,

China, com 32,

França, com 22,

Canadá, Austrália e Itália com 20,

Japão, com 18

Espanha com 13,

Holanda, Coreia do Sul, com 12,

Suécia, com 11,

Bélgica, Suiça, com 7,

Áustria,  Finlândia, Israel e Brasil, com 6,

Dinamarca, com 5,

África do Sul e Arábia Saudita com 4,

Irlanda, Portugal e Noruega, com 3,

Chile, Hungria, Grécia, Polónia, Irão, Malásia, Rússia, Nova Zelândia, com 2,

República Checa, Sérvia, Eslovénia, Egito, Índia, Turquia, México, Argentina, com 1.

Dos 42 países, 9 totalizam 354 universidades (Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, China, França, Canadá, Austrália, Itália e Japão), enquanto 17 têm 1 ou 2.

Nos ranking das 500 melhores há 3 universidades de Portugal, em 201, 301 e 401 lugares.

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EM 2016

 

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“Harvard University remains the number one in the world for the 14th year. Berkeley raise from the 4th to the 3rd. Oxford soars from the 10th place to the 7th. ETH Zurich (19th) takes first place in Continental Europe, and University of Copenhagen (31st) in Denmark overtakes Pierre & Marie Curie (39th) in France as the second best university in this area. In Asia, University of Tokyo is back to Top 20 but Kyoto University drop from 26th to 32nd. University of Melbourne (40th) tops other universities in Oceania, followed by University of Queensland (55th).”

There are totally 9 universities breaking into the Top 100 list in 2016, among which Tsinghua University, Peking University, Monash University, National University of Singapore, Mayo Medical School and the University of Texas M. D. Anderson Cancer Center make their first appearance in the Top 100. This is also the first time for China and Singapore to have Top 100 universities in the world.

In total, 27 universities have made it into the Top 500 list for the first time.”

Voltando a ver por países,

Estados Unidos, 137 (-11)

Alemanha, 38 (-1)

Reino Unido, com 37 (=2015)

China, com 41 (+11)

França, com 22 (=2015)

Austrália,  23 (+3)

Itália (-1) e Canadá (-1) com 19

Japão, com 16 (-2)

Espanha com 12 (-1)

Holanda, com 12 (=2015)

Suécia  (=2015), Coreia do Sul (-1), com 11

Suiça, com 8 (+1)

Bélgica, com 7 (=2015)

Finlândia e Brasil, com 6 (=2015)

Dinamarca, Áustria (-1), Israel (-1) e Portugal (+2) com 5

 

Nova Zelândia (+2), África do Sul e Arábia Saudita com 4

Malásia (+1), Rússia (+1), Irlanda e Noruega, com 3

Hungria, Grécia, Polónia, Irão, com 2 (=2015)

Chile (-1),  Sérvia, Eslovénia, Estónia, Egito, Índia, Turquia, México, Argentina, com 1.

O comparativo com 2015 é interessante, sendo elevada a mobilidade de países como os Estados Unidos e a China.

Quanto a Portugal, a UL subiu a 151 (notável!), a UP e a UC mantiveram e entraram Aveiro e Minho, no ranking 401-500.

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Nas performances das IES de Portugal, Aveiro e Minho marcam início e o desenvolvimento foi:

Universidade de Lisboa

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Universidade do Porto

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Universidade de Coimbra

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identidade académica e dimensões do trabalho do professor

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Resumo
O ensino superior português, atualmente, é marcado por transformações, em consequência da adaptação da educação às mudanças políticas, económicas e sociais do país. Fatores externos, portanto, reconfiguram
as preocupações, as estruturas e os objetivos da universidade. Os professores sofrem o impacto dessas mudanças, respondendo a novas exigências e reconstruindo a sua identidade. Este artigo discute a identidade académica e as dimensões do trabalho do professor universitário – ensino, investigação, gestão académica e prestação de serviços à comunidade/transferência de conhecimento – face ao cenário atual de transformações. Recorrendo a narrativas de tipo biográficoe a um grupo de discussão focalizada, o caráter empírico do estudo centra-se na voz de professores da área da Educação de uma universidade pública portuguesa. Os resultados destacam a identidade académica delineada pela intensificação do trabalho e o desejo da articulação entre as dimensões do trabalho docente, visando romper a fragmentação da profissão.
O artigo lê-se muito bem, de vez em quando pontuado com «eu também!» …

Artigo no “Expresso” : fraude académica

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“O maior inquérito alguma vez realizado em Portugal sobre esta matéria, que abrangeu 7292 alunos de 101 faculdades e institutos politécnicos, é revelador: dois em cada três deixam os colegas copiar e 52% admitem fazê-lo eles próprios.

“Há uma cultura de fraude que é permitida no ensino superior em Portugal. O grau de tolerância demonstrado em relação a este fenómeno é muito superior ao que existe noutros países europeus, nomeadamente os nórdicos, e aproxima-se dos valores obtidos na América Latina”, diz ao Expresso Filipe Almeida, coordenador do estudo “A Fraude Académica no Ensino Superior em Portugal”, concluído no ano passado pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e esta terça-feira lançado em livro.

Apesar de estar muito disseminada, a predisposição para o plágio e para a fraude académica não é igual em todos. Os rapazes têm mais propensão para copiar do que as raparigas e, no geral, os mais cábulas são os estudantes oriundos de meios mais favorecidos, filhos de pais com maiores habilitações académicas e rendimentos mais elevados.

“Uma das explicações tem a ver com a pressão para o sucesso, que é um dos fatores mais apontados pelos estudantes como justificação para a fraude. O filho de um médico ou de um engenheiro, por exemplo, sente-se provavelmente mais pressionado a ter boas notas do que um aluno filho de pais com baixas habilitações, que se calhar é o primeiro da família a chegar à universidade. Acabar o curso, independentemente da média, pode já ser visto como suficiente pelos familiares desse aluno, o que diminui a pressão”, explica o investigador.

Além da exigência de conseguir boas médias, os estudantes apontam a carga excessiva de trabalho como desculpa para copiar num exame ou plagiar um trabalho académico na internet.

No estudo, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, foram inquiridos estudantes de 182 cursos diferentes, entre licenciaturas e mestrados. E não saem todos iguais na fotografia: por áreas, os alunos de Engenharias são os menos “fotogénicos”, ou seja os que revelaram maior predisposição para usar cábulas e copiar pelos colegas. Já os de Direito parecem ser os mais “compostinhos”, isto é os que apresentam valores mais baixos de propensão para a fraude.

Já a predisposição dos estudantes para denunciar colegas que copiam é praticamente inexistente em todas as áreas. Ainda assim, é também entre os alunos de Direito que é mais elevada.

Os diferentes tipos de fraude não são alvo do mesmo nível de censura. Comprar um trabalho académico a um colega é a prática que os estudantes consideram mais grave e inaceitável. Já apresentar o mesmo trabalho em várias disciplinas, sem avisar o professor, não é particularmente mal visto.

De acordo com os resultados do inquérito, a criação de uma relação de maior proximidade entre alunos e professores e o aumento da gravidade das penas associadas a estas práticas são apontados pelos estudantes como os fatores que mais poderão contribuir para diminuir o copianço e outras formas de fraude académica.

“Não é que as penas previstas no regulamento da maior parte das instituições sejam leves. Até podem levar à expulsão. A questão é que praticamente nunca são aplicadas”, critica Filipe Almeida.

O coordenador do estudo, que também inquiriu 2727 professores, considera que, nesta matéria, as faculdades e institutos politécnicos também têm muitas culpas no cartório. “As instituições não parecem muito comprometidas com o combate à fraude académica. Os docentes são sobretudo avaliados pela sua atividade como investigadores e não tanto pela sua atividade pedagógica, o que faz com que haja uma certa desvalorização do que se passa na sala de aula”, lamenta.

Números:
65,3%  dos alunos admitem que deixam colegas copiar
52,2% dos alunos admitem copiar por colegas
44% admitem usar cábulas nos exames
38,9% admitem copiar da internet, se precisarem de fazer um trabalho para o qual não sabem o suficiente ou têm pouco tempo

artigo Expresso

Os dados são preocupantes e alguns aspetos parecem realmente críticos (assinalei a negrito no texto do artigo).

 

Mestrado de Enfermagem – 2016|17 – Oferta formativa em Associação

Estão abertas as candidaturas ao Mestrado em Enfermagem, promovido pela AESES, Associação de Escolas Superiores  de Enfermagem e Saúde da Universidade de Évora, Institutos Politécnicos de Beja, Castelo Branco, Portalegre e Setúbal.

É um curso acreditado pela A3ES, com 7 ramos, correspondendo às especialidades de Enfermagem. Tem parecer favorável da OE para atribuição do título de enfermeiro especialista em EC, EMC-PSC, ER, ESIP e ESMP.

É uma oferta formativa diferente, que junta sinergias e pessoas, alargada aos territórios dos cinco distritos.

A UE acolhe a 1ª edição, que se iniciará em 2016/2017.

site UE – oferta formativa

Mestrados – de Enfermagem

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ou,  site da UE, via «encontra o teu curso»

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Menu candidaturas

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Link das candidaturas: https://siiue.uevora.pt/candidato/candidatura/