da distopia à reflexão existencial

Todas as sociedades e grupos humanos analisam, separam, organizam. Em suma, dividem.

Para quê? compreender, determinar, conformar (-se e aos outros) a regras. E de cada um, esperam que comporte de modo ajustado ao perfil, à imagem, ao rótulo, ao padrão.

Talvez esta seja uma das mensagens interessantes de “Divergente”, que os grupos receiam os que são mais do que uma coisa,  os de pensamento divergente, eventualmente caóticos ou sem caixas nem molduras (aqui, sem «frame» até diz melhor a ideia)

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O  que acontece,  em qualquer idade, é que se escolhe com Quem se quer ser identificado.

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Vários enganos pontuam nos tempos existenciais.  Por exemplo, é duvidoso que haja uma escolha (apenas uma, para sempre uma), depois, é particularmente estranho que os polivalentes sejam párias, embora possam ser sempre à margem do caudal.

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confissões, desejos e votos…

Candy Chang prestou um serviço de arte e catarse a muitas pessoas… “she created a place where people could write and submit their confessions on wooden plaques in the privacy of confession booths. Candy hung the anonymous plaques on the gallery walls each day and painted select responses on large canvases. (…)

Every passerby is another person full of longing, anxiety, fear, confusion, and wonder. We struggle with a lot of the same issues and there is great comfort in knowing you are not alone. Through this project, Candy sought to create a cathartic sanctuary where all of us became the imperfect priests to help console one another as we contemplate our lives.”

Confessions lembrou-me o santuário de Meiji, que visitei há uns anos, em Tokyo.

Neste caso, ao caso, as pessoas escreviam e penduram os seus desejos ou votos – muitos começavam com “I wish”…

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Curiosamente, a mesma ideia num templo em Taipei, de que aqui deixei nota na altura – mural de votos – sendo que neste caso são votos de fortuna, de saúde, de felicidade… no cimo da torre, para que os ventos os levem…

Provavelmente, e não obstante a diversidade, somos seres confessionais e desejantes.

na blogoesfera, food for thoughts

Há posts que se leêm e se fica a pensar neles… melhor, no que afirmam e provocam.

É o caso de “o homem em busca da verdade“,

Existem dois grandes disparates intelectuais: aceitar o que é falso e não aceitar o que é verdadeiro.

Todos nos enganamos. Sim, todos nos enganamos a nós mesmos, mais do que o mundo ou os outros, como se a fraude só fosse possível com a colaboração de um cúmplice interno. Assim, será importante saber que existem no nosso pensamento conteúdos e mecanismos que podem funcionar de forma contraproducente. Talvez esta simples tomada de consciência possa, por si só, ser um antídoto eficaz frente à maior parte.

 Mas, será pior acreditar na mentira ou não aceitar a verdade? Talvez seja mais prejudicial virar as costas à verdade do que abraçar alguma falsidade. Quando se acredita no falso, há uma certa adesão, como que uma vontade de verdade que se sobrepõe a outros elementos mais ou menos evidentes que poderiam ser pistas para desmascarar a falta de fundamento real… mas, quem não adere ao verdadeiro está a confiar mais em si que no real e, esta perda de inocência, pode revelar-se verdadeiramente desastrosa.

 As pessoas que mais fogem da verdade têm uma forte determinação em recusar o mundo, o que de melhor e pior existe aqui. Uma alienação. No fundo, constroem para si, e só para si, embora tentem envolver outros, uma narrativa onde o funcionamento de tudo depende da sua vontade, como se fossem o deus único desse seu solitário mundo… o problema maior é que com o nosso tempo limitado, perder dias, meses e anos, longe do único mundo real, onde cumpre sermos felizes, é um pecado capital contra a nossa realização pessoal.”

continuar a ler AQUI, no Corta-Fitas

 

 

Learner Weblog

My response to Jenny’s post on OLDSMOOC Design:

Hi Jenny and Roy,
I agreed with what Roy said, that you are a learning designer if you do all those things in a course, in an adaptive manner. What might typically happened is that instructional designers plan and design the curriculum, with multi-media and gamification in mind, trying to incorporate all the “essential” learning objects and artifacts to achieve the desired education outcomes (the learning outcomes, in the case of a course). The input management – or compliance with lesson plans are typically judged to be excellent when “all elements” of good instruction – like Gagne’s 9 steps of instruction are followed in a classroom environment, or that of mastery learning is followed, with sensory feedback and repeated drills and practice on the learners.

I wonder if we need to separate instruction design from learning design, as the former relates…

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Left & Right brain

I am the left brain.
I am a scientist. A mathematician. I love the familiar. I categorize. I am accurate. Linear. Analytical. Strategic. I am practical. Always in control. A master of words and language. Realistic. I calculate equations and play with numbers. I am order. I am logic. I know exactly who I am.
 I am the right brain.
I am creativity. A free spirit. I am passion. Yearning. Sensuality. I am the sound of roaring laughter. I am taste. The feeling of sand beneath bare feat. I am movement. Vivid colors. I am the urge to paint on an empty canvas. I am boundless imagination. Art. Poetry. I sense. I feel. I am everything I wanted to be.