Textos

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Considerações éticas a atender nos trabalhos de investigação académica

Nunes, L , 2013

Repositório

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NUNES, L. Incontornável necessidade da ética e da bioética.

Revista Bioética, Brasília, v.20, n.2, set. 2012.

Contributo da Enfermagem para a Bioetica: de duas senhoras caminhando juntas

Um desafio de pensar a interface entre a Enfermagem e a Bioética. Vale a pena começar por dizer que preciso da Filosofia para isto, para dois tópicos, que se relacionam com a Ética e com a Epistemologia….E estas duas Senhoras, de vulto científico, idades e tradições diferentes, a Enfermagem e a Bioética, podem contribuir reciprocamente para nos tornarmos melhores. Mais capazes do cuidado de Si, do Outro e do Mundo. Publicado. Revista Servir, Volume 55, n.º 03, 2007.

Usuários de serviços de saúde e os seus direitos

A proposta de reflectirmos sobre os direitos dos utentes dos serviços de saúde, à luz da temática da bioética e da vulnerabilidade, em interface com a Enfermagem, é desafiadora. Proponho elucidar dois percursos sequenciais, ou, metaforicamente, fazermos uma caminhada e construirmos pontes, caminhando Da Pessoa aos Direitos Humanos e Dos Direitos dos Utentes aos Deveres dos Profissionais, dando particular enfoque à mediação que tem de (no sentido de deve) atender à vulnerabilidade dos Utentes de serviços de saúde. Publicado. Revista Brasileira de Bioética, Vol. 2, N.º 3 – 2006, pág(s): 201-219 , ISSN 1808602-0.

Humanização na Saúde: estratégia de marketing? A visão do enfermeiro

Pode ser uma oportunidade interessante, decompor o título que nos interroga, previamente a enunciar visão sobre uma resposta possível. Portanto, consideraremos três partes de diálogo: Sobre Humanização, Sobre Estratégia de Marketing, e o Olhar do Enfermeiro para a relação entre ambos. Revista Brasileira de Bioética, vol. 2, nº 2, 2006. ISSN 1808602-0.

Perspectiva ética da gestão do risco: caminhos para cuidados seguros

Aceitando que tudo tem alguma possibilidade de risco, entende-se que a gestão do risco começa quando se definem as acções para reduzir ou para evitar o risco. Este enquadramento evoca as questões do conhecimento e da probabilidade, distinguindo-se entre riscos prováveis, previsíveis ou possíveis daqueles que são potenciais ou incertos, considerando-se que, em qualquer contexto, a virtude da prudência e o princípio de vigilância são relevantes nos processos de tomada de decisão. Ademais, a segurança é essencial à qualidade na saúde e nos cuidados de enfermagem. Existem evidências crescente de que existem factores identificados, correlacionados com eventos adversos, e, por outro lado, os erros são uma fonte comum de risco re-conhecido – ainda que insuficientemente relatado. Revista Portuguesa de Enfermagem, N.º 3, Abril 2006.

etica na investigacao em enfermagem

Comunicação e texto de 2005

Análise dos deveres na salvaguarda dos direitos

Pensar Enfermagem em termos de deveres reporta a uma deontologia, seja qual for a sua forma, mais em termos de Carta ou de Código, com força de documento legal. Fomo-nos habituando a uma abordagem centrada nos deveres dos enfermeiros e, se pensarmos nisto, verificamos que sempre que foram definidos ou enumerados deveres dos profissionais, eles decorriam da responsabilidade assumida, por esses profissionais, perante a sociedade e do que deles era esperado também nas organizações. Apresenta-se o Código Deontológico, na lógica de percurso dos Direitos das Pessoas aos Deveres dos Profissionais, pois muitos deveres decorrem da protecção e salvaguarda dos direitos dos clientes. Revista da Ordem dos Enfermeiros, nº 18, Set. 2005, p. 17-26

Configurando a relação bioética e ética de enfermagem

Fala-se de Ética de Enfermagem e percebe-se que é preciso destrinçar, articulando, com a Deontologia e com a Bioética. É que o pensar sobre o agir enquanto enfermeiro não se pode confundir, embora se articule, com outras esferas de ligação transdisciplinar e com as exigências imperativas dos deveres. Sobretudo nesta altura em que tantos enfermeiros fazem formação avançada em Bioética, há que configurar as relações. Revista da Ordem dos Enfermeiros, nº12, Maio 2004

A qualidade na formação na perspectiva dos valores

além da questão da reorganização dos valores da profissão, tem umas notas finais a propósito de educar e ensinar bem como a referência ao texto da cidadania docente (L. Rego). O período de 4 anos da Licenciatura de Enfermagem visa transformar um jovem adulto comum num profissional reflexivo, autónomo, responsável, competente, actuando de acordo com os princípios científicos, técnicos, éticos… estamos no domínio (também) da qualidade da formação.Simpósio – A qualidade na formação e nos cuidados de saúde. Que caminhos?. ESE de Viana do Castelo.2003

«Cinco estrelas»: acerca das competências morais no exercício de enfermagem

Artigo cinco estrelas_2002

Usamos a expressão «cinco estrelas» para falar de excelência. Pode ser aplicada numa reflexão acerca das competências morais na prática de Enfermagem, reflectindo de fundo num caminho de construção de cada um de nós…Revista Nursing

Nunes, L. (2002). «Cinco estrelas»: acerca das competências morais no exercício de enfermagem. Nursing,171, 8-11

Equacionando direitos e necessidades

Na nossa profissão, fomo-nos habituando a uma abordagem centrada nos deveres dos enfermeiros (atendamos a que os focos de atenção, em épocas anteriores, eram diferentes da actualidade). E, se pensarmos nisto, verificamos que sempre que foram definidos ou enumerados deveres para os profissionais, decorriam da responsabilidade assumida perante a comunidade/sociedade (mandato social) e do que deles era esperado também nas organizações em função dos direitos dos clientes.Revista da Ordem dos Enfermeiros, nº 4, Novembro 2001, p. 21-25

Acerca da triologia competências profissionais – qualidade dos cuidados – ética

Em síntese, a reflexão centra-se naquilo que designámos como triologia por reunir três pontos sensíveis do debate actual da enfermagem, que interrelacionamos, nomeadamente, as competências profissionais da vertente relacional, a melhoria da qualidade dos cuidados e a relação de ambas com a componente ética da profissão. Armandina Lopes, Lucília Nunes – Revista Nursing, Julho/Agosto 1995.

O que queremos dizer quando falamos de ética?

Há palavras que usamos ou ouvimos com uma certa frequência e há outras que nos servem de apoio, interjeição ou de estribilho. Há palavras que, em dados momentos, se começam a ouvir quase ao virar de cada esquina, de modo que, quando nos damos conta, fazem parte do nosso vocabulário e incluímo-las no nosso repertório pessoal. Uma das palavras que parece viver um período de larga difusão é a “Ética”.Revista Nursing, nº 88, Junho de 1995, p. 7-10

2 thoughts on “Textos

  1. O Ser Ontológico da Enfermagem

    Uma pequena História

    Há uns dias, estava eu sentado num café, a saborear a dose habitual diária de cafeína, acompanhado pelas minhas obras de leitura, quando ouvi o seguinte diálogo:
    Viu ontem aquela notícia no telejornal que falava que os enfermeiros já querem passar receitas e pedir exames? Já viu isto! Os enfermeiros querem fazer tudo, até substituirem os médicos.. Quem é que eles julgam que são, eles só têm 3 anos de curso e já querem armar-se em doutores! O bastonário dos médicos, disse que eles são incompetentes e tem toda a razão

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  2. Uma história retribui-se com outra.

    A equivocidade

    Notemos que quem toma uma dose diária de cafeína, acompanhado de obras de leitura, num café, e presta muita atenção à conversa dos vizinhos, expõe-se a vários riscos: ou as obras são realmente desinteressantes, ou não se deixa absorver pela leitura ou gosta mesmo de ouvir, especialmente conversas desinformadas.
    Moral da história: o melhor é usar protetor auricular ou headphones. Caso não resista à tentação de intervir na conversa, esteja preparado. Corrija que não são 3 anos, que não se armam… e se tiver net no café, leia este (https://conversamos.wordpress.com/2014/03/30/prescricao-por-enfermeiros/)
    ou este post (https://conversamos.wordpress.com/2014/04/01/prescricoes-por-enfermeiros-ii/).
    Pode ser que aumente a literacia local.

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