música de fundo: Norah tribute Beatles

A 30 de janeiro de 1969, os Beatles fizeram sua última apresentação ao vivo no telhado da sede da Apple Corps em Savile Row, em Londres. Norah Jones apresentou dois vídeos de tributo a músicas dos Beatles do álbum Let It Be (“I’ve Got A Feeling” e “Let It Be”), filmado no telhado do Empire State Building, em Nova York (28 janeiro 2021).

https://youtu.be/2q5n2X5ARRA
https://www.youtube.com/watch?v=E4Zwv3xndjM

Citação do dia

imagem aqui

“De cinco modos ilustramos o nosso entendimento, o primeiro é pela Observação, que é aquela percepção ou conhecimento das coisas que ocorrem na vida ordinária, ou estas coisas sejam intelectuais, ou sejam das pessoas, ou das coisas materiais, ou de nós mesmos.
O segundo é pela Lição; pela qual ilustramos o nosso entendimento com que os nossos Maiores aprenderam e experimentaram, como se nos valessemos das riquezas que ajuntaram nossos antepassados.
O terceiro, pelo Ensino dos Mestres de viva voz, e não por postilas, nem temas, explicando o que deve inculcar no ânimo dos discípulos, perguntando, orando, às vezes, e arguindo não por silogismos, mas em forma de diálogo.
O quarto pela Conversação, na qual aprendemos o que outros sabem; promovemos as forças do nosso entendimento, imitando sem nos apercebermos o judicioso, que ouvimos e que admiramos; e com agrado e amor da Sociedade transformamos o nosso entendimento, naquele com quem tratamos.
O quinto pela Meditação, lendo, escrevendo ou meditando: Neste último se encerram todos os quatro modos acima: e este último é a chave de todos os
referidos: sem reflexão, sem uma atenção madura do que sabemos, nenhuma acção seria regular, nenhuma operação da alma seria sem defeito.”

Cartas sobre a educação da mocidade, Ribeiro Sanches (biografia)

Towards equity and inclusion in higher education in Europe

Eurydice report, March 2022

Introduction
The policy background
The social dimension in higher education
The Principles for strengthening the social dimension of higher education
The objectives, scope and structure of the report
Principle and guidelines 1: Strategies on higher education with a social dimension
Principle and Guidelines 1 and equity
Principle and guidelines 2: Flexibility
Principle and guidelines 3: Lifelong learning
Principle and guidelines 4: Data
Principle and guidelines 5: Guidance and counselling
Principle and guidelines 6: Funding
Principle and guidelines 7: Staff training and institutional mission
Principle and guidelines 8: Mobility
Principle and guidelines 9: Community engagement
Principle and guidelines 10: Policy dialogue
Conclusions
References
Glossary
Acknowledgements

Anotações interessantes

p. 27

A quick glance of Figure 1.5 shows that a higher education with a social dimension is a current policy priority in most European countries at least to some extent. Eight education systems (Czechia, Estonia, Lithuania, Poland, Portugal, Finland, Sweden and Serbia) reach the maximum score (4 points), meaning that they implement a strategy on equity in higher education which has specific and measurable targets and is linked to social dialogue, and that they have a quality assurance agency monitoring policies related to equity. As many as 15 education systems have the second best score (3 points). Only five education systems (German-speaking Community of Belgium, Denmark (17), Luxembourg, Bosnia and Herzegovina, and Montenegro) are currently in the red (0 points), while six get a score of 1 (Flemish Community of Belgium, Germany, Latvia, Slovakia, Albania, and Liechtenstein) and four a score of 2 (Bulgaria, France, Cyprus and the Netherlands). Hence, the overall score is 91 points. Given that the maximum score is 152 points, it means that the level of implementation of Principle and Guidelines 1, in terms of top-level policies currently in place, is 60%.

p. 91

Only seven countries (Czechia, Estonia, Croatia, Italy, Portugal, Romania and Sweden) have top-level requirements for external quality assurance agencies to evaluate higher education institutions’ community engagement activities. In Portugal, public authorities provide no support to higher education institutions for community engagement, yet they require any such activities to be evaluated by external quality assurance agencies – a situation that may be considered slightly paradoxical. It is also interesting to note that eight countries (Bulgaria, Ireland, France, the Netherlands, Austria, Slovenia, Finland and Sweden) that provide funding for community engagement activities do not require these activities to be considered in external quality assurance evaluations.” (p. 91)

Posição dos países face aos 10 princípios

p.98

“Cadernos de Cultura. História da Medicina na Beira Interior da Pré-História ao século XXI”

O primeiro volume (Caderno) data de 1989. O mais recente de (volume XXXIV) de 2020.

http://www.historiadamedicina.ubi.pt/cadernos.html

Um dos desafios é abrir um a um e ver o índice.

E descobrir textos como «A epistemologia do senescer» (Josyas Gill), «A idade de ser “ratinho”» sobre o costume de ir às ceifas alentejanas (Assunção Fernandes), «O problema dos expostos no distrito de Castelo Branco» (António Nunes), «Amato Lusitano (1511-1568) e S. João de Deus(1495-1550)….», «O ser humano na clínica de Amato Lusitano – rumo ao conceito de dignidade» (António Marques), «Assistência e apoio à criança na Beira: a Casa da Roda dos Expostos em Almeida no século XIX» (Moutinho Borges) , «Montalto e a Fundação da psiquiatria moderna» (Adelino Cardoso), «A bela idade da primeira Farmacopeia Portuguesa: 300 anos» (João Rui Pita e Ana Leonor Pereira) e muitos textos dedicados a Amato Lusitano (incluindo número inteiro).

[Intraduzíveis] Tsundoku

aqui

Existe uma palavra japonesa para “comprar um livro e deixar não lido depois de o comprar, normalmente empilhado junto com outros livros não lidos” – e a palavra é 積読, tsundoku.

A primeira aparição da palavra Tsundoku remonta à Era Meiji, uma época de prosperidade. Durante a Restauração, o governo japonês mudou para métodos ocidentais de ensino com a intenção de tornar o Japão uma nação mais forte; é provável que a produção e consumo de livros tenham aumentado e assim o tsundoku foi um hábito que muitos adquiriram. Decompondo a palavra: 積 (tsun) significa “acumulação” e 読 (doku) significa “leitura”.

According to Open Culture, “As written in Japanese (積ん読), tsunde oku means to let something pile up and is written 積んでおく. Some wag around the turn of the 20th century swapped out that oku (おく) in tsunde oku for doku (読) – meaning to read. Then since tsunde doku is hard to say, the word got mushed together to form tsundoku.” (aqui)

Linguagens e emoções

imagem aquihttps://www.scientificamerican.com/article/the-magic-of-untranslatable-words/

Emotion semantics show both cultural variation and universal structure, Science • 20 Dec 2019 • Vol 366, Issue 6472 • pp. 1517-1522 • DOI: 10.1126/science.aaw8160

O artigo lança luz sobre a diversidade de sentimentos humanos expressos em todo o mundo, enquanto mapeia alguns marcos linguísticos comuns entre as paisagens emocionais internas das línguas. Jackson et all examinaram quase 2.500 idiomas para determinar o grau de similaridade nas redes linguísticas de 24 termos emocionais entre culturas. Havia baixos níveis de similaridade e, portanto, alta variabilidade no significado dos termos emocionais entre as culturas. A similaridade dos termos de emoção pode ser prevista com base na proximidade geográfica das línguas das quais se originam. Palavras de emoção, como angústia, tristeza e felicidade, podem ter significados muito diferentes dependendo da família linguística de origem.

Andamos por aí a assumir que a experiência de todos os outros é a mesma que a nossa porque a nomeamos com a mesma palavra, e pode não ser o caso. Muitas línguas têm palavras cujos significados parecem tão específicos e matizados que não há como traduzi-los (ver categoria Intraduzíveis).

Language and emotion: Putting words into feelings and feelings into words– Kristen A. Lindquist, Maria Gendron & Ajay B. Satpute

According to the poet Seamus Heaney, putting feelings into words is “a search for images and symbols adequate to our predicament” (Feeling into Words, Preoccupations). Of course, a poet would know better than anyone why it is important to understand the link between emotion and language. Humans have the unique capacity to experience complex, nuanced, emotions. Humans also have the unique challenge of communicating those experiences to one another with language. To date, much research has investigated how our emotional experiences get translated into language; this research is important for domains ranging from the arts to therapy to cross‐cultural communication. Yet what Heaney didn’t acknowledge is that the symbols we know might also shape how we experience our “predicament” in the first place. That is, language might not just translate feelings into words, but might help shape the nature of those feelings to begin with.

(…) conceiving of words as constitutive of emotion charts a new path forward for the science of emotion, helping to unite seemingly disparate traditions of study and suggesting new implications. Taking into consideration that words get put into feelings, alongside the more commonsense notion that feelings get put into words, might just change what researchers discover about the role of language and emotion.

voltando a Bloom…

A taxonomia de Bloom, criada em 1956, foi revista por Anderson e Krathwohl.

ver https://cft.vanderbilt.edu/guides-sub-pages/blooms-taxonomy/
imagem trazida daqui
Comparative Table Bloom’s 1956 vs. Anderson and Krathwohl, 2001

Reconhecendo-se o uso predominante do domínio cognitivo, nos seus níveis, a lista de verbos pode ser útil (até para evitar recursos costumeiros aos mesmos verbos).

May the 4th be with you

A frase é icónica no Universo Star Wars – May the Force be with you. O Dia de Star Wars, 4 de maio, celebra Star Wars criado por George Lucas, por causa da popularidade de um trocadilho em inglês.

Os fãs de Star Wars não foram os primeiros a introduzir a frase “May the fourth be with you”: quando Margaret Thatcher foi eleita a primeira mulher como Primeiro Ministro da Grã-Bretanha, a 4 de maio de 1979, o seu partido colocou um anúncio no The London Evening News que dizia “May the Fourth Be with You, Maggie. Congratulations.”

” Star Wars, an epic space opera written and directed by George Lucas, premiered in 1977 and became an almost instant cult classic. Even today, almost 40 years later, Star Wars remains one of the most financially successful films of all time. The franchise it began remains the most successful one of all time, earning over 2.5 billion dollars since the release of the first film. However, the money it’s earned over the years is hardly the most impressive aspect of Star Wars. As famous film critic Roger Ebert put it: “Like The Birth of a Nation and Citizen Kane, Star Wars was a technical watershed that influenced many of the movies that came after.”

(…) “May the Fourth be with you” was first used by Margaret Thatcher’s political party to congratulate her on her election on May 4th, 1979, and the saying quickly caught on. However, the first celebration of May 4th took place much later, at the Toronto Underground Cinema in 2001. This first official Star Wars Day’s festivities included a costume contest and a movie marathon. Fans’ favorite parodies of the franchise were also enjoyed, as were some of the most popular mash-ups and remixes. ” (aqui)

[Intraduzíveis] Desenrascanço

imagem daqui

“Desenrascanço (Portuguese): to artfully disentangle oneself from a troublesome situation.”(aqui)

Desenrascanço literally means ‘disentanglement’, a term used in Portugal to describe the act of ‘disentangling’ oneself from a difficult situation by using all available means to solve the problem.” (aqui)

O site Buzefeed elegeu “28 belas palavras que a língua inglesa deveria roubar” -e uma delas foi, exatamente,

Buzzfeed

“improvisação de última hora de uma solução apressada mas perfeitamente eficaz”. Improvisar para resolver um problema rapidamente e com poucos meios. Desenrascar-se é sair airosamente de uma aflição 🙂

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