“23 science facts we didn’t know at the start of 2016”

Uma maneira interessante de olhar para 2016, a partir de artigos científicos publicados com tom humorista…
23 science facts we didn’t know at the start of 2016

1. Gravitational waves are real. More than 100 years after Einstein first predicted them, researchers finally detected the elusive ripples in space time this year. We’ve now seen three gravitational wave events in total.

2. Sloths almost die every time they poop, and it looks agonising.

3. It’s possible to live for more than a year without a heart in your body.

4. It’s also possible to live a normal life without 90 percent of your brain.

5. There are strange, metallic sounds coming from the Mariana trench, the deepest point on Earth’s surface. Scientists currently think the noise is a new kind of baleen whale call.

6. A revolutionary new type of nuclear fusion machine being trialled in Germany really works, and could be the key to clean, unlimited energy.

7. There’s an Earth-like planet just 4.2 light-years away in the Alpha Centauri star system – and scientists are already planning a mission to visit it.

8. Earth has a second mini-moon orbiting it, known as a ‘quasi-satellite’. It’s called 2016 HO3.

9. There might be a ninth planet in our Solar System (no, Pluto doesn’t count).

10. The first written record demonstrating the laws of friction has been hiding inside Leonardo da Vinci’s “irrelevant scribbles” for the past 500 years.

11. Zika virus can be spread sexually, and it really does cause microcephaly in babies.

12. Crows have big ears, and they’re kinda terrifying.

13. The largest known prime number is 274,207,281– 1, which is a ridiculous 22 million digits in length. It’s 5 million digits longer than the second largest prime.

14. The North Pole is slowly moving towards London, due to the planet’s shifting water content.

15. Earth lost enough sea ice this year to cover the entire land mass of India.

16. Artificial intelligence can beat humans at Go.

17. Tardigrades are so indestructible because they have an in-built toolkit to protect their DNA from damage. These tiny creatures can survive being frozen for decades, can bounce back from total desiccation, and can even handle the harsh radiation of space.

18. There are two liquid states of water.

19. Pear-shaped atomic nuclei exist, and they make time travel seem pretty damn impossible.

20. Dinosaurs had glorious tail feathers, and they were floppy.

21. One third of the planet can no longer see the Milky Way from where they live.

22. There’s a giant, 1.5-billion-cubic-metre (54-billion-cubic-foot) field of precious helium gas in Tanzania.

23. The ‘impossible’ EM Drive is the propulsion system that just won’t quit. NASA says it really does seem to produce thrust – but they still have no idea how. We’ll save that mystery for 2017.

Fonte: Beauty Above Us

Anúncios

“can you name any woman inventor”?

Um vídeo realizado para assinalar uma efeméride ( Dia Internacional da Mulher 2016) e que faz sentido fora dele….

“in school, is always men inventor… I just realize that”

This International Women’s Day, we’re celebrating women inventors, how they’ve changed the world, and are inspiring the next generation.

 

Sinal “Mais”na Carta de Princípios de orientação para a FCT

Screenshot_2.png
Em síntese:
  • Mais  conhecimento  e  mais  ciência,
  • Mais  competências
  • Mais  confiança  no  sistema  científico  e  tecnológico  nacional
  • Mais   cultura   científica e   tecnológica
  • Mais divulgação  e  mais  partilha  do  conhecimento,
  • Mais  competitividade  e  mais  economia com  mais  conhecimento
  • Mais   identidade e  relevância internacional
  • Mais  interesse  público
  • Mais  inclusão  regional
  • Mais   responsabilidade   social
  • Mais   responsabilidade   cultural   e   patrimonial
Carta  de  princípios de orientação  para  a  Fundação  para  a  Ciência  e  a  Tecnologia  I.P., FCT Fevereiro  2016
A  aposta no   conhecimento  representa   um   desígnio  central no   programa   do  Governo e  da   ação   do  Ministério   da   Ciência,   Tecnologia   e   Ensino   Superior,   refletindo‐se   na  relevância que   a   Fundação   para   a  Ciência  e  a  Tecnologia  –FCT  ocupa  na sociedade  Portuguesa. O   investimento   no   conhecimento  tem   constituído  um pilar   essencial   ao   sucesso   do   desenvolvimento  científico  e  tecnológico  registado  em Portugal  nos  últimos  quarenta  anos,  expressando uma  política  pública  inequivocamente   orientada   no   sentido   de   estimular   a   crescente   afirmação   e   reconhecimento   da   ciência  portuguesa   no   plano   nacional   e   internacional em   sintonia   com   uma   arquitetura   institucional   que fundamentalmente remonta  ao  final  dos  anos  90.
Nos  últimos  anos,  as  opções  políticas  que  foram  instituídas,  alterando  pressupostos  e  prioridades  no  plano  do  desenvolvimento  científico  e  tecnológico  nacional, comprometeram  a  continuidade  do  seu  crescimento  e  afirmação  a  par  da  atuação  prosseguida, em  contexto  de  crescente  crítica  e  contestação,  pela  entidade  que,   precisamente, ocupa   um   papel   central   no   sistema,   tendo   por  missão  o   desenvolvimento,  o  financiamento  e  a  avaliação  de  instituições,  redes  e infraestruturas,  equipamentos  científicos,  programas,  projetos  e  recursos  humanos  em  todos  os  domínios  da  ciência  e  da  tecnologia
continuar a ler a Carta de princípios

 

 

Annual epidemiological report 2014, European Centre for Disease Prevention and Control

capa ECDC2014
2014
Report of the European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC)
Screenshot_1
Age and gender distribution
In 2012, information on age and gender was available for 99.7% of cases. HIV was reported 3.2 times more
frequently among men than women, with rates of 8.7 and 2.7 per 100 000, respectively. The male-to-female ratio was highest in Hungary (14.5:1) and Slovenia (14.3:1). The male-to-female ratio was higher than five in the Cyprus, Czech Republic, Germany, Greece, Netherlands, Poland and Slovakia.
[p. 28]
Screenshot_2
Screenshot_3

 AIDS diagnoses
In 2012, 4285 diagnoses of AIDS were reported in 28 EU/EEA countries (no data from Sweden or Liechtenstein), a rate of 0.9 per 100000 population. The highest rates were reported by Latvia (6.8), Estonia (2.7), Portugal (2.4) and Spain (1.7).
[p. 29]
Discussion
Surveillance data suggest that the HIV epidemic is evolving with diverse transmission patterns across countries.
The number of people living with HIV and AIDS is steadily increasing; HIV/AIDS continues to be an important public health problem. HIV remains mainly concentrated in key populations at increased risk, such as MSM, migrant populations
and PWID.
In the EU/EEA, MSM account for the largest proportion of HIV diagnoses. Although the number of HIV reported in PWID remains low, the increases seen in the Greece and Romania outbreaks demonstrates the potential for rapid spread of HIV in vulnerable populations. The decreasing trend of heterosexually acquired HIV cases originating from countries with generalised epidemics may be a result of several factors, for example recent migration patterns, the effect of preventive measures in these populations, or decreased access to testing and preventive services.
[p. 30]
 HIV

Produção Científica em Portugal – impacto [2014]

Foram divulgados dados sobre a Produção Científica Nacional entre 1990 e 2012 pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).
Gráfico 1 Evolução do impacto médio das publicações indexadas na Web of Science (artigos, revisões e notas)
Gráfico 2 Produção Científica indexada na Web of Science (artigos, revisões e notas) no quinquénio 2008-2012  – Impacto por país da UE-15
Gráfico  3 Percentagem de publicações não citadas
Gráfico 4 Percentagem de publicações não citadas no quinquénio 2008 -2012, país da UE-15
Gráfico 5 Produção Científica indexada na Web of Science (artigos, revisões e notas) – Impacto de citação relativo da área científica: Portugal/ União Europeia-15
Gráfico 6 Produção Científica indexada na Web of Science (artigos, revisões e notas) – Impacto de citação relativo da área científica: Portugal/União Europeia-27
Produção Científica indexada na Web of Science (artigos, revisões e notas) – Impacto por área científica

2014

esta petição subscrevo

há uma discussão e uma certa «ondulação» contra o movimento crescente de considerar o factor de impacto como elemento quase único na apreciação da qualidade das pesquisas.
Consultem o site, leiam a declaração e, se assim o entenderem, assinem a petição:

http://am.ascb.org/dora/

Replicando o texto da mensagem que me foi enviada: “Por mim assinarei, por cada vez mais a publicação se vai tornando um negócio de milhões e esta questão suscita muitas questões éticas.”

San Francisco Declaration on Research Assessment

Putting science into the assessment of research

A number of themes run through these recommendations:
the need to eliminate the use of journal-based metrics, such as Journal Impact Factors, in funding, appointment,and promotion considerations;
the need to assess research on its own merits rather than on the basis of the journal in which the research is published;
and
 the need to capitalize on the opportunities provided by online publication (such as relaxing unnecessary limits on the number of words, figures, and references in articles, and exploring new indicators of significance and impact).

em prol do acesso aberto

online survey

Online survey on scientific information in the digital age

“The objective of the open consultation was to gather information from as many sources as possible, including governments, research institutes and universities, libraries, scientific publishers, research funding organizations, businesses, individual researchers, and other interested parties on their views on scientific information in the digital age. The consultation will feed into the development of possible policy options to be considered, and will contribute to the ex-ante impact assessment that will be carried out.

The consultation was set-up as follows: The respondent, What role for Europe?, Access to digital scientific information (including open access): scientific publications, Preservation of digital scientific information, Comments” (aqui) datado de 30.01.2012

Uns meses antes, (21.07.2012) a RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 17 de julho de 2012 sobre o acesso à informação científica e a sua preservação

 Considerando o seguinte:

(1) A Comunicação da Comissão intitulada «Europa2020» apresenta como prioridade o desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação.
(2) Os objetivos estabelecidos pela estratégia Europa 2020 são descritos com mais pormenor, designadamente, nas iniciativas emblemáticas «Uma Agenda Digital para a Europa» e «Uma União da Inovação». Entre as ações a levar a cabo no âmbito da «Agenda Digital», a investigação financiada por fundos públicos deve ser amplamente divulgada através da publicação dos dados e artigos científicos num regime de acesso aberto. A iniciativa «Uma União da Inovação» apela ao estabelecimento de um quadro para o Espaço Europeu da Investigação (EEI) que elimine os obstáculos à mobilidade e à cooperação transnacional. Nela se declara que o acesso aberto às publicações e aos dados da investigação financiada por fundos públicos deve ser promovido e que o acesso às publicações deve vigorar como princípio geral para os projetos financiados pelo programas-quadro de investigação da União Europeia.

(5) As políticas em prol do acesso aberto visam disponibilizar gratuitamente aos leitores as publicações e os dados científicos que tenham sido avaliados pelos pares o mais cedo possível no processo de divulgação e possibilitar a utilização e a reutilização dos resultados da investigação científica. Essas políticas devem ser postas em prática tendo em conta o problema dos direitos de propriedade intelectual.

(6) As políticas em prol do acesso aberto aos resultados da investigação científica devem ser aplicadas a toda a investigação que receba fundos públicos. É objetivo de tais políticas melhorar as condições em que se realiza a investigação, reduzindo a duplicação de esforços e o tempo gasto a procurar e a obter acesso à informação, o que acelerará o progresso científico e facilitará a cooperação entre os Estados-Membros da UE e destes com outros países. Estas políticas respondem igualmente ao desejo da própria comunidade científica de que haja maior acesso à informação científica.
(7)  O facto de se permitir aos atores sociais interagirem no ciclo da investigação permite aumentar a qualidade, a relevância, a aceitabilidade e a sustentabilidade dos resultados da inovação ao integrar as expectativas, as necessidades, os interesses e os valores da sociedade. O acesso aberto é uma característica essencial das políticas dos Estados-Membros em prol de uma investigação e inovação responsáveis, tornando os resultados da investigação disponíveis para todos e facilitando o envolvimento da sociedade.
 (9) A Internet alterou radicalmente o mundo da ciência e da investigação. Por exemplo, os cientistas têm tido a oportunidade de experimentar novos modos de registar, certificar, divulgar e preservar as publicações científicas. As políticas de investigação e de financiamento precisam de adaptar-se a este novo contexto. Deve recomendar-se aos Estados-Membros que adaptem e desenvolvam a suas políticas em prol do acesso aberto às publicações científicas.

(10) O acesso aberto aos dados da investigação científica melhora a qualidade dos dados, reduz a duplicação de atividades de investigação, acelera o progresso científico e ajuda a combater as fraudes no domínio científico. No seu relatório final intitulado «Riding the wave: How Europe can gain from the rising tide of scientific data», de outubro de 2010, o Grupo de Peritos de Alto Nível para os Dados Científicos sublinhou a importância crítica da partilha e da preservação de dados fiáveis produzidos durante o processo científico. São, pois, urgentes e devem ser recomendadas aos Estados-Membros medidas políticas em prol do acesso aos dados.
(11) A preservação dos resultados da investigação científica é do interesse público. Tradicionalmente, tem sido responsabilidade das bibliotecas, especialmente das bibliotecas nacionais encarregadas do depósito legal. O volume de resultados de investigação produzidos está a aumentar consideravelmente. Devem ser criados mecanismos, infraestruturas e soluções de software que permitam preservar a longo prazo, em formato digital, os resultados da investigação. O financiamento sustentável da preservação é fundamental, pois os custos de curadoria dos conteúdos digitalizados são ainda relativamente elevados. Dada a importância da preservação para a futura utilização dos resultados da investigação, o estabelecimento ou reforço das políticas neste domínio devem ser recomendados aos Estados-Membros.
(14) O progresso no sentido do acesso aberto é um desígnio mundial, demonstrado pela Estratégia revista da UNESCO relativa à sua contribuição para a promoção do acesso aberto à informação e à investigação científica («Revised strategy on UNESCO’s contribution to the promotion of open access to scientific information and research») e pela Declaração da OCDE sobre o acesso aos dados científicos da investigação financiada por fundos públicos («OECD Declaration on Access to Research Data from Public Funding»)
9. Informem a Comissão, 18 meses após a publicação da presente recomendação no Jornal Oficial da União Europeia, e posteriormente de dois em dois anos, das medidas tomadas em resposta aos diferentes elementos da presente recomendação, de acordo com formalidades a definir e a acordar. Com base nessas informações, a Comissão avaliará os progressos realizados em toda a UE e determinará se são necessárias novas medidas para atingir os objetivos definidos na presente recomendação.