“série cancelada”

Toda a gente tem ou terá  tido uma série que acompanhava e que terminou sem final ou num cliffhanger, quando se pensava que a série ia continuar. Se não toda agente, a mim já me aconteceu… e nem estou a fazer referência à clássica «Firefly», de há mais de uma década. Portanto, de vez em quando, uma série que se vai acompanhando é cancelada.

Nos últimos anos, isso aconteceu com algumas séries que seguia com interesse, interrompidas subitamente como aconteceu com «Alphas» ou «Tomorrow People», depois de alguma sequência e de altos e baixos, como «Revolution» ou «Defiance».

Via de regra, uma série é cancelada por baixa audiência na televisão do país de origem; mas há variações a essa regra – muitas vezes parece ser considerada a audiência de alguns grupos do público, o apoio dos fãs e, como em outros aspetos sociais, certas decisões são tomadas sem que ninguém entenda  porquê.

Pode até por pressão de convergência com os standards mais habituais, por problemas de contratações e elencos…. a verdade é que a expressão «cancelada», diferentemente de «finalizada», emerge com o sentido de uma interrupção na narrativa, um fim súbito do desenvolvimento das personagens. Podemos rever as séries, o que, claramente, não é a mesma coisa.

 

Ciclo de debates. Decidir Sobre o Final da Vida. #2

“Iniciativas recentes de cidadãos destinadas a promover intervenções legislativas sobre a eutanásia e o suicídio assistido colocaram estes temas na discussão pública. A sociedade é chamada a refletir sobre as questões relacionadas com o final da vida e os dilemas éticos que enfrenta nas opções que irá tomar.

O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida tem a honra de convidá-lo a estar presente na segunda sessão do Ciclo de Debates “Decidir sobre o final da Vida”, que decorrerá no próximo dia 5 de junho, das 17h00 às 19h30, no Palácio da Bolsa, no Porto.

A entrada é livre, mediante reserva de lugar.”

site CNECV

A 1ª sessão decorreu em Lisboa, dia 22 de maio.

“Ser jovem em Portugal” – retalhos de uma infografia

Uma infografia muito clara

“São cada vez mais escolarizados. E cada vez mais conectados com o mundo, via Internet. Mas este ainda é o grupo da população mais atingido pela pobreza. Há em Portugal 3,1 milhões de jovens até aos 29 anos, 1,4 milhões têm 14 anos ou menos”

fonte: aqui

 

 

ODS e o lema “não deixar ninguém para trás”

Brevemente, pensa-se que estará disponível o Relatório de 2016, e está agendada em julho, um encontro das NU,
o que leva a pensar que uma rememoração dos ODS pode ser útil
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 2016-2030 (ODS)
1. Acabar com a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares.
2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e a melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.
3. Garantir uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.
4. Garantir uma educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
5. Alcançar a igualdade de género e capacitar todas as mulheres e raparigas.
6.Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos.
7. Garantir o acesso à energia fiável, sustentável, moderna e a preço acessível para todos.
8. Promover o crescimento económico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho digno para todos.
9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.
10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.
11. Tornar as cidades e os povoamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
12. Garantir padrões de produção e de consumo sustentáveis.
13. Tomar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactes.
14. Conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos, para o desenvolvimento sustentável.
15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir as florestas de forma sustentável, combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e estancar a perda de biodiversidade.
16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis.
17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Prémio Livro do Ano Bertrand 2017 – Elena Ferrante

O romance História da Menina Perdida, de Elena Ferrante, publicado em 2016 pela Relógio d’Água, é o vencedor do Prémio Livro do Ano Bertrand, conforme divulgado esta semana.

A criação, pela rede de livrarias Bertrand, do Prémio Livro do Ano Bertrand, foi anunciada em Dezembro de 2016, sendo um galardão votado por leitores e livreiros.

O prémio distingue “uma obra em prosa, seja romance, conto ou novela, editada no nosso país ao longo do último ano”, sendo o júri “composto por todos os livreiros da rede Bertrand, que desempenham um papel fundamental na promoção diária do livro e da leitura, e pelos leitores, oferecendo-lhes a oportunidade de distinguir os livros que mais os marcaram em cada ano”, explicou a rede livreira em comunicado.

Elena Ferrante é pseudónimo de uma escritora italiana, cuja identidade permenece secreta, apesar de diversos esforços (e artigos) de jornalistas. Concedeu poucas entrevistas, todas por escrito e respondidas por intermédio das editoras italianas. Explicou que optou pelo anonimato para poder escrever livremente e para que a receção dos seus livros não seja influenciada por uma imagem pública.

“O caminho das minhas obras é o meu caminho.” E “Os leitores contentam-se com ele, aliás, alguns até me escrevem pedindo que não revele nunca outros caminhos mais privados e, por isso, menos interessantes. Os meios de comunicação é que, por dever de ofício, não se contentam com as obras, querem caras, personagens, protagonistas excêntricos. Mas pode-se passar tranquilamente sem o que os meios de comunicação pretendem.”

Especula-se que tenha nascido em Nápoles, por volta de 1943; apresenta um sólido conhecimento dos autores clássicos gregos e latinos; crê-se que tem filhos, que talvez tenha vivido na Grécia. Apenas uma certeza: publicou em 1991 o primeiro romance, L’amore molesto (Um Estranho Amor), bem recebido e o “quarteto napolitano”, uma tetralogia, foi um verdadeiro sucesso

  • A amiga genial – no original L’amica geniale, 2011;
  • História do novo nome – no original Storia del nuovo cognome, 2012;
  • História de quem foge e de quem fica – no original Storia di chi fugge e di chi resta,  2013;
  • História da Menina Perdida – no original Storia della bambina perduta, 2014.

Em segundo lugar, ficou Vaticanum, de José Rodrigues dos Santos, editado pela Gradiva, e,

em terceiro lugar, O Evangelho Segundo Lázaro, de Richard Zimler, da Porto Editora.

Nem Todas as Baleias Voam, de Afonso Cruz, da Companhia das Letras, em quarto lugar,

Homens Imprudentemente Poéticos, de Valter Hugo Mãe, da Porto Editora, em quinto,

Uma Terra Chamada Liberdade, de Ken Follett, da Editorial Presença, em sexto, e

Doutor Sono, de Stephen King, da Bertrand Editora, em sétimo.

Segue-se o romance As Areias do Imperador, de Mia Couto, da Editorial Caminho, em oitavo lugar,

Prometo Perder, de Pedro Chagas Freitas, da Marcador, na nona posição,

e em décimo lugar Como Vento Selvagem, de Sveva Casati Modignani, da Porto Editora.