Esculturas | Le Passe-muraille

“This is a statue of Garou-garou a.k.a Le Passe-muraille (The Man Who Walked through Walls in English), one of Marcel Aymé best known short novel. It tells the story of a man who discover that he can walk through walls (what a surprise) and decide to start a crime spree.” (fonte)

Rue Norvins (Montmartre), Paris. O início do conto pode ser lido aqui.

Memorialis | Anonymous passerby

Przejście (Passage) – A striking public sculpture representing the period of martial law in Communist Poland  (Atlas Obscura).

Wroclaw, na passagem da rua Swidnicka. Congeladas em movimento, as figuras descem ao solo de um lado da rua cumprindo uma marcha simbólica para depois aparecer no lado oposto. As esculturas foram feitas por Jerzy Kalina. Este impressionante monumento honra todos os presos , desaparecidos e os “sugados pela Terra” durante o regime comunista na Polónia.

“The wonderfully lifelike bronze statues descending into the earth are based on Jerzy Kalina’s temporary art installation set up in Warsaw in 1977; the original plaster sculptures, stored in the Wrocław National Museum for 28 years, were re-cast in bronze and unveiled in the middle of the night on the 24th anniversary of the introduction of martial law in Poland. Whether or not this was deliberate remains a subject of discussion – according to one interpretation, the refreshed artwork is meant as a tribute to those who worked in underground organisations to undermine the regime.” (aqui)

Esculturas | Dromeas [The Runner]

 

É uma escultura extraordinaria, que levou oito anos a ser acabada. Esteve na Omonoia Square, agora está num espaço relvado, perto do Hilton e da Embaixada do Canadá.  Escultor: Costas Varotsos.

Em 2019, houve quem falasse em mudá-la de Atenas, por troca com uma estátua de Alexandre, o Grande. Costas Varotsos says proposal to place his Athens artwork in North Macedonia is ‘surreal’

You wouldn’t want to accidentally bump into this enormous sculpture. It does more than just look sharp. Dromeas, also called The Runner, is made of individual pieces of glass stacked atop each other to take the blurred shape of a runner in motion. Thousands of sharp, jagged pieces of glass form the sculpture.

The running figure is the work of Costas Varotsos, who began working on it in 1988 and didn’t finish until 1994. It was originally erected at Omonia Square, but it was later moved because people grew concerned construction and the vibrations from the underground metro would cause it to shatter or topple.

It’s a fitting sculpture within a city with so much running history—Athens was, after all, the final destination of Pheidippides’s famous run from the Battle of Marathon. But unfortunately, the artwork wasn’t met with unanimous appeal. Though some heralded the innovative sculpture, others were less-than-pleased with its unusual appearance.” Atlas Obscura)

Fotofolio | The cocklepickers

Podia ser «apanhadores de berbigão». Mas «catadores» dá mais ideia de «catar», procurar, esgaravatar em busca de…

Cocklepickers, Blackrock, Dunkalk Bay, Louth, Ireland

“The Cocklepickers” was installed and unveiled on the promenade in December 2018.  The piece was created by local artist Micheál McKeown and comprises a woven stainless steel group of two cocklepickers from the early 1900s on a sculpted concrete base resembling the surface of Blackrock beach.

“Cocklepickers were once synonymous with Blackrock and were a familiar sight on the beach.  Cocklepicking can be traced back to medieval times as is evident from the middens and mounds of cockle shells still to be found in the area.  During the famine (1845-1852), cockles were the only source of food for many of the indigenous families of the Blackrock area, who owe their survival to them.”

Click here to find out about “the Cockle Lord” and the importance of cocklepicking in the area in an extract from Noel Sharkey’s book “The Parish of Haggardstown and Blackrock – a History”.

 

Pasmadinhos, Setúbal

Em 2016, Bocage, Luísa Todi e Frei Martinho foram os primeiros representados na mostra de arte urbana, dos «Pasmadinhos» de Maria Pó, com réplicas das peças criadas por Elsa Rodrigues e Jacek Piatkiewicz a serem reproduzidas em esculturas de cerca de três metros pelo escultor Hélder Silva. Seguiram-se, ainda em 2016, o Observador de aves e a Lavadeira de Azeitão. Depois,  Dona Vinha, Maria Baía, Descarregador de Peixe e, em julho de 2018, o Pasmadinho Vitoriano.

Melancolie

A escultura, assim fotografada, suscita realmente sentimentos diversos.

It is called Melancolie. And it is heartbreakingly beautiful. The artwork created by Albert György (living in Switzerland, but born in Romania) can be found in Geneva in a small park on the promenade (Quai du Mont Blanc) along the shore of Lake Geneva.

(…) show the power of love. A mother’s love. A father’s love. Grandparent’s love. Love of siblings, friends and strangers. The thought of losing a child is unimaginable – but for many, it’s all too real and some have written that this sculpture depicts how they feel – an emptiness. John Maddox wrote, “We may look as if we carry on with our lives as before. We may even have times of joy and happiness. Everything may seem “normal”. But THIS, “Emptiness” is how we all feel…all the time.”

Original artist : Albert György
Bronze Statue located at Lake Geneva, Switzerland

Estátuas aos bombeiros

Em muitas cidades, vilas e localidades portuguesas, há monumentos de homenagem e/ou agradecimento aos bombeiros. Umas são de um género mais expectável, outras são verdadeiras obras de arte. Uma são mais recentes, assinalam décadas de aniversário, outras são mais antigas.

Ao nível da escultura, Barcelos figura na história como a primeira cidade do país aonde se erigiu, no espaço público, um monumento de homenagem ao Bombeiro Voluntário Português.  A primeira de todas é uma escultura com uma criança ao colo, assente numa base de pedra de granito. Singular monumento que testemunha a gratidão e a homenagem das gentes de Barcelos e do país aos briosos e dignos Soldados da Paz que arriscando a vida prestam altos e relevantes serviços à humanidade (site BVB)

A sua construção terá sido ideia do barcelense Manuel Augusto Vieira que, tendo vivido em Buenos Aires, desejou implantar na sua terra natal um monumento semelhante ao existente na Praça de S. Tiago do Chile, por subscrição pública (era vice-presidente da  AHBVB). O projeto começou a germinar em dezembro de 1951, na Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Barcelos. Depois de três anos de trabalho, após recolha e análise de vários estudos, foi entendido contratar os serviços do escultor portuense Henrique Moreira. Daí resultou a reprodução, em bronze, da figura de um bombeiro a socorrer uma criança, assente numa base de pedra granítica. “Aquela estátua que Barcelos ergueu ao Bombeiro Voluntário ficará a relembrar a sua abnegação, o momento em que ele se arroja ao perigo para salvar da morte o seu semelhante, tantas vezes perdendo a vida. O rosto da criança, que ele transporta nos braços, reflecte, no seu sorriso inocente, toda a gratidão humana ao herói obscuro.” (fonte). Foi inaugurado em 21 de Março de 1954, com pompa e circunstância (terão estado presentes, entre várias entidades, 1200 bombeiros, em representação de 85 associações/corpos de bombeiros do país). Encontra-se ao cimo da Avenida da Liberdade (que, ao tempo, se chamava Avenida do Dr. Oliveira Salazar).

esculturas de Luo Li Rong

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Luo Li Rong is a Chinese artist who lives in Belgium for several years now. At a very young age she began sculpting and she studied art at the prestigious Academy of Fine Arts (CAFA) in Beijing. When she graduated, she was honored and became a member of the workshop of the master Sun Jiabao. There she immersed herself in classical figurative sculpture. The goal was to be one in spirit with the model.  (…) In Belgium she remains true to her principles. She is continues with her work and concentrates on the techniques of the sculptors of Europe from the Renaissance, Baroque and other periods. Her sculptures dazzle the viewer with their beauty, craftsmanship and above all femininity.

 

Luo Li Rong website

3d sketch, David Moreno

Spanish sculptor David Moreno (previously) continues to blur the lines between two and three dimensions with his architectural artworks. Created using hundreds of steel rods and lengths of piano wire, Moreno’s sculptures take the shape of buildings, and his more recent works have ventured indoors, highlighting interior details like doorways and staircases. In 2017, the artist also created a large, immersive installation in the United Arab Emirates titled “Connecting Doors.”  Moreno shares his work on Instagram and Behance.

fonte aqui

Esculturas de Aureliano de Aguiar

Em alguns percursos, de trabalho ou férias, fui-me deparando com estátuas originais, feitas de ferro velho, e vindo a constatar que são do mesmo escultor. Ficam cinco referências.

Arcanjo“, de Aureliano de Aguiar, junto à Praia do Farol, em Vila Nova de Milfontes.

À entrada de Odemira, numa rotunda do Lagar, um Monumento «Árvore»

 

Em Braga, uma estátua de Dragão, Rua Doutor Justino Cruz, em frente ao Jardim de Santa Bárbara (não sei se ainda lá está…)

Em Almodôvar, a estátua do “Sapateiro”, impressionante escultura de 6 metros de altura, utilizando diversos materiais de ferro velho.

 

Na mesma cidade, também de Aureliano Aguiar,  “O carro dos Bombeiros” foi construída à semelhança da do “Sapateiro“, utilizando diversos materiais de ferro velho.