“Educating for moral competence”, K. Winston

educating for moral competence

 

Educating for moral competence

Implications for teaching
“This exposition of six competences is not intended as an exhaustive enumeration of desirable attributes and dispositions for practitioners in a democratic polity. For one thing, it highlights moral qualities, which are only a subset of the attributes that practitioners need to be effective agents in the world. Even then, a more complete list would include fidelity to empirical data, commitment to social justice, accountability, participatory inclusiveness, appreciation of the imperatives of loyalty, and so on. Whatever one’s favorite candidates for this list, Selznick correctly observes: “Moral competence is a variable attribute of persons, institutions, and communities.” [The Moral Commonwealth 33] So, we need toconsider: How is moral competence developed and sustained?
The question is partly about professional education and partly about the design of ongoing institutions. Since I have spent my mature years in teaching professional ethics to senior public servants from countries around the world, in these closing remarks I will say a few words about what I believe I have learned about effective pedagogy.
Following Dewey, I have come to believe that ethical inquiry, when it is practical, begins not with an abstract ideal or an intellectual puzzle but an existential situation, a problem in need of remedy. It grows, as Dewey says, “out of actual social tensions, needs, ‘troubles,’” guided by the imperative to bring about a more desirable state of affairs. Thus, the connection between inquiry and practice “is intrinsic, not external.” (Logic 499) When inquiry becomes detached from problems in need of remedy, it encourages unending disputation, adding intellectual uncertainty to
practical disorder. What’s needed is the rigor that comes from working up a diagnosis adequate to bringing about effective reconstruction in the world.

(…)  As Nietzsche might have said, the ultimate test of a philosophy of practice is whether practitioners can live by it, in their concrete existence. The requirement of concreteness, however, puts the teacher of ethics in a peculiar position, since the teacher does not make real decisions or solve real problems. Being at a distance means the teacher of ethics is not confronted with certain ineluctable features of decision making, including the necessity to act and the contingencies of effective action. The farther removed the teacher is from actual problem solving, the more abstract the discussion of ethics becomes. How then can the teacher of ethics be of any use to practitioners? The answer, I believe, is that the teacher is helpful only if adopting the point of view of practitioners, and engaging in a pedagogy that attends to the full panoply of factors involved in decision making in the world, including the special features and challenges that come with action in the public realm. Only thick descriptions of situations and close analysis of them is adequate to understanding the skills that practitioners need and how they are (or should be) exercised” (p. 14)

Anúncios

Programa Março Mulher, em Setúbal

MARÇO MULHER 2013

Programa

Há 20 anos que acontece o Março Mulher em Setúbal.
Estende-se de Março a Maio, e o programa é promovido pela SEIES (Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social) em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal.
De entre os parceiros,  conta-se a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal,  mais em concreto, professores e estudantes o 3º ano do Curso de Licenciatura em Enfermagem.
No programa, no ciclo de “desporto, saúde e bem estar”, os temas das competências parenterais.

Uma nova equipa até 2014

President Barroso unveils his new team

José Manuel Barroso, President of the European Commission, today announced the portfolios responsibilities for the next Commission. The President has held detailed consultations with all the Commissioners-designate in order to assign the right jobs to the right people. The President believes that this team can deliver the agenda for change he set out in the political guidelines he presented in September, following his nomination by all 27 Member States and before his approval as President of the next Commission by the European Parliament.

continuar a ler.

Next steps

The new Commission must gain approval from the European Parliament before it takes office for a term of office running until 31 October 2014. Commissioners-designate will appear in individual hearings before Parliamentary committees from 11-19 January. The vote of consent on the new Commission as a whole is foreseen to take place on 26 January. On the basis of the vote of consent, the Commission shall be appointed by the European Council. Then it can start working.

I t will do so on the basis of the political guidelines for the next Commission set out by President Barroso in September last. He highlighted the need for EU leadership, shaping globalisation on the basis of its values and interests. Taking global interdependence as the starting point, he set out a transformational agenda for the EU, a Europe that puts people at the heart of its agenda. He emphasized five key challenges facing Europe:

  • Restarting economic growth today and ensuring long–term sustainability and competitiveness for the future
  • Fighting unemployment and reinforcing our social cohesion
  • Turning the challenge of a sustainable Europe to our competitive advantage
  • Ensuring the security of Europeans
  • Reinforcing EU citizenship and participation.

    Date:  27/11/2009

60 anos de DUDH

Blogagem Colectiva pelos Direitos Humanos.

JVC enviou a mensagem – link do Fenix ad eternum e trago de lá o selo.

Assinalar o 10 de Dezembro é mandatório, em meu entender. Porque a Declaração Universal dos Direitos Humanos assenta em convicções e, reproduzindo um excerto de Isabel Baptista:

“Em 1948 a humanidade acabava de acordar do pesadelo nazi, essa ferida para sempre inscrita na nossa memória e na nossa cultura.Os terríveis acontecimentos que marcaram a segunda guerra mundial tornaram a cultura ocidental menos segura em relação às certezas que vinha acumulando ao longo dos séculos.

Todavia, a experiência dramática vivida por milhares de seres humanos durante o nazismo não atingiu apenas uma cultura em particular.Foi todo o sentido de cultura e de humanidade que ficou definitivamente posto em causa com essa experiência. Afinal, como lembram persistentemente muitos autores desta última metade do século, a cultura, só por si, não nos resguarda da barbárie. O que nos leva a reconhecer que a humanidade é acima de tudo um valor, um ideal a atingir, conforme o sublinha o texto aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. Em termos de humanidade, nada está garantido à partida.

A consciência deste facto convoca-nos para o exercício de uma responsabilidade pessoal fundada numa memória social critica e activa. Precisamente o tipo de memória que a educação, enquanto lugar de emergência de vontades de futuro, deverá promover.

Porque, um futuro fundado sobre a ignorância e o esquecimento, como o de certos tecnocratas, não tem nada de humano (Reboul, 1992). A vontade de futuro, que a educação deve despertar, alimenta-se da promessa de dias diferentes e mais belos, ao mesmo tempo que se vai apoiando em indicadores positivos muito concretos que nos encorajam a prosseguir tentando, ainda que nada esteja garantido“.

A DUDH tem significado também enquanto baliza da consciência moral dos seres humanos.

Mas hoje, 60 anos depois, o que há por fazer e a fazer é, ainda, imenso. Mais do que declarar, é preciso agir e que cada um de nós faça o que está ao seu alcance.


um vídeo entre milhares, mas…

… que me apraz destacar aqui.

Vale a pena relevar que o rapaz do filme – «um dia numa cadeira de rodas» – o fez para um trabalho e para o filme; atravessa livremente, todos os dias, os corredores e os caminhos.

Para um trabalho de uma disciplina, procedeu de outro modo – sentou-se numa cadeira de rodas: e leva-nos com ele, num passeio que alerta. É representante dos que podem ser «apenas» um grupo de estudantes, de uma escola que ainda não tem edifício seu, num curso que olha globalmente a saúde. Não são estas coordenadas que importam – mais do que isso, dão provas de sensibilidade no tratar do assunto, de cidadania e de responsabilidade social. E desafiam-nos, pois se não gostamos de uma realidade, uma coisa nos fica clara: há que a modificar.