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25 de Abril.
36 anos depois.
E teremos hoje consciência do significado?! Ou, como herdeiros de uma fortuna invisível, malbaratamos esse poder e essa riqueza?!
Diria Sartre que, queira ou não queira, estou condenada a ser livre.
A liberdade é tida como condição de alguém que está isento de constrangimento – a ideia de «ser livre» não pode ser nem é absoluta: como nós, a nossa liberdade está situada e delimita-se. Costumo dizer que se não sou imortal nem sei voar, como podia a minha liberdade ser absoluta?
O género mais primário é o da liberdade de movimento, de ir daqui para ali. Mesmo esta, tem limitações evidentes. Da perspectiva política, a liberdade torna-se possibilidade de um cidadão agir segundo a sua determinação, nos limites da lei . E se a liberdade de pensamento não precisa de ser protegida, a de expressão, de opinião, de consciência, precisam – porque se realizam no exterior de nós, se concretizam no mundo.
Muito se cruza nas muitas faces da liberdade: falamos de liberdade de investigação, de autonomia, de ideais liberais, de imunidades e direitos, de poder decidir com e sem motivos nas mais diversas esferas da acção humana…
A liberdade do juízo (que depende, por exemplo, do grau de autoconsciência e da visão pessoal) difere, por exemplo, da liberdade política.
Julgo que a liberdade se exerce dentro e fora de nós, em permuta de tipo osmótico. E posso sentir-me livre mas é preciso que exista liberdade política e social para o realizar? ou que esteja disposta a correr os riscos que implica? Na inversa, posso ser pouquíssimo livre, numa sociedade politicamente liberal e democraticamente organizada?
E não obstante existir liberdade fora de si, na cultura e na sociedade, tal não significa que a haja dentro de si. E vice-versa, pois em ambiente de totalitarismo, a pessoa, individualmente, pode agir de modo livre (aqui, chamava os «Homens em tempos sombrios» de Arendt, para a conversa).
Agora, na perspectiva da génese da consciência da liberdade, preciso de ser educado para tal. Educado no sentido da «paideia» grega a encaminhar-me o pensamento… Educação para Pensar por Si. Porque é preciso de desenvolver o pensar e o julgar.
James Cameron tem uma grande obsessão pela vida aquática. Cameron já gastou milhões de doláres viajando em submarinos, para perceber a melhor maneira de fotografar a vida submarina, o que faz supôr que a realização do filme “Avatar 2” será debaixo de água.

© 20th Century Fox
Cameron revelou em entrevista alguns dos seus planos para o próximo “Avatar”, dizendo que para este novo filme queria criar um ambiente diferente. O local será o ambiente oceânico organicamente rico de Pandora. Há também uma possibilidade de existir uma nova raça de criaturas inteligentes.
O plano oceânico é relativo apenas para o segundo filme, o terceiro poderá abandonar definitivamente a Pandora.
Notícia aqui
Um dos leitores do post, assinalou que não… deixou o link, que coloco (ainda rindo….)


ah… faltam palavras para dizer sobre os livros… :))
especialmente, a quem tem tendência bibliófila…
No dia em que se assinalam 12 anos sobre a criação da Ordem dos Enfermeiros, é aberto o NOVO SITE, com mais funcionalidades e informação.
“Queremos que o lançamento do novo site da OE seja em si a transmissão do orgulho do passado construído, mas sobretudo a expressão de universalidade, dinamismo e empenho no desenvolvimento da Enfermagem – no presente e no futuro.” Mensagem da Bastonária