Pensamento do dia

IMGP2420

Our task must be to free ourselves by widening our circle of compassion to embrace all living creatures and the whole of nature and its beauty.
Albert Einstein

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Uma tríade dinâmica: filmes, ética e bioética

Um dos modos interessantes de debater perspetivas éticas e questões bioéticas na sociedade pode passar por escolher alguns filmes ou excertos de filmes. Eventualmente, uma metodologia menos ortodoxa mas potencialmente eficaz. Porque um filme que conta uma história, apresenta um caso. E a discussão de casos é uma metodologia relevante  no que se refere à bioética e ao debate ético.

Há uns anos que utilizo excertos de alguns filmes, que considero com elevado potencial de despertar o interesse, o debate a partilha. E confesso.me reincidente no uso de “De quem é a vida afinal?” (1981), no que é um fortíssimo monólogo quanto a recusa de tratamento.

Two Thumbs up! Bioethcis goes t the movie

Captura de ecrã 2013-01-30, às 14.11.11

Memórias

A memória é o género que se atreve a dizer o seu próprio nome.
A biografia diz-nos: “és o que foste”.
O romance diz-nos: “és o que imaginas”.
A confissão diz-nos: “és o que fizeste”.
Mas a biografia, confissão ou romance requerem memória, pois a memória, diz Shakespeare, é a guardiã da mente.
Uma guardiã, diria eu, que radica no presente para olhar com uma face o passado e com a outra o futuro.
A busca do tempo perdido também é, fatalmente, a busca do tempo desejado.
…Aos que um dia dirão: “foste isto”, “fizeste isto”, ou “imaginaste isto”, adianta-te e diz simplesmente: sou …, serei…, imaginei…
E por isso recordo isto…

 Carlos Fuentes
Gabo: Memórias da Memória, D. Quixote: Lisboa 2003.