quase a bater à porta…

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Que 2015 seja um ano próspero, profícuo, feliz. Que sejamos capazes de transformar o menos bom em aprendizagens e o que nos faz felizes em expressão de alegria e paz. Não será a passagem de ano que transforma – os símbolos cumprem apenas a sua função.  Somos sempre nós que lhes conferimos sentido. Por isso, seja qual fôr o sentido que cada um atribui, Feliz 2015!

Tempos de ler

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“Clive Cussler não tem rival no ramo dos thrillers que envolvem barcos afundados, desmantelamento de redes criminosas que funcionam acima e debaixo de água. Ninguém ignora que há hoje duas linhas da literatura do entretenimento que superam as demais: o romance histórico e o thriller.” (aqui)

“Cussler é um conhecido investigador da história marítima e naval, fundou a NUMA (National Underwater and Marine Agency), andam à procura de navios afundados, como é evidente todos os aficionados por esta temática que vai desde a exploração subaquática até ao mundo dos mares, embarcações e, de mistura, o mistério e o suspense não resistem aos muitos livros deste conhecido autor de best-sellers. “Iceberg”, de Clive Cussler, é um bom exemplo desta literatura boa para viciados em emoções (Saída de Emergência, 2012).”

Confirmo 🙂

Dois dedos de conversa – poesia

Nas artes e na literatura, há várias formas de marginalização. A mais frequente é a desatenção. A mais perversa é a mitificação. Felizmente, de vez em quando, também há sacudidelas a acordar os sonolentos arrumadores das almas canónicas. Nem sempre funcionam (o sono é profundo) mas, pelo menos, deixa de haver as desculpas que nunca houve. Foram publicados recentemente dois livros de dois incomparáveis poetas que acontece terem sido companheiros um do outro nos seus anos formativos, na segunda metade da década de 1950: Bonsoir, Madame, de Manuel de Castro, e A Morte Sem Mestre, de Herberto Helder. O Manuel  de Castro deixou-se morrer aos trinta e seis anos. O Herberto Helder permite-se continuar a estar vivo aos oitenta e três anos. Não sei qual dos dois terá escolhido a via mais difícil.” de Helder Macedo, A morte é sem mestre, Jornal de Letras, edição de 1 a 14 de Outubro. (lido aqui)

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